segunda-feira, 7 de junho de 2021

2.767 - JÁ DEI PRA OUTRA MEU CORAÇÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 06 06 2021 e música:

 

 

Vejam aquela mulher

Debruçada no balcão

Blusa azul, saia vermelha

Com copo cheio na mão.

 

Ela foi minha mulher

Meu amor minha querida

Por não saber o que quer

É uma mulher perdida.

 

Lhe dei tudo quanto pude

Tentei lhe fazer feliz

Trocou o lar confortado

Pra ser uma meretriz.

 

Enquanto eu trabalhava

Para o sustento lhe dar

Traiu-me com outro homem

Abandonou nosso lar.

 

O tempo lhe castigou

Vive por ai jogada

Sem um sem companheiro

Pela rua embriagada.

 

Hoje chora arrependida

Implorando o meu perdão

É muito tarde já dei

Pra outra meu coração.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

2.766 - QUEM SABE FAZER FAZ.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 06 06 2021 e música:

 

 

Como eu não sei cantar

E não aprendi tocar

A caneta vou pegar

Pra começar escrever

Quase ao final do dia

Repleto de alegria

Vou escrever poesia

Que é para o povo ler.

 

O sol desaparecendo

As estrelas aparecendo

Eu um poema escrevendo

Antes da noite chegar

Logo vai escurecer

Papel não vou puder ver

Que no escuro escrever

Não é possível enxergar.

 

O som da televisão

Tira a minha a atenção

Foge minha inspiração

E me deixa embaralhado

Mesmo assim vou insistir

Se o barulho permitir

Se escrever eu conseguir

Ficarei gratificado.

 

Mas eu não vou esquentar

Muito menos vou brigar

Também não vou reclamar

Pois estou querendo paz

Pra isso eu sou treinado

Sou poeta tarimbado

No barulho ou no calado

Pois quem sabe fazer faz.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.765 - TER UM LIVRO PUBLICADO POR EDITORA DE EXPRESSÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 06 06 2021 e música;

 

 

A vida é muito boa

É nosso maior tesouro

A vida terrena é única

E vale bem mais que ouro

Mesmo tendo que viver

A vida toda no couro.

 

Não tem vela não tem choro

Nem tempo frio nem quente

Na luta do dia a dia

Tenho que ser Persistente

Pra conquistar o que quero

Tenho que ser combatente.

 

Sou um cara resistente

Discreto e trabalhador

Sei o que quero na vida

Como poeta escritor

Sou pobre, mas não sou fraco

Provarei o meu valor.

 

Eu escrevo com amor

Tenho o dom da inspiração

Quero publicar meus livros

Em editora de expressão

Infelizmente sou pobre

E não tenho condição.

 

Eu peço de antemão

Quem puder me ajudar

Buscar uma editora

Meu nome apresentar

Meu blogger de poesias

Erivaldo Alencar.

 

Quero um livro publicar

Mas o dinheiro não tenho

Para pagar o custeio

É por isto que eu venho

Pra realizar meu sonho

Muito esforço desempenho

 

Como recursos não tenho

Pro sonho realizar

Peço a todos aqueles

Que puder me ajudar

A impressão do meu livro

As despesas custear.


Eu já posso imaginar

Ter meu livro publicado

No ISNB

Ver o meu nome grafado

E no Escritório de Direitos

Autorais ser registrado

 

Vou me sentir orgulhado

Mas com muita humildade

Ter obra com impressão

De mui boa qualidade

No Depósito Legal

Guardado pra eternidade.

 

É meu sonho de verdade

E não simples ilusão

Preciso que uma editora

Me der esta condição

Ter um livro publicado

Por editora de expressão.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.764 - O PROBLEMA QUE FOR COM DEUS VOU VENCER.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra:  06 06 2021 e música;

 

 

A importância de Deus em minha vida

Jamais terei como dá explicação

Reconheço que a estrada é tão comprida

Não temo, pois, tenho Deus no coração.

 

Por mais tortuoso que seja o caminho

Ao caminho certo me conduzirá

Como pai tem por mim fraterno carinho

E em todos os momentos me guiará.

 

Reconheço andar afastado dele

Confesso confiar plenamente nele

Pois Ele é a razão do meu viver.

 

Meus desafios eu ponho em suas mãos

Minhas conquistas divido com meus irmãos

O problema que for com Deus vou vencer.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

2.763 - PROVAREI SER COMPETENTENTE.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 02 06 2021 e música;

 

 

Sou Erivaldo Alencar

Nascido no Comboeiro

Cidade de Acopiara

Sou cidadão brasileiro

Cearense cabeça chata

E filho de violeiro.

 

Sei que não sou o primeiro

O último também não sou

Só sei que vim lá da roça

Mas não sei pra onde vou

Enquanto não me defino

Vou ficando aonde estou.

 

Deus pai a eu confiou

Dom de fazer poesia

Por me dá divino dom

O agradeço todo dia

Aonde houver tristeza

Eu vou levar alegria.

 

Poetizo com harmonia

Muito carinho respeito

Tenho amor pelo que faço

E busco fazer direito

Reconhecendo meus erros

Pois sei que não sou perfeito.

 

Reconheço o meu direito

O mundo não é só meu

Eu tenho livre arbitre

Pra gerir o que Deus me deu

Eu quero aproveitar bem

O que Deus me ofereceu.

 

O que Deus me prometeu

Irá cumprir francamente

Vou realizar meus sonhos

Que guardo na minha mente

Ou mais cedo ou mais tarde

Provarei ser competente.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.762 - GUARDO SAUDADES DO MEU TEMPO DE CRIANÇA.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 02 06 2021 e música:

 

 

Tudo está diferente

Do meu tempo de criança

O tempo passa depressa

E a minha idade avança

Do meu passado festivo

Guardo no peito a lembrança.

 

Com a minha vizinhança

O tempo era dividido

Com brincadeiras diversas

Tudo era divertido

No mundo da inocência

Não havia mal intendido.

 

Vivia despercebido

Sem preocupar com nada

Tinha tudo em minhas mãos

Mungunzá, feijão, coalhada.

Frutas diversas e queijo

Leite, pirão, carne assada.

 

Tinha uma rede armada

Para eu me balançar

Enorme casa de taipa

Pra nela puder morar

Um terreiro muito grande

Pra bola de meia jogar.

 

Minha mãe pra me cuidar

E não me deixar sofrer

Um pai sério e conselheiro

Pra puder me proteger

E os avós carinhosos

Ensinando bom viver.

 

Felizmente o meu crescer

Foi em fartura e bonança

De crescer e tornar homem

Eu tinha muita esperança

Hoje só guardo saudades

Do meu tempo de criança.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 2 de junho de 2021

2.761 - FLUTUANDO NA SOLIDÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 01 06 2021 emúsica:

 

 

O dia já foi embora

A noite acaba de chegar

Triste a Mãe-da-lua chora

Pedindo pro sol voltar.

 

Silêncio tomou o sertão

As aves se agasalharam

No terreiro ladra o cão

Os morcegos se acordaram.

 

As plantas adormeceram

As campinas se perderam.

E tudo é escuridão.

 

Astros vagueiam no céu

E eu aqui jogado ao léu

Flutuando na solidão.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.