terça-feira, 13 de novembro de 2012

1.569 – POR ELA SOU RECUSADO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 13 11 2012 e música;


Desde o tempo de criança
Que eu sou apaixonado
Mas a mulher que eu amo
Não quer me ver ao seu lado
Eu tenho sofrido muito
Por ter sido recusado.

Eu tenho feito de tudo
Para ser feliz com ela
E também fazer feliz
Aquela mulher tão bela
Mas o que ela mais quer
É me ver bem longe dela.

O meu amor é fiel
É tão puro e sincero
Se eu não a amasse tanto
Não tolerava o que tolero
Aquela que me odeia
É a mulher que mais quero.

Em seus atos me humilha
Me xinga por brincadeira
Diante de seus amigos
Se apresenta mais grosseira
Me cobre com apelidos
De tudo que é baboseira.

Às vezes fico com raiva
Pela sua ingratidão
Por seu desprezo por mim
E ferir meu coração
Sem guardar mágoas no peito
Eu lhe dou o meu perdão.

Não exijo muita coisa
Para ficar do seu lado
Só um pouco de amor
E ser por ela respeitado
Até sendo seu escravo
Por ela sou recusado.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

1.568 – MINHA PERDIÇÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 12 11 2012 e música;


Já faz muito tempo
Que não vejo ela
A saudade dela
Traspassa meu peito
Eu tenho buscado
Encontrar com ela
Mas o amor dela
Não tenho direito.

Deixou nosso lar
Com outro fugida
Da sua partida
Não me avisou
Não se deu respeito
Seguiu seu caminho
Nenhum bilhetinho
Para mim deixou.

Por todo amor
Que pra ela dei
Eu nada cobrei
Daquela ingrata
Inocentemente                                                                                                                                                                                  Estendi minha mão
Dei meu coração
Pra aquela insensata.

Ela foi covarde
Infantil talvez
Pois tudo que fez
Não pensou direito
Nos braços de outro
Esqueceu de mim
Só maldade em fim
Carrega no peito.

Talvez nunca mais
Vou conseguir vê-la
Tentar esquecê-la
É a solução
Mas eu não consigo
Esquecer aquela
Eu elegi ela
Minha perdição.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

1.567 – ANIMAL DE ESTIMAÇÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 11 2012 e música;


Não há justificativa
Maltratar um animal
Pois ele só nos faze bem
É um amigo legal

Merece nosso carinho
Amor e dedicação
Devemos tratá-lo bem
Pois é de estimação.

Ele é nosso amigo
Ama-nos e acaricia
Precisa do nosso zelo
Toda hora todo dia.

Aonde a gente vai
Ele quer ir com a gente
É muito atencioso
Culto e inteligente.

Se conversarmos com ele
Dá-nos toda atenção
Quando a gente o maltrata
Ele até nos dá perdão.

Entende o que a gente diz
E também nos obedece
Quando estamos ausentes
Da gente não se esquece.

Dê boa alimentação
Boa água pra beber
Leve ao veterinário
Quando ele adoecer.

Cuide bem do seu bichinho
Tenha dele compaixão
Por favo,r nunca despreze.
Um animal de estimação.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.566 – UMA PESSOA DESSE TIPO, SEQUER

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 11 2012 e música;


Todos os dias se ouve
No rádio e televisão
Ler na imprensa escrita
Tamanha ingratidão
As maldades que são feitas
Com animais de estimação.

Sem que não seja atacado
O que mal que faz o gato
Ele apenas se defende
Quando sofre um mau trato
Por pessoa sem escrúpulo
Ele é jogado no mato.

A mulher todos os dias
Dum gatinho judiava
Chutando, escorraçando.
Com um pau o maltratava
Pegava o pelas pernas
Com toda força jogava.

De debaixo de um móvel
Com força o arrastou
Tentando se defender
O gato lhe azunhou
Ela tremendo de ódio
Ao gato estrangulou.

Quando eu vinha dum boteco
Algo me chamou atenção
Uma mulher em minha frente
Com uma caixa na mão
Aparentava raivosa
E a jogou no lixão.

Eu atravessei a cerca
E a caixa eu apanhei
Ao abrir aquela caixa
Dentro dela encontrei
Uma sacola amarrada
Às pressas desamarrei.

Dentro dela um gatinho
Que eu cuidei em socorrer
Asfixiado na sacola
Sem chance de sobreviver
Levei o gato pra casa
Impedindo de morrer.

Um homem que ali passava
Presenciou a maldade
Com espanto balbuciou
Meu Deus quanta crueldade
Fazer isto com um gato
É falta de caridade.

O que leva uma pessoa
Fazer tanta ingratidão
Só uma pessoa insânia
Sem amor coração
Uma pessoa desse tipo
Sequer merece perdão.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar

domingo, 4 de novembro de 2012

1.565 - OBRIGADO DE CORAÇÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 11 2012 e música;


Ontem foi meu aniversário
De mais um ano de vida
Sessenta e quatro primaveras
De uma vida bem vivida.

Em toda minha existência
Muitas coisas aprendi
De derrotas e vitórias
Outras tantas descobri.

Durante o ano todo
Fiz projetos e planos
Para fazer uma festa
Com a mudança de anos.

Mas o vento soprou forte
Em um sentido contrário
Tirou-me a chance de fazer
Festa de aniversário.

No dia de aniversário
Sequer pude descansar
Pelo pão de cada dia
Foi obrigado trabalhar.

Recebi alguns parabéns
Que encheu-me de emoção
Aos que lembraram de mim
Obrigado de coração.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.564 – É O MEU MAIOR DESAFIO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 11 2012 e música;


A situação lá em casa
Está mesmo insuportável
Com brigas pra todos os lados
Tornou-se desconfortável.

A minha mulher não para
Um minuto sem brigar
Mesmo sem motivo algum
Faz tudo pra me abusar.

A minha mulher não cansa
De em mim botar defeito
Não tolero seus insultos
Revido do mesmo jeito.

Quando entramos em brigas
É só pura baixaria
São tanto os podres citados
Que nem jornal caberia.

Estou de cabeça cheia
De tanto ouvir baboseira
Tou perdendo a paciência
Desta vida de canseira.

Ao lado desta mulher
Estou perdendo meu brio
Suportar as suas brigas
É meu maior desafio.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

1.563 – NÃO SOU NINGUÉM, NÃO SOU NADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 11 2012 e música;


Que adianta querer
Nesta vida ser alguém
Se não sou ninguém, nada sou.
Não sou nada, não sou ninguém.
Na terra o homem vale
Somente o quanto tem.

Minha condição financeira
Deixa muito a desejar
A minha forma de vida
Não dá pra regozijar
Do que tenho, do que sou.
Não posso me orgulhar.

Não adianta querer
Ser aquilo que não posso
E nem querer ser o dono
Daquilo que não é nosso
E nem dizer que é meu
Daquilo que é só vosso.

O meu mundo é bem pequeno
Tão pequeno quase nada
Minha estrela não tem brilho
A tempo está apagada
Minha vida não é minha
Eu a tenho emprestada.

Infelizmente o pobre
Vive a vida de sonhar
Para ser alguém na vida
Não cansa de trabalhar
Quando a gente não é nada
De nada nunca vai passar.

Não sou visto com bons olhos
Ninguém ver o meu valor
Se tenho valor não tenho
A ninguém sou devedor
Não devo não tenho crédito
Ninguém quer ser meu credor.

Nem eu mesmo sei quem sou
Se nasci ou vim a fura
Se existo ou não existo
Minha estrada é tão escura
Se estou vivo ou morto
Minha vida uma loucura.

Tenho olhos mas não vejo
Minha visão não espelha
Horas sou igual leão
Em outras igual ovelhas
Minha cabeça só serve
Pra separar as orelhas.

Não tenho prestígio algum
Perante as autoridades
Infortúnio no amor
Vítima de falsidades
Espécie em extinção
No mundo das raridades.

Felicidade não conheço
Nasci em data errada
O mundo do desconforto
Tem sido minha morada
Tenho que me conformar
Pois não sou ninguém, não sou nada.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.