domingo, 8 de julho de 2012

1.490 – COM O QUE GANHO, VOLTAR PRA LÁ NÃO POSSO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 07 2012 E MÚSICA.


Faz muito tempo que deixei a minha terra
Pra noutra terra tentar ganhar dinheiro
Fui infeliz e eu só dei barrigadas
Nesta terra eu sou mais um forasteiro.

Tenho emprego, mas ganho pouco dinheiro,
As coisas são caras pouco dá para comprar
No final do mês tenho que me rebolar
Pois nem sequer as contas dão pra pagar.

Tenho saudades da minha terra querida
Meu sonho um dia poder lhe visitar
Rever todos parentes que lá deixei
E os meus pais com fervor quero abraçar.

Mas infelizmente o meu dinheiro não dar
Para que eu possa visitar a minha terra
Tento poupar pra poder junta dinheiro
Para muito breve rever meu pé de serra.

Em terras alheias eu tou vivendo preso                                                                                                                                            Sem nenhuma chance de libertação
Trabalho muito pra fazer meu de meia
Mas o salário é uma negação.

Minha morada dá tristeza entrar nela
Um cortiço de baixa categoria
Não tenho amor, parente e nem amigos
Esta não é a vida que eu mais queria.

Se acaso arrependimento matasse
Há muito tempo que eu teria morrido
Não me acostumo com a vida que tou levando
A minha vinda pra cá foi tempo perdido.

Eu vim pra cá pra puder ganhar dinheiro
Não ganhei nada, sou tratado como troço.
Economizo pra voltar pra minha terra
Mas com o que ganho, voltar pra lá não posso.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 7 de julho de 2012

1.489 – NÃO HÁ MOTIVO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 07 07 2012 e música;;


Não tenho motivos
Pra ter alegria
Neste infeliz dia
Perdi meu amor
Quem eu amo tanto
Partiu foi embora
Só resta agora
A tristeza e dor.

Só por alguns anos
Senti-me feliz
Com quem sempre quis
Construí meu lar
Um ciúme à-toa
Foi o causador
De o nosso amor
Assim se acabar.

Pois eu não fiz nada
Pra trair meu bem
Mas veio alguém                                                                     
Pra nos separar
Inventou mentiras
Ela acreditou
No que esta falou
Sem me escutar.

Eu tentei de tudo
Conversar com ela
Mas a minha bela
Não quis me ouvir
Muito aborrecida
Sem olhar pra traz
Com ódio voraz
Foi sem despedir.

Por causa de alguém
Que infernizou tanto
Derramo meu prato
Neste infeliz dia
Eu não sei porque                                                                                                                                                                                  Que ainda tou vivo
Pois não há motivo
Pra ter alegria.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

1.488 – SUA PRÓPRIA SEMELHANÇA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 06 07 2012 e música;


Javé ao homem criou
Sua própria semelhança
Fez o mundo e o doou
Dando-lhe a confiança.

De sua obra cuidar
Com responsabilidade
Sem jamais desrespeitar
A sua autoridade.

O Deus da onipotência                                                                                                                                                                         Deu ao homem inteligência
Para com sabedoria.

Cuidar bem dos feitos seus
Com ajuda do mesmo Deus
Sem ódio e demagogia.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

1.487 – O CULPADO SOU EU MESMO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 07 2012 e música;


Não adianta reclamar
Da minha situação
O culpado sou eu mesmo
Não possuir nada não.

Tive oportunidades
De alcançar à riqueza
Mas eu joguei tudo fora
E continuo na pobreza.

Trabalhei por toda vida
Muito dinheiro ganhei
Sem fazer economia
Tudo que ganhei gastei.

Envolvi-me com mulheres
E com futebol também
Eu gastei com bebedeiras
Com coisas que não convém.

Em todas festa que eu ia
Sempre banquei o ricão
Pagava todas despesas
Ajuda não tinha não.

Agora estou pagando
Toda besteira que fiz
Para viver na pobreza
Ser um besta infeliz.

Na minha casa falta tudo
Meu salário é quase nada
Não tenho crédito na praça
A coisa tá complicada.

Eu tenho sofrido muito                                                                                                                       Mas eu não sofro a esmo
De todo meu sofrimento
O culpado sou eu mesmo.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

1.486 – TEM GENTE QUE RECLAMA DE TUDO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 07 2012 e música;


Há gente no mundo que
Vive de reclamação
Reclama de todos os feitos
De o Deus da criação
Pois só reclama, mas não,
Apresenta solução.

Reclama do vento forte
Da tempestade e do frio
Também reclama da seca
E da enchente do rio
Do calor e do sol quente
Da chuva e do estio.

Reclama quando não chove
Da chuva que molha o chão
Da lama e da poeira
Relâmpago e trovão
Dos raios e calmaria
Tremor de terra e vulcão.

Reclama da própria vida
Também do seu afazer
Reclama do seu trabalho
Problemas pra resolver
Quer tudo em suas mãos
Mas sem ter que receber.

Reclama por não ser rico
Por ser infeliz sem sorte
Das noites de escuridão
Porque Deus criou a morte
Pra que serras, pra que montes.
E por não ter um transporte.

Reclama infelicidade
A doença e a dor
Até das ondas do mar
Da doutrina do Senhor
De tudo que ele não gosta
Ele culpa o criador.

Reclama por nascer vivo
Quando ver criança morta                                                                                                                                                                                                           Das árvores com espinhos
E de uma planta torta
Até do canto das aves
Tem gente que se importa.

Pois tem gente que reclama
Pra que Deus criou planetas
Reclama da lua nova
Pra que serve os cometas
Para que serve o rabo
E fêmea com tantas tetas

Quando o sol tá muito quente                                                                                                                                                                                     Reclama do nevoeiro. 
Tantas estrelas no céus 
Com tão opaco luzeiro                                                      
Da quantidade de chifres
Que tem o veado galheiro.

Há quem reclame por que
Há tanta água no mar
Porque tantos bichos feios
Só pássaros podem voar
Porque um astro sai quase
Sempre no mesmo lugar
.
Deixo minha opinião
Pra quem tá insatisfeito
Que só sabe reclamar
É cego ou não ver direito
Tudo que se propôs fazer
O criador fez perfeito.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 3 de julho de 2012

1.485 – Ó POMBO CORREIO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 07 2012 e música;


Ó pombo correio
Que tão longe vai
Pegue a carta e sai
Por todo o lugar
Entregue pra aquela
A quem amo tanto
Molhada em pranto
De eu tanto chorar.

Também diz pra ela
Como estou vivendo
Quanto tou sofrendo
De saudades dela
Que a minha vida
Não tem mais sentido
Que eu tenho vivido
Chorando por ela.

Que só vivo bêbado
Caído na rua
Pela culpa tua
Perdi a razão
Pra onde eu vou
Eu chamo por ela
Com saudade dela
Escrevo canção.

Me chamam de louco
Doido alucinado
Por ser desvairado
Por que não me ama
Meus amigos mangam
Por amar aquela
Meu prato por ela
No chão se derrama.

Também diz pra ela
O meu padecer
Que eu irei morrer
Se ela não voltar
Não suporto mais
A dor do meu tédio
Só o seu remédio
Pode me salvar.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

1.484 – DESTRUIDOR DA PAZ

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 07 2012 e música;


Existe gente por aí
Que vive de fazer o mal
Sempre buscando denegrir
A vida da pessoa normal.

Bota defeito em todo mundo
Fala que tudo está errado
Chama o povo de vagabundo
Que dos males Deus é o culpado.

Somente ele quem é direito
Mas não seu próprio defeito
E nem as maldades que faz

Calunia sem o porquê
Difama e jamais ver que
Ele é destruidor da paz..


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.