sábado, 14 de julho de 2012

1.495 – ESQUECI

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 07 2012 e música;


Pois os dias vão passando
O meu pensamento voa
Com a idade aumentando
E eu ficando coroa.

Depois de vencer a estrada
A amnésia em mim chegou
Não lembro de quase nada
Que a vida proporcionou.

Quase sem puder andar
Sem poder memorizar
Nada do que eu aprendi

O que passei no passado
Na mente memorizado
Quase tudo esqueci.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

1.494 – REINANDO COM DIVINDADE.


Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 13 07 2012.


Quanta alegria me dar
Olhar para o céu e ver
As estrelas a brilhar
O escuro esconder.

Faíscas riscando o céu
Como se fosse escrever
Com a borracha de véu
Não deixando ninguém ler.

Olhando ao infinito
Um universo bonito
Tanta luminosidade

Vasto espaço sideral
Nele o pai celestial
Reinando com divindade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

1.493 – EU AMO A MINHA TERRA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 11 07 2012 e música;


Eu amo a minha terra
A ela tenho respeito
Falar mal da minha terra
A ninguém dou o direito.

Eu tenho prazer de ter
Nascido aqui nesta terra
Um lugar maravilhoso
Circundada pela serra.

Aqui reina o amor
A paz e a felicidade
Quem mora aqui nesta terra
É mui feliz de verdade.

Aqui não há violência
Fome e nem poluição
Esta terra dá de tudo
Que se semear no chão.

A brisa aqui sofra frio
É amenos o calor
O sol brilha muito mais
Tem vaqueiro aboiador.

Tem olhos d’águas na serra
Espumas na cachoeira
Uma pedra atravessada
Interrompendo a corredeira.

Açudes com muitos peixes
Gostoso pra se pescar
Água doce e cristalina
Pra beber e se banhar.

Aqui canta o sabiá
No galho do juazeiro
Um casal de seriemas
Se alimenta no terreiro.

Se ouve a Mãe-da-lua
Cantar no alvorecer
Raios dourados do sol
Quando o dia vai nascer.

A lua cheia nos céus
Prateando a verde mata
As meninas do lugar
Tomam banho na cascata.

A terra é muito fértil
Boa pra agricultura
Campos cobertos de bastos
Bom pra bovinocultura.

Com a eletricidade
Nosso conforto aumentou
Com a água encanada
Nossa vida melhorou.

Vivemos em comunhão
Em nossa comunidade
O povo aqui é feliz
Vive a vida de verdade.

Pois não há lugar melhor
Que o nosso pé de serra
É por isto e muito mais
Que Eu amo a minha terra.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 10 de julho de 2012

1.492 – MEU UNIVERSO DE POESIAS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 07 2012 e música;


Sou Erivaldo Alencar
Um cidadão brasileiro
Nasci em Acopiara
Lá no sítio Comboeiro
Sou da terra alencarina
Povo bom hospitaleiro.

Eu sou defensor da vida
Protetor dos animais
Amante da natureza
E preservo os vegetais
Sou contra a degradação
Da terra e dos minerais.

Gosto fazer poesias
Sou poeta escritor
Eu sou filho de político
Repentista cantador
Eu herdei o dom poético
Do querido genitor.

Escrevi muitos poemas
De quase tudo falei
Eu não esqueci de nada
A não ser do não sei
Mas quando eu aprender
Garanto que escreverei.

Descrevi a natureza
Falei da preservação
Também descrevi o lixo
Também da poluição
O quanto sofre a terra
Devido à degradação.

Descrevi os animais
Falei do depredador
Das plantas e dos minérios
Da pureza do amor
Da doença e violência
Do sofrimento e dor.

Falei das coisas divinas
De Deus e das profecias
Da riqueza e da pobreza
Ciências e sabedorias
Enriquecendo o meu
Universo de poesias.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

1.491 – BEBENDO OU NÃO, TODOS VÃO MORRER.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 09 07 2012 e música;


Aquele homem que ali vai passando
É um alcoólatra inveterado
Vive a vida embriagado
Da bebida tornou-se dependente
Perdeu o controle, caiu no vício,
Cambaleando não tem rumo certo
O seu mal fim, com certeza tá perto,
O mesmo fim terá muita gente.

Sua família não aguenta mais
A convivência com aquele ser
No vício faz a família sofrer
Além de ele padecer também
Ele não ver a vida passar
Nem sequer se alimenta direito
Alcoolismo, o único defeito
Do homem que foi cidadão de bem.

Aquele homem que ali vai passando
Foi detentor duma grande riqueza
Está vivendo extrema pobreza
Com a bebida jogou tudo fora
O seu filhinho ainda menor
Pede esmolas pra sobreviver
A mulher pra de fome não morrer
Faz biscates no lugar onde mora.

Alcoolizado ele cai na rua
Tristonha a família vai lhe buscar
O seu filhinho conselhos lhe dar
Dizendo papai pare de beber
A família tem buscado recursos
Para libertá-lo do alcoolismo
Não colabora e fala com cinismo
Bebendo ou não, todos vão morrer.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 8 de julho de 2012

1.490 – COM O QUE GANHO, VOLTAR PRA LÁ NÃO POSSO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 07 2012 E MÚSICA.


Faz muito tempo que deixei a minha terra
Pra noutra terra tentar ganhar dinheiro
Fui infeliz e eu só dei barrigadas
Nesta terra eu sou mais um forasteiro.

Tenho emprego, mas ganho pouco dinheiro,
As coisas são caras pouco dá para comprar
No final do mês tenho que me rebolar
Pois nem sequer as contas dão pra pagar.

Tenho saudades da minha terra querida
Meu sonho um dia poder lhe visitar
Rever todos parentes que lá deixei
E os meus pais com fervor quero abraçar.

Mas infelizmente o meu dinheiro não dar
Para que eu possa visitar a minha terra
Tento poupar pra poder junta dinheiro
Para muito breve rever meu pé de serra.

Em terras alheias eu tou vivendo preso                                                                                                                                            Sem nenhuma chance de libertação
Trabalho muito pra fazer meu de meia
Mas o salário é uma negação.

Minha morada dá tristeza entrar nela
Um cortiço de baixa categoria
Não tenho amor, parente e nem amigos
Esta não é a vida que eu mais queria.

Se acaso arrependimento matasse
Há muito tempo que eu teria morrido
Não me acostumo com a vida que tou levando
A minha vinda pra cá foi tempo perdido.

Eu vim pra cá pra puder ganhar dinheiro
Não ganhei nada, sou tratado como troço.
Economizo pra voltar pra minha terra
Mas com o que ganho, voltar pra lá não posso.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 7 de julho de 2012

1.489 – NÃO HÁ MOTIVO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 07 07 2012 e música;;


Não tenho motivos
Pra ter alegria
Neste infeliz dia
Perdi meu amor
Quem eu amo tanto
Partiu foi embora
Só resta agora
A tristeza e dor.

Só por alguns anos
Senti-me feliz
Com quem sempre quis
Construí meu lar
Um ciúme à-toa
Foi o causador
De o nosso amor
Assim se acabar.

Pois eu não fiz nada
Pra trair meu bem
Mas veio alguém                                                                     
Pra nos separar
Inventou mentiras
Ela acreditou
No que esta falou
Sem me escutar.

Eu tentei de tudo
Conversar com ela
Mas a minha bela
Não quis me ouvir
Muito aborrecida
Sem olhar pra traz
Com ódio voraz
Foi sem despedir.

Por causa de alguém
Que infernizou tanto
Derramo meu prato
Neste infeliz dia
Eu não sei porque                                                                                                                                                                                  Que ainda tou vivo
Pois não há motivo
Pra ter alegria.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.