quinta-feira, 21 de março de 2024

3.216 - EU VEJO NO FIRMAMENTO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra; 14 03 2024.

 

 

Aquela estrela que passa

Voando no firmamento

Sem rumo e sem direção

Sem parar um só momento

Brilhando a todo instante

Más sem um tripulante

Veleja a mercê do vento.

 

Aqui em meu aposento

Me disponho a contemplar

O espaço a seu redor

Eu fico a observar

As maravilhas de Deus

Que doou aos filhos seus

Sem pagamento cobrar.

 

Eu vejo a lua a vagar

Com esplendor e nobreza

Lá nos céus da minha terra

Com candura e pureza

Com seus raios cor de prata

Prateando a verde mata

Contemplando a natureza.

 

Com requintes de nobreza

O sol nascer no nascente

Com os seus raios dourados

Mostrando que é valente

Com quentura e calor

Andando a todo vapor

Para se pôr no poente.

 

Vejo uma estrela cadente

Em alta velocidade

Indo em direção a terra

Causando curiosidade

Eu lhe faço um pedido

Faz de mim seu protegido

Tudo quanto for maldade.

 

Vejo na desclaridade

Lá no alto aparecer

Majestosa Estrela Dalva

Tão bonita de se ver

Derramando simpatia

E nos dando a alegria

Ao espaço percorrer.

 

É lindo o anoitecer

Tudo é silencioso

As vezes a Mãe-da-lua

Com o seu grito pomposo

Quebra o silêncio da noite

O vento fazendo açoite

Faz me sentir orgulhoso.

 

Té parece tenebroso

Ao deparar ao cometa

Na cabeça uma estrela

Corpo igual uma caneta

Com sua cauda alongada

Totalmente iluminada

Como se heliocometa.

 

Firmo meus pés no planeta

E vejo no céus a brilhar

Imensidades de estrelas

Lá no alto a ofuscar

Ao dia desaparecem

A noite elas aparecem

Nos fazendo alegrar.

 

Tudo isto me faz sonhar

Nada vai pro esquecimento

Tudo isto e muito mais

Que vi naquele momento

Fico aqui a contemplar

Tudo que eu imaginar

Eu vejo no firmamento.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

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