quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

3.198 - DEUS NOS DEU.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 15 02 2024.

 

 

O Deus pai e criador

Pai de Cristo o salvador

Eu rogo vossa benção

Misericórdia e perdão.

 

Deus é o criador do mundo

Tem-nos amor profundo

Criou tudo que é bom

Pra versar me deu o dom.

 

Nos deu seu filho Jesus

Que por nós morreu na cruz

O mundo pra nós morar

Tomar conta e zelar.

 

Deus nos deu inteligência

Deu amor e paciência

Deus também nos deu a vida

Disposição e guarida.

 

Terra pra nós trabalhar

Pra dela o pão o tirar

Nos deu a paz e saúde

Salvação maior virtude.

 

Nos deu o dom de pensar

Ver, ouvir, raciocinar

Deus nos fez e prometeu

E o que prometeu nos deu.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

3.197 - EU.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 14 02 2024.

 

 

Eu não sei como surgi

Nem também de onde vim

Também não pra onde vou

Eu só sei que apareci.

 

Eu nasci pra ser poeta

Poemista cordelista

Sou escritor sem sucesso

E um pateta profeta.

 

Eu fui jogado no mundo

Sem rumo e sem destino

Feito um pobre andarilho

Cai num poço profundo.

 

Sou poeta brasileiro

Por todos desconhecido

Um penitente vagante

Sem amigo e sem dinheiro.

 

Eu sou um cara sem sorte

Sem cartaz e sem prestígio

Um vadio sem trabalho

Sou o sobejo da morte.

 

Sou apenas um plebeu

Que vive a vida a vagar

Como sonhador sem sonho

Ninguém sofre como eu.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 11 de fevereiro de 2024

3.196 – DEIXE O POVO DIZER.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 11 02 2024.

 

 

Eu já não sou mais criança

Do mundo sou figurino

Sou cumpridor do destino

De poeta escritor

Busco não fazer lambança

Em Deus creio e tenho fé

Em Jesus de Nazaré

Como nosso salvador.

 

Versando eu sou doutor

Da poesia eu entendo

Versejando eu desvendo

Qualquer que for o segredo

Sou poeta trovador

Poemista cordelista

Escrevendo sou artista

No verso eu me degredo.

 

Meu lar é um alvoredo

Erguido com poesia

Onde vivo o dia a dia

Escrevo pro povo ler

Vivendo não tenho medo

De errar sair da trilha

Tenho uma estrela que brilha

Na profissão de escrever.

 

Escrever bem é dever

Do poeta poemista

Para ser bom cordelista

Há muito que estudar

Tem que ter um bom saber

Dentro do conhecimento

Estar a todo momento

Pronto pra poetizar.

 

Não preciso me gabar

Nem dizer que sou melhor

Nem também que sou maior

Más fazer por merecer

Pra ser bom tem que buscar

Jamais ter que se impor

Pra ser bom e ter valor

Deixe o povo dizer.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

3.195 - VOU ALCANÇAR.

 Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 06 02 2024.

 

 

Eu tenho muitos anseios

Vou usar de vários meios

Direto sem arrodeios

Pra conseguir o que quero

Embora eu não mereça

Nem que a alma estremeça

Sem causar dor de cabeça

Vencer é o que mais espero.

 

Com fé em nosso Senhor

Por Cristo o salvador

Por ordem do Criador

Alcançarei a vitória

Faço promessas comigo

Sem temer o inimigo

Com a Trindade eu consigo

Conquistar fama e glória.

 

Pra o que quero conseguir

Eu jamais vou desistir

Vou insistir persistir

Lutar com perseverança

São muitos os desafios

Sem moleza sem esguios

Com coragem, raça e brios

Vou buscar com confiança.

 

Ninguém me atrapalhará

Buscarei daqui e de lá

Te4ntarei de lá de cá

Sem pisotear ninguém

Aproveitando o ensejo

Buscarei o que desejo

Igualmente aos que vejo

Eu chegarei lá também.

 

Contra todos contra tudo

Me rebolo me sacudo

Os meus anseios não mudo

Pra meu sonho realizar

Licitamente buscando

Por bons caminhos andando

Sem a ninguém machucando

Meus sonhos vou alcançar.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 28 de janeiro de 2024

3.194 - NÃO ME FAÇA PERDER A CABEÇA.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra; 26 01 2024.

 

Que vantagem que fizeste

Com toda esta bagaceira

Quebrando tudo em casa

Por causa de uma asneira

De longe rodos ouviam

Barulho da quebradeira.

 

Viu que tamanha besteira?

Por seu controle perder

Agora está muito tarde

Pra você se arrepender

Que fizeste está feito

Não há mais o que fazer.

 

Dizer que foi sem querer

Que sem perceber surtou

Pela ignorância tua

Você se descontrolou

Por uma simples pergunta

Comigo se revoltou.

 

Com palavras maltratou

O seu fiel companheiro

Me chamou de vagamundo

Imprestável bandoleiro

Me ameaçou de morte

Por meio de pistoleiro,

 

Você começou primeiro

Não queira se desculpar

Com certeza absoluta

Queira ou não aceitar

Só não piorou porquê

Consegui me controlar.

 

Resolvi te alertar

Sobre tua impaciência

Se eu não fosse prudente

Tinha usado a violência

Teria feito besteiras

Com maiores consequência.

 

Vale como divertência

Favor não me desmerecer

Para tudo há limites

Seja humilde e cresça

Toma juízo e não me

Faça perder a cabeça.

 

 

 Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 7 de janeiro de 2024

3.193 - A CRIAÇÃO DO DIVINO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 07 01 2024.

 

 

Me acordei quatro horas

Me levantei para ver

O romper da madrugada

E o dia amanhecer

Eu vi que estava nublado

E bonito pra chover.

 

Do dia o alvorecer

Observei no momento

Nem sequer uma estrela

Brilhava no firmamento

Más ouvi muito distante

O relinchar dum jumento.

 

Da poesia detento

Comecei a escrever

Como é maravilhoso

Ver o dia amanhecer

Raios dourados do sol

No horizonte aparecer.

 

A escuridão morrer

Com o nascer do novo dia

A passarada na selva

Orando em cantoria

Peguei papel e caneta

Pra narrar em poesia.

 

Quanto me dar alegria

Contemplar a natureza

Louvando ao Criador

Pela sua gentileza

De nos dar o universo

Com toda sua riqueza.

 

Ó meu Deus quanta beleza

Que me faz sentir menino

Com o dom da poesia

Versejar é meu destino

Louvo com todo prazer

A criação do Divino.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 6 de janeiro de 2024

3.192 - TE VINGA MUNDO DE MIM.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 05 01 2024.

 

Ninguém no mundo imagina

O quanto estou sofrendo

Minha vida não é vida

Vivo por estar vivendo

De tanto crer em melhoras

De tudo eu estou descrendo.

 

Pelo o jeito que estou vendo

Não sei onde vou parar

Tudo pra mim é difícil

Não consigo me acertar

Caio aqui levando ali

Não há como me firmar.

 

Levo a vida a sonhar

As vezes até perco o tino

Os desafios são tantos

Nele eu sou figurino

Se é castigo não sei

Nem também sei se é destino.

 

Eu me sinto um peregrino

Que vive a peregrinar

Por este mundo infinito

Sem ter aonde chegar

Na corrida pela vida

Não chego a nenhum lugar.

 

Não adianta reclamar

Pois eu não vejo a quem

Me reclamar de mim mesmo

Não adianta pra ninguém

Perdido no universo

Não vou me achar também.

 

Nem tão perto nem além

Não sou identificado

Preso ao cotidiano

Por ninguém eu sou achado

Invés de reconhecido

Muitas vezes criticado.

 

Sou um pobre esfarrapado

Exposto ao mundo em fim

Sem prestígio sem recursos

Viver assim é ruim

O que me resta é dizer

Te Vinga Mundo de mim.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.