quarta-feira, 22 de julho de 2026

3.491- SINCERAMENTE NÃO SEI

 

Autor: ErivaLdo Alencar.

 

Letra: 21 07 2026.

 

 

As vezes tenho pensado

Que estou mau informado

Até mesmo enganado

Que eu talvez não sou eu

Vezes penso que sou outro

Ou que eu esteja noutro

Falar de mim falo doutro

Que em mim outro nasceu.

 

Quando eu vejo alguém

Fico pensando é quem

Onde vai de onde vem

Ele é eu ou eu sou ele

Na vida sou embaraço

Se sou laçado ou laço

Sou abraçado ou abraço

Se tá em mim ou tou nele.

 

Não sei se estou vivendo

Se fazendo ou desfazendo

Entendido ou entendendo

Se sou ou deixo de ser

Se eu sou ou não segredo

Se eu tenho ou não medo

Sou enredado ou enredo

Se vou ganhar ou perder.

 

Eu não sei se vou ou fico

Sou aplicado ou aplico

Se eu sou pobre ou rico

Se sou ou não companheiro

Se existo ou não existo

Se insisto ou desisto

Se creio ou não em Cristo

Sou falso ou verdadeiro.

 

Eu nasci ou vim a fura

Se sou ou não criatura

Se tenho ou não cultura

Eu sou gente ou animal

Sou feliz ou infeliz

Sou filial ou matriz

Sou o que o povo diz

Sou normal ou anormal.

 

Se eu sou ou não poeta

Sou profeta ou não profeta

Eu sou sábio ou pateta

Se eu fui, ou sou ou hei

Eu me vejo ou não me vejo

 Eu tenho ou não desejo

Eu festejo ou não festejo

Sinceramente não sei.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

domingo, 19 de julho de 2026

3.490 - NEM TUDO ESTÃO PERDIDOS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 19 07 2026.

 

 

As coisas estão difíceis

Ninguém tem mais paciência

Por coisas sem fundamentos

Falta de amor e prudência

E por motivos banais

Já partem pra violência.

 

Em meio à turbulência

Que o mundo estar passando

Ninguém busca soluções

Ficam por Deus esperando

Enquanto o povo se cala

O ódio vai aumentando.

 

De longe observando

Vejo o mundo desabar

Um reclamando daqui

Vendo o crime dominar

Os clamores por justiça

Se ouve em todo lugar.

 

Fico a me perguntar

Quando é que vai ter fim

Já não suportamos mais

Vivermos presos assim

Sem liberdade pra nada

A vida fica ruim.

 

Todo mundo fala sim

Da falta de segurança

Na politica e na justiça

Não se tem mais confiança

O que nos resta agora

E ter em Deus esperança.

 

Tanto assalto e matança

Acontece a toda hora

Estupro e desacato

É sentido mundo afora

Abandono de crianças

Triste meu coração chora.

 

Em partes do mundo agora

Tem guerras acontecendo

Muitas pessoas são mortas

Num sofrimento horrendo

Somente os promotores

De guerras não estão vendo.

 

 

O que estou escrevendo

São puramente verdade

Cidades são destruídas

Sem qualquer necessidade

Por simples ignorância

Ganancia e vaidade.

 

Não vejo necessidade

Pra tanta destruição

Países são invadidos

Por gente sem compaixão

E outros ameaçados

Sem ter justificação.

 

É nação contra nação

Com armamento pesado

É o forte contra o fraco

Cada um mais preparado

E no final da história

O fraco é derrotado.

 

Eu vejo por outro lado

Que a guerra não convém

Nós precisamos de paz

Pra puder vivermos bem

Guerra é o fim da paz

Em guerra paz ninguém tem.

 

O que eu vejo também

Mas passa despercebido

A fome reina na terra

Por este mundo perdido

Por causa de tantas guerras

O faminto é esquecido.

 

 O povo mal assistido

Já perdeu a esperança

De chegar dias melhores

Como saúde bonança

Um pouco de dignidade

Não se tem mais confiança.

 

Não sou de fazer lambança

Vejo com seriedade

Tanta gente sem trabalho

Esmolando na cidade

Não brinco com coisa seria

O que escrevo é verdade.

 

Vejo que a sociedade

Se sente desprotegida

Paga tudo que e imposto

Enfrenta crise atrevida

E por quem e de direito

Ela é desassistida.

 

 

Até nossa própria vida

Esta correndo perigo

Por pessoas má caráter

Leva ao povo ao desabrigo

Jogam-nos fora de casa

Como forma de castigo.

 

Entender eu não consigo

Porque tanta humilhação

O erro passa ser certo

O certo perde a razão

Quem tem o dinheiro manda

O liso vai pra prisão.

 

Nós vivemos na prisão

Em o nosso próprio lar

Sem direito a lazer

E sem direito a mandar

Sem ter a quem recorrer

Nem sair pra trabalhar.

 

Tanta gente a esmolar

Pelas ruas da cidade

Sem ninguém pra trabalhar

Digo com sinceridade

LADRÕES ROUBANDO LADRÕES

É uma calamidade.

 

A falta de honestidade

Atinge o mundo inteiro

O povo esta cansado

Viver neste tabuleiro

De jogos que não tem regras

Pela busca do dinheiro.

 

Que se ver no mundo inteiro

É a falta de amor

Não existe mais dialogo

Sentimento nem pudor

A maldade anda solta

Causando medo e terror.

 

Crime, tristeza e dor

Apavora nossa gente

Milícias e criminosos

Estão na linha de frente

Matam, roubam e assaltam

Trabalhador inocente.

 

O povo tá dependente

A todas situações

A políticos desonestos

Metidos em corrupções

Somente lembram do povo

Em tempos de eleições.

 

 

E os que fazem profissões

De invadir o alheio

Tomando o que dos outros

Sem compaixão nem receio

Botam os donos pra  fora

Matam os que ficam no meio.

 

Pergunto-me sem receio

A justiça onde estar

Homens matando mulheres

Mulheres a homem matar

Sem ter punição severa

Não sei como vai ficar.

 

Jamais vou me ausentar

Do mundo religioso

Fraldes e enganações

Onde líder presunçoso

Faz assédio sexual

E pregam o duvidoso.

 

Discurso malicioso

Há nas redes sociais

Mentiras e desavenças

Preposições imorais

Gentes aplicando golpes

Como se fossem normais.

 

Não admito jamais

Há certos procedimentos

Encomenda por delivery

Casos de envenenamentos

Como prova de vinganças

De gentes sem sentimentos.

 

Estou a todos momentos

Mostrar a realidade

Que nos encontramos hoje

Diante de tanta maldade

Parece que o humano

Perdeu a dignidade.

 

É triste, mas é verdade,

Continuar assim não dar

Eu rogo as autoridades

Que parem para pensar

Que busquem formas urgentes

Pra violência acabar.

 

Precisam dialogar

Todos bem comprometidos

Não se faz a paz com guerras

São fatos já discutidos

Reconheço não ser fácil

Mas nem tudo estão perdidos.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.489 - NÃO TENHA MEDO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 19 07 2026.

 

 

Linda mulher me diga com clareza

Para que eu consiga entender

A razão de toda esta tristeza

Quem te ofendeu e te fez sofrer.

 

Tou aqui pronto pra te ajudar

Mesmo que não queira saber de mim

Eu jamais irei te aborrecer

O desprezo nem sempre é o fim.

 

Reaja e levante a cabeça

Tou sempre ao seu lado não pereça

O anel se vai, mas fica o dedo.

 

Um amor se foi outro vai chegar

Nem tudo acabou pode acreditar

Segure em minhas mãos não tenha medo.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.488 - DELIRANDO COM FULGOR

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 19 07 2026.

 

 

 Ai meu Deus que noite linda

Que noite maravilhosa

Logo mais a noite finda

Sorridente, toda prosa.

 

Então vem a madrugada

E ao romper da aurora

Despertando a passarada

No arvoredo que chora.

 

Ao nascer do novo dia

Bate no peito alegria

Do poeta escritor.

 

Que escreve a verdade

Rindo de felicidade

Delirando com fulgor.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.487 - CRENTES EM CRISTO SENHOR

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 19 07 2026.

 

 

Despertei pulei da cama

Vejo o dia amanhecer

Raios dourados do sol

E lindo o alvorecer

Agradeço ao Criador

Por vivo permanecer.

 

Num novo dia ao nascer

Contemplo a natureza

Estrelas no firmamento

Ó meu Deus quanta beleza

Aos poucos desaparecem

Ao novo dia a clareza.

 

Comigo tenho a certeza

Ser um dia de benção

No Brasil e exterior

A toda população

Paz, amor, felicidade,

Desejo de coração.

 

Olho para amplidão

Vejo universo composto

Feliz eu me sinto agora

Cheio de amor e disposto

Fazer aquilo que gosto

Sem causar nenhum desgosto.

 

O meu projeto proposto

É viver em harmonia

Tá em paz comigo mesmo

E esbanjar alegria

Compartilhar as ações

Sempre e não só este dia.

 

Transmitir em poesia

Todo meu conhecimento

Sem desabonar ninguém

Levar entretenimento

Cordialmente levar

De Deus o ensinamento.

 

Suplico o consentimento

De Cristo o salvador

Neste poema levar

Paz, saúde e amor,

A todas as criaturas

Crentes em Cristo Senhor.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 18 de julho de 2026

3.486 - NA SARGETA VAI MORRER

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 13 07 2026

 

 

Amor que não existiu

Comigo nem com você

Amos que nos destruiu

Sabe muito bem por que.

 

Amor sincero que dei

Você não correspondeu

Carinho que ofertei

Sequer você percebeu.

 

Em toda a minha vida

Eu te amei de verdade

Você ingrata e fingida

Deu-me amor com falsidade.

 

Não ver o meu sofrimento

Por tua ingratidão

A falta de sentimento

Destruiu meu coração.

 

Passo o dia pensando

Em alguém que não me quer

A noite passo sonhando

Em ti ingrata mulher.

 

O que fizestes comigo

Um dia a de pagar

Terá o pior castigo

Sozinha há de chorar.

 

Tu não sabes como dói

A dor de uma paixão

Teu infame amor corrói

O meu pobre coração.

 

Quando o castigo chegar

Você  vai se arrepender

Atrás de mim vai chorar

Na sarjeta vai morrer.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.485 - JAMAIS HEI DE ESQUECER

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 13 07 2026.

 

 

O AMOR INCONFUNDÍVEL

Que tenho por minha terra

Terra de be4leza rara

Meu querido pé de serra

Abençoado por Deus

Lá não há briga nem guerra.

 

O poeta aqui não erra

Em assim dizer verdade

A vida lá no sertão

É melhor que na cidade

Não há outra terra igual

Lá mora a felicidade.

 

Lá vivi a mocidade

Na fé e na esperança

Lá plantando tudo dar

Muita fartura e bonança

Lá reina o amor a Deus

Tudo que se quer alcança.

 

No sertão há segurança

E não tem poluição

As águas são cristalinas

O povo tem devoção

Lá quando chove a gente

Sente o cheiro do chão.

 

Nas festas de São João

O povo fica animado

Pega brasas com a mão

E ninguém fica queimado

Assa jerimum na brasa

E depois o come assado,

 

Lá no meu sertão amado

A gente pula a fogueira

As crianças se divertem

Em fogosa brincadeira

Do trisca e de casamento

E se dança a noite inteira.

 

A saudade matadeira

Invade meu coração

Da minha terra querida

Por ela tenho paixão

Logo farei o possível

Pra visitar meu torrão.

 

 

Meu natural, meu torrão,

Abençoado por Deus

Onde nasci e cresci

Criado pelos pais meus

Com senso de aventureiro

Num dia lhe disse adeus.

 

Terra dos amores meus

Que um dia me viu nascer

Onde vivi a infância

Lugar bom de se viver

Terra amada idolatrada

Jamais hei de esquecer.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

3.484 - VOCÊ EXIGE PERDÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 29 06 2026.

 

 

Fala tanto de amor

Carinho e lealdade

Mas você é um terror

Só planta infidelidade.

 

Prometeu amor eterno

Está sempre ao meu lado

Em ti vivi um inferno

Desprezo, tormento e dor.

 

Comigo pensava noutro

Entregava-se ao outro

Deixou-me na solidão.

 

Com a cara de fingida

Dizendo arrependida

Você exige perdão.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

quarta-feira, 24 de junho de 2026

3.483 - ABOIANDO COM AMOR

 

Ator: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 23 06 2026.

 

 

Sou poeta nordestino

Da terra do lavrador

Sou de tradição poeta

E filho de cantador

Cearense cabeça chata

Sou poeta escritor.

 

Também sou pesquisador

Tenho bom conhecimento

Eu faço da poesia

O meu entretenimento

Do que é a poesia

Eu tenho discernimento.

 

Eu aproveito o momento

Para escrever poesia

Tenho domínio da coisa

Escrevo e dou garantia

Ter o dom de ser poeta

Minha maior alegria

 

Eu faço da poesia

A minha arma de guerra

Com ela eu me defendo

E descrevo a minha terra

Minha inspiração é fértil

Quem fala assim não erra.

 

Eu nasci num pé de serra

Comigo não há segredo

Eu me criei lá na roça

Não vejo de que ter medo

Aboiando com o gado

Eu cantava meu enredo.

 

Eu sou pior que torpedo

No meio do juremal

Montado no meu cavalo

Cortando o matagal

Juntava o gado no campo

Levava para o curral.

 

Ao despertar do pardal

Levantava com humor

Tirava o leite das vacas

E cantando com fervor

Levava o gado ao pasto

Aboiando com amor.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 21 de junho de 2026

3.482 - EU AMO A POESIA

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 21 06 2026.

 

 

Eu amo a poesia

E nela tenho prazer

Poetizar me faz bem

Dela faço o meu jazer

Com o dom da poesia

Passo o  tempo a escrever.

 

Nela adquiri saber

Dento do conhecimento

Eu vivo a poesia

Nela esta meu acalento

Ela me faz esquecer

Todo o meu sofrimento.

 

Da poesia sou detento

Sem ela não viveria

Ela abre minha mente

Dar-me prazer e alegria

Ela quem me fortalece

Ra viver meu dia a dia.

 

Ela me dar energia

Pra enfrentar meus dilemas

Tenho amor a poesia

Não importa quais os emas

A poesia me faz

Esquecer os meus problemas.

 

Em todos os meus poemas

Feitos com inspiração

Tratam assuntos diversos

Tirados do coração

Feitos pra todos leitores

Sem escandalização.

 

A minha maior Paixão

É escrever poesias

Assistir dois cantadores

Versando em cantorias

Um desafiando o outro

Defendendo teorias.

 

Versando do garantias

A todos versos que faço

Pois sou um poeta na

Escrevo sem embaraço

Sou igual redemoinhos

Onde vou faço regaço.

 

 

Pego a massa faço o traço

E edifico meu castelo

Com a engenharia do verso

Deixo o universo mais belo

No ramo da poesia

Versejando não apelo.

 

Sinceramente eu zelo

A poesia nordestina

Pois dela eu faço parte

Nela cumpro minha sina

A poesia é arte

Das artes a mais divina.

 

A poesia me ensina

As regras do bem viver

Pois dela eu sou devoto

A estudo pra aprender

Trabalhar com poesias

Sem a ninguém ofender.

 

Tenho enorme prazer

Por eu ser assim dotado

Na condição de poeta

Me sinto realizado

E para posteridade

E deixo o meu legado.

 

Poesia é dom sagrado

Foi Jeová quem me de

Pra representar meu povo

Foi Deus quem me escolheu

Sou muito agradecido

Por Ele confiar neu.

 

Sou crente não sou ateu

Tenho fé no Criador

Em Jesus Cristo seu filho

Nosso mestre e salvador

No Divino Espirito Santo

O Espirito guardador.

 

Sou poeta escritor

Defendo a categoria

Tenho todos por parceiros

Digo sem demagogia

Eu estou para servi-los

Sem marcar hora nem dia.

 

Minha maior alegria

Ser poeta escritor

Os meus poemas são simples

Mas escritos com amor

Pra escrever e recitar

Tou sempre de bom humor.

 

 

Quando ouço um cantador

Improvisando repente

Em festa de cantoria

Meu peito fica contente

A batida da viola

Mexe o coração da gente

 

Muita gente certamente

Também sente como eu

Ler e escrever poesias

Não importa quem escreveu

Portanto agradeço a Deus

Por este dom que e deu.

 

Os poetas como eu

Também veem como vejo

A poesia é sagrada

E aproveito o ensejo

Expressar minha alegria

De tudo quanto desejo.

 

Olho pra eu mesmo e vejo

Um poeta de valor

Sou de tradição poética

O meu pai foi cantador

Também tenho um irmão

Que é poeta escritor.

 

Mesmo sem ser cantador

Eu também faço repente

Eu não sei tocar viola

Mas inda guardo na mente

Meu querido pai ocando

E cantando para gente.

 

Mesmo assim eu sou contente

Por saber poetizar

Conheço rimas e métricas

E a caneta tocar

Também escrevo cordéis

Sem decepcionar.

 

Amo me apresentar

Pra isso sou preparado

Em escolas e locais públicos

Sempre sou elogiado

Pois tenho autodomínio

No que me for outorgado.

 

Sou um privilegiado

No ramo da literatura

Pois existe muita gente

Que não tem esta cultura

Mas gostaria de ter

E versejar com lisura.

 

 

Fazer versos com ternura

Não ficou pra todo mundo

Só os privilegiados

Tem este dom tão profundo

Felizmente sou um destes

Dotado de dom fecundo.

 

Finalmente neste mundo

Quem que não quer ser poeta

Tenho orgulho de ser

Poesia me completa

Por isto faço o possível

Versar de forma correta.

 

Mas não basta ser poeta

É necessário gostar

Ter amor à poesia

Muito ter que estudar

Buscar ter autodomínio

Pra saber o que versar.

 

Jamais escandalizar

E não escrever besteiras

Conhecer bem as palavras

Evitar citar asneiras

Ter um bom conhecimento

Evitar frases grosseiras.

 

Usar de boas maneiras

Ser nobre e ter humildade

Ser amigos dos parceiros

Versar com simplicidade

Respeito acima de tudo

Viver em sociedade.

 

Lembrar com dignidade

A poesia e sagrada

Além de ser dom divino

É pelo Des inspirada

Muitos querem, poucos em,

Deixem na mente guardada.

 

Portanto meu camarada

Sou um cara satisfeito

Por ter este lindo dom

E dele fazer proveio

Como poeta escritor

Em mês poemas deleito.

 

Por Jeová fui eleito

Em me dar esta alegra

Ser poeta escritor

Versar e dar garantia

Afirmo de coração

Eu amo a poesia.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.481 - NÃO CUSTA ME ACEITAR

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 21 06 202.

 

 

Você sabe muito bem

Por ti sou apaixonado

Por que tratar com desdém

Este loco desvairado.

 

O que tu tens contra mim

Por que não quer meu amor

Sem ti será o meu fim

Queres me matar de dor.

 

Aceita a este infeliz

Garanto lhe fazer feliz

Custe a mim o que custar.

 

Saiba que eu te venero

Você é tudo que quero

Não custa me aceitar.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.480 - RECEBA AS FLORES QUE LHE DOU.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 15 06 2026.

 

Receba as flores que lhe dou

Flores lindas do jardim

Sei que nunca me amou

Mas te amo mesmo assim.

 

É teu o meu coração

Teu coração é de outro

Enquanto lhe dou paixão

Você tá pensando noutro.

 

Eu te amo de verdade

Você com falsidade

Só dores me ofertou.

 

Ser traído é ruim

Faça um favor a mim

Receba as flores que lhe dou.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.479 - BUSQUE NOUTRO SEU AMOR.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 21 06 202.

 

Você sabe muito bem

Não quero nada contigo

Você não faz o meu tipo

Sinceramente lhe digo

De ti eu quero distância

Pra mim tu és um perigo.

 

Seria grande castigo

Ter que com você viver

Eu não sou da tua estirpe

Procure me entender

Sou livre independente

Não estou no seu querer.

 

Não vou me submeter

A um alguém anormal

Sem responsabilidade

Sem caráter, sem moral,

Principalmente você

Que já me fez tanto mal

 

Pode até não ser legal

Esta minha decisão

Mas não posso te aceitar

Veja que eu tenho razão

Somos seres diferentes

E não vou na contramão.

 

Não tiro sua razão

De lutar pelo que quer

Também tenho o direito

De eu viver com quem quiser

Eu não sirvo pra você

Nem tu pra minha mulher.

 

Se me ama e me quer

Aceite o conselho meu

Procure um homem livre

Que ele seja só seu

Entenda que sou casado

Jamais poderei ser teu.

 

É bom pra tu e pra eu

Sem a ninguém causar dor

Não alimente ilusões

Eu te peço um favor

Esqueça-me duma vez

Busque noutro seu amor.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.478 - A META É GANHAR, GANHAR.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Leta: 19 06 202.

 

 

Hoje tem Copa do Mundo

E o Brasil vai jogar

Vai pegar o Haiti

Precisando de ganhar

Só vitória interessa

Nada de empatar.

 

Nos não vamos perdoar

Se não ganhar este jogo

O empate não é bom

Pois já nos deixa n fogo

Derrota muito pior

Pois nos deixa sem arrogo.

 

Não sou nenhum demagogo

Mas sincero em dizer

O empate com Marrocos

Deu-nos grande desprazer

Parece que o Brasil

Jogou para não vencer.

 

Não consigo entender

O que tá acontecendo

Já passaram cinco copas

Que o Brasll vem perdendo

E nesta Copa do Mundo

Já começa não vencendo.

 

Mas pelo que estou vendo

Não dar mais pra aceitar

Jogar em busca do hexa

E a taça não conquistar

Para chegarmos ao hexa

A meta é  ganhar, ganhar.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar