quarta-feira, 25 de julho de 2012

1.502 – TERRA ABENÇOADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 25 07 2012 e música.

Eu sou filho desta terra
A ela tenho amor
Uma terra abençoada
Por Jesus nosso senhor.

Acopiara querida
E o meu berço natal
Interior cearense
Bem longe da capital.

Cidade de médio porte
De gente hospitaleira
E berço de grandes vultos
Desta nação brasileira.

Município progressista
Onde se prega o amor
E conhecida por todos
Por terra do lavrador.

A sua história remonta
De luta e heroísmo
De gente forte e bravia
De super idealismo.

Onde a tribo Quixelô
Implantou vasta cultura
Na criação de animais
E explorou agricultura.

Antes chamada de Lages
E depois Afonso Pena
Hoje é Acopioara
De temperatura amena.

Quem visita esta terra
Jamais a esquecerá
Quem beber de sua água
Novamente voltará.

Os céus é mais estrelado
O sol brilha bem mais forte
Seu filho não foge a luta
Aqui todos têm mais sorte

O vento sopra suave
Tem a mais linda madrugada
Eu amo de coração
Esta terra abençoada.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 24 de julho de 2012

1.501 – EU TENHO SAUDADES

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 24 07 2012 e música;


Eu tenho saudades
Do meu tempo de criança
E da vizinhança
Que tinha no meu lugar
Da meninice
E da minha juventude
Tempo que pude
A minha vida gozar.

Eu tenho saudades
Dois meus banhos de cascara
E da verde mata
Que reveste o meu sertão
Da chuva fina
Da neve que cobre a serra
Poeira da terra
Da chuva que molha o chão.

Eu tenho saudades
De quando eu fui vaqueiro
E do taboleiro
Que o gado vaquejei
E da caatinga
Que eu corri encourado
Cavalo montado
Dos bois brabos que peguei.

Eu tenho saudades
Das perneira e gibão
Esporas então
Eu jamais vou esquecer
Cavalo branco
O velho chapéu de couro
No bebedouro
A criação a beber.

Eu tenho saudades
Do curral e do chiqueiro
Cachorro trigueiro
E da vaca violeta
E das ovelhas
Os animais na pastagem
E da passagem
Lá nos céus de um cometa.

Eu tenho saudades
Do ronco da cachoeira
E na capoeira
O roço do algodão
Da farinhada
Engenho de rapadura
Da noite escura
Tenebrando o meu sertão.

Eu tenho saudades
Do relâmpago e trovão
E da plantação
Feita na terra molhada                                                                                                                                                                               Feitio da broca
Da enchente no riacho
Ao clarão do facho
A noite fazer caçada.

Eu tenho saudades
Das boiadas na estrada
Da madrugada
O alvorecer do dia
Da passarada
Na copa do arvoredo
Alegre sem medo
Despertar em cantoria.

Eu tenho saudades
Da minha mãe e meu pai
Do peito não sai
Lembrança dos meus avós
Partiram todos
Para outra dimensão
Só recordação
Deixaram pra todos nós.

Eu tenho saudades
Da nossa vida pacata
De alpargata
Tínhamos felicidades
Mas o passado
Para sempre foi embora
Só me resta agora
Dizer; Eu Tenho Saudades.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

1.500 – POEMA DE NÚMERO MIL E QUINHENTOS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 07 2012 e música;


Sou poeta brasileiro
Nasci no interior
De família de poetas
O meu pai foi cantador
Escrevendo poesias
Eu me tornei escritor.

Este é o poema de
Número mil e quinhentos
De tudo escrevi um pouco
Nos mais diversos momentos
Em poemas escrevi
Um pouco dos meus intentos.

No ano noventa e oito
Com quase cinqüenta anos
Depois de decepções
Transtornos e desenganos
Mudei meu rumo de vida
E modifiquei meus planos.

No dia dez de setembro
Algo estranho senti
Que nasci pra ser poeta
Graças a deus descobri
A “Mulher Pretensiosa)
Primeiro que escrevi.

À quase quatorze anos
Que eu me tornei poeta
Escrevendo poesias
Às vezes banco profeta
Escrevendo poesias                                                                                                                                                                                    Minha vida se completa.

Eu gosto de fazer versos
Mas nunca fui cantador
Com a caneta na mão
Escrevo com muito amor
E por este dom divino
Agradeço ao senhor.

Escrevo com humildade
É simples meu linguajar
Tento fazer o melhor
E a todos agradar
Respeito às leis divinas
E sem escandalizar.   

 Eu escrevo sobre amor
Saúde, felicidade,
O trabalhador da roça
E o homem da cidade
Da criança e juventude
E da terceira idade.

Escrevo a mulher bonita
E da vida no sertão
Do vaqueiro nordestino
E do cabra valentão
Do cantador de viola
 Do meu querido torrão.

Do desprezo e da paixão
Do luto e felicidade
Da proeza nordestina
Do culto e da falsidade
Da inveja e do orgulho
Violência e bondade.

Eu escrevo sobre a seca
Que assola meu sertão
Do trovão e do relâmpago
A chuva que molha o chão
Das enchentes e do mar
Da tempestade e vulcão.

Das coisas da natureza
E também sobre animais
Da vida religiosa
Estupros e vegetais
Depredação, poluição,
Da paz e dos minerais.

Poucos poetas no mundo
Escreveu o quanto eu
Mas inda não fiz sucesso
A chance ninguém me deu
Também não tenho recursos
Pra divulgar o que é meu.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar

1.499 – MINHA RECOMPENSA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 07 2012. E música;


Por todo esse tempo
Tenho trabalhado
E me esforçado
Bem feito fazer
Dei tudo de mim
Transmiti mensagem
Sem politicagem
Sempre fiz com prazer.

Trabalhei com gosto
Quase toda vida
Da missão cumprida
Eu tenho certeza
Não poupei esforços
Derramei suor
Fazer o melhor
E sem alvareza.

Fiz o impossível
Exposto ao sol                                                                                                                                                                                        Pelo Futebol
Da minha cidade
Tudo qu’eu tinha
Com ele gastei
Depois que quebrei
Passei necessidade.

De corpo e alma
Eu me entreguei
A o auge levei
Com muito amor
Eu perdi meu tempo
E gastando o meu
O bem que me deu
Decepção e dor.

Futebol me deu
Bastante prazer
E o desprazer
De ganhar desavença
Hoje as vésperas
Duma eleição
Descriminação
Minha recompensa.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 21 de julho de 2012

1.498 – COISAS DE MOMENTOS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 21 07 2012 e música;


Pois o momento que nos proporciona
Momentos de alegria e prazer
É o mesmo momento que proporciona
Momentos de tristeza e desprazer.

Alguém jamais vive só de alegria
Também passa momentos difíceis na vida
É nos momentos difíceis que se aprende
Vencer a batalha considerada perdida.

Eu digo isto por que também já passei
Muitos momentos difíceis em minha vida
Eu acredito que jamais uma pessoa
Não some pelo menos uma luta perdida.

As crises sempre aparecem de momentos
Não há como se prever quando ela vem
Faz-se necessário que estejamos atentos
Para deter aquilo que não nos convém.

Não podemos de modo algum fraquejar
Nem desvanecer dos nossos objetivos
Temos que lutar com as unhas e dentes
E descobrir os pontos fracos e positivos.

Quando as coisas aparentam mui difíceis
São sinais que algo de bom vai acontecer
Logo uma luz surge no final do túnel
São desafios que teremos de vencer.

Tem gente que na primeira crise desvanece
Esquecendo que a vitória é do mais forte
Temos que ser persistente no que fazemos
E não ficarmos esperando só pela sorte.

Pois nem o bem nem o mal prevalecem sempre
Nem sempre a vida é feita só de tomentos
Tudo pode acontecer contra a nossa vontade
As crises e bonanças são coisas de momentos


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 17 de julho de 2012

1.497 – VIAJAR

Autor. Erivaldo Alencar.

Letra; 17 07 2012. E música;


Eu não sei como tem gente
Que nunca sai do lugar
Tenho espírito aventureiro
E gosto de viajar
Só não vivo viajando
Porque o dinheiro não dar.

Gosto muito de andar
E o mundo conhecer
Visitar lugar estranho
E coisas bonitas de ver
Conhecendo outra gente
Vou aumentar meu saber.

Tenho planos pra o futuro
Um dia quando ganhar
A Mega-Sena da virada
Assim posso viajar
Para sair da rotina
E meu corpo descansar.

Creio que não está longe
De isto acontecer
Talvez no final do ano
Seis pontos eu vou fazer
Pegar o prêmio maior
Para bolsos eu encher.

Com o dinheiro em mãos
Vou fazer o que eu quiser
Vou ajudar meus parentes
Meus filhos e eis-mulher
Entidades filantrópicas
E a todos que a mim vier.

Vou conhecer meu estado
O meu amado torrão
De cidade em cidade
Conhecer minha nação      
Pra poder vencer o tempo
Comprarei um avião

Pra pilotar o avião
Pilota vou contratar
A igreja a qual pertenço
Também irei ajudar
Somente ganhando a Mega                                                                                                                                                                     Eu vou poder viajar


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.                       

domingo, 15 de julho de 2012

1.496 – CONVERSE COM JESUS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 15 07 2012 e música;


Você que diz que a vida não tem sentido
Está enganado amigo veja porque
É uma dádiva dada pelo pai eterno
Especialmente feita para você.

Não se reclame da vida que você tem
Ela não é culpada do que você passa
Não desanime confie no Deus criador
Ele é poderoso e o libertará da desgraça.

Poste as mãos e levante-as para os céus
Regace a calça, sente seus joelhos no chão
Ore com fé ao nosso senhor Jesus Cristo
Com certeza ele ouvirá tua oração.

Não blasfeme, procure conversar com ele,
Pra ir a ele não precisa intercessor
Ele é santo e verdadeiro filho de Deus
Tuas preces ele levará ao criador.

Saiba que Jesus é caminho, verdade e vida.
Não há problemas que não possa resolver
Seja humilde, tenha fé, pois com muita fé.
Com misericórdia Jesus vai te prover.

Não adianta querer se defrontar com Deus
Ele é supremo e de tudo o criador
Deu ao seu filho Jesus Cristo, todo poder,
E para de todos seus feitos ser o Senhor.

Saiba que a blasfêmia desagrada Jesus
Não é com heresias que tu vais vencer
Se sua vida vai mal a culpa é toda tua
Não jogue a culpa em Jesus pelo teu sofrer.

Reconheça a tua inferioridade
Peça ao mestre pra te libertar desta cruz
Se está sofrendo, qualquer que seja o motivo.
De joelhos em oração converse com Jesus.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.