sexta-feira, 14 de junho de 2013

1.666– SÃO JOÃO FESTA MAIOR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 06 2013 e música;


Já chegou o mês de junho
Vai ter festa o mês inteiro
Santo Antonio e São João
E São Pedro o chaveiro.

Começa no dia treze
A bonita brincadeira
Vinte e quatro e vinte e nove
Vai ter queima de fogueira.

Vou dançar todas as noites
No terreiro e no salão
Voltar rabo de saia
Bomba, trac e rojão.

A festa é contagiante
Ninguém vai ficar parado
Com quentão a noite inteira
Canjica e milho assado.

Pega o machado gente
Para cortar a madeira
A fogueira é mais vibrante
Quando é de catingueira.

O querido Santo Antonio
Seja amigo e camarada
Por favor no dia treze
Me dê uma namorada.

Andar sobre brasa acesa
Descalço sem queimar o pé
Pegar brasa com a mão
É só para quem tem fé.

Vai ter compadre e comadre
Casamento e batizado
São João festa maior
Viva ao santo consagrado.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

1.665 – MORENA EU TE JURO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 13 06 2013 e música;


Ó linda morena
Estou a lhe dizer
Que deve fazer
Pra ter meu amor
Ser leal comigo
Guardar-me firmeza
E dar-me a certeza
Me ama com fulgor.

Pois assim fazendo
Pode confiar
Que eu irei lhe dar
Todo amor do mundo
Tu não tenhas dúvidas
Estou sendo sincero
Tu és quem mais quero
A tenho amor profundo.

Pois enquanto durmo
Eu sonho contigo
Estando comigo
Me dando carinho
Chega de sofrer
Diz meu coração
Cansei amorzão
De viver sozinho.

Preciso de alguém
Que traga esperança
Me dê segurança
Afeto e amor
Devolva me a paz
E a felicidade
Tenha piedade
Deste sofredor.

Descobri em ti
Minha felicidade
Minha cara metade
Que tanto procuro
Faça o que te disse
E cumpra o que diz
Lhe fazer feliz
Morena eu te juro.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

1.664 – POR VENDER CDS PIRATAS, FUI PARAR ATRÁS DA GRADE.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 06 06 2013 e música;


Dia primeiro de julho
De dois mil e oito se deu
Lá na Praça da Matriz
Este fato aconteceu
Um inspetor de polícia
Eu e mais quatro prendeu

Nós estávamos na praça
Tentando ganhar o pão
Com a banquinha na feira
Mas naquela ocasião
Vendendo Cds piratas
Nos levaram pra prisão.

Os Cds e Dvds
Que eu estava vendendo
Tinha comprado fiado
Ainda estava devendo
Por eles serem piratas
Eu os terminei perdendo.

Naquela delegacia
Depois de termos chegados
Nós fomos bem assistidos
Por nobres advogados
Ouvidos pelo escrivão
Na prisão fomos jogados.

Tidos como criminosos
Passamos por maus momentos
Passamos a noite toda
Num quarto sujo nojento
No segundo dia fomos
Para o alojamento.

Pois só no terceiro dia
Pro fórum fomos levados
E diante da Juíza
O processo foi lavrado
Depois de pagar fiança
Todos fomos libertados.

Em casa fomos cumprir
Prisão domiciliar
E por quase cinco anos
Sem a justiça julgar
Agora fomos intimados
No fórum se apresentar.

Por amigos testemunhas
Nós fomos acompanhados
Pra fazer nossa defesa
Levamos advogados
E na condição de réus
Temíamos ser condenados.

Diante do promotor
E do Juiz da cidade
Nós fomos advertidos
Em dizer só a verdade
Feito a identificação
Com muita propriedade.

Depois de falar meu nome
Data do meu nascimento
Dizer o estado civil
Foi grande o constrangimento
Endereço e profissão
Dei o meu depoimento.

Eu nasci lá no sertão
E vim morar na cidade
Por vender CDs piratas
Fui parar atrás da grade
E hoje aqui na justiça
Suplico por liberdade.

Eu fiz a minha defesa
Sobre os acontecidos
Deus ouviu os meus apelos
Por ele fomos protegidos
Na aplicação da sentença
Nós fomos absolvidos.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.663 – PRA ELA MEU ENDEREÇO?

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 06 06 2013 e música;


Já tentei de tantas formas
Ser feliz em minha vida
Implantei regras e normas
Meta não foi atingida.

Acho que felicidade
Não foi feita para mim
Ou fizeram a maldade
De a tirá-la em fim.

O que é felicidade?
Ela existe de verdade?
Pois inda não a conheço.

Pra ela me encontrar
Serei preciso mandar
Pra ela meu endereço?


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.662– VAI SER MINHA PODE APOSTAR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 06 06 2013 e música;


Em qualquer dia eu vou
Até a morada dela
Pois quero falar com ela
Sobre tudo do amor
Vou por as cartas na mesa
E serei franco com ela
Que preciso muito dela
Para curar minha dor.

De paixão estou doente
Precisando de remédio
Pois cada vez mais o tédio
Apodera-se de mim
Mas ela tem o remédio
No seu peito ta guardado
Que vai me deixar curado
Desta solidão sem fim.

Ela vai ter que ouvir
Que tenho pra lhe dizer
Se vai ou não me querer
Eu vou correr este risco
Tenho que perder o medo
Lhe dizer quanto a amo
Com amor sem fazer drama
Por seu amor me arrisco.

Farei o que for preciso
Pra conquistar seu amor
Ela pode até impor
Todas formas de castigo
Me postarei de joelhos
Até seus pés beijarei
Qualquer coisa eu farei
Pra ela ficar comigo.

Quando ela me ouvir
A sua voz vai tremer
Jamais ela vai puder
Minha proposta recusar
Como louco desvairado
Eu vou pô-la nos meus braços
Entre beijos e abraços
Vai ser minha pode apostar.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 4 de junho de 2013

1.661– PRECISO QUE ME BELÍSQUEM, PARA EU SENTIR SE ESTOU VIVO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 06 2013 e música;


Perguntam-me quem eu sou
A resposta eu não tenho
Porque eu não sei se sou
Quem sou nem de onde venho.

Se fui gerado ou criado
Ou sou fruto dum aborto
Se nasci ou não nasci
Ou se nasci vivo ou morto.

Eu não sei se tenho nome
Meu próprio nome não sei
Eu não sei se falo ou não
Se algum dia já falei.

Não sei se vivo o não
Se existo ou não existo
Se tenho corpo ou não
Se sou visto ou não visto.

Eu não sei se estou aqui
Se sou mito ou realidade
Ou dormindo ou acordado
Se sou mentira ou verdade.

De nada tenho a certeza
Se sou inerte ou ativo
Preciso que me belisquem
Para eu sentir se estou vivo.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

1.660 – RAINHA DO MEU REINADO

Autor; Erivaldo Alencar

Letra; 03 06 2013 e música;


Se caso você
Tiver me ouvindo
Estiver sentindo
Falta de carinho
Vai o meu recado
A quem interessar
Que está sem amar
Me encontro sozinho.

Já há muito tempo
Não tenho ninguém
Que eu chame de bem
E me dê amor
A infelicidade
Mora no meu lar
Choro sem cessar
Implacável dor.

Caso alguém queira
Um amor sincero
No meu lar espero
Fecunda visita
De braços abertos
Cheio de esplendor
E com muito amor
A mulher bendita.

Não há distinção
Basta ser mulher
Quero uma qualquer
Que me dê valor
Que confie em mim
Me ame de verdade
Com sinceridade
Me dê seu amor.

Já estou cansado
De viver sozinho
Sem ter o carinho
E não ser amado
Se alguém me ouve
E está sozinha
Vem ser a rainha
Cá do meu reinado.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar