sábado, 31 de agosto de 2019

2.529 - EU SÓ QUERO SER EU MESMO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra:31 07 2019 emúsica:


Não sou melhor que ninguém
Nem também eu quero ser
Eu só quero ser eu mesmo
E como sou vou viver
Fazendo a minha vontade
Sem dos outros depender.

Nem aos outros quero ser
Como alguém que assim pensa
No mundo da concorrência
Que o mais forte que vença
Da minha vitória final
Jamais vou perder a crença.

A todos peço licença
Para que eu possa passar
Não quero crescer sozinho
Nem a ninguém humilhar
Crescer coletivamente
Pra Deus nos abençoar.

Quero me perpetuar
Com Deus me dando o poder
Ao lados dos que trabalham
Fazendo por merecer
Sem ganância sem inveja
Com todos poder crescer.

Jamais vou desvanecer
Nem fugir do sacrifício
Sou forte e com fé em Deus
Não me entregarei a vício
Prestar serviço é meu lema
O que a todos for propício.

Eu bem sei desde o início
Que comecei escrever
A ninguém sou superior
Que escrevo pro povo ler
Na poesia eu mostro
Que sou capaz de fazer.

Na ciência do escrever
Sinto-me recompensado
Gosto muito do que faço
Embora sem ser letrado
Minha poesia é simples
Mas escrevo com cuidado.



Escrevo verso rimado
Busco não escandalizar
Escrevo a minha maneira
Sem a ninguém difamar
Se alguém precisar de mim
Estou pronto pra ajudar.

Os fatos que eu narrar
Narro com muita atenção
Busco escrever a verdade
Sem fazer acusação
As poesias que faço
Tiro da inspiração.

Eu não faço profissão
Deus deu-me sabedoria
Com minha inspiração fértil
Escrevo e dou garantia
Eu só quero ser eu mesmo
Na arte da poesia.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

2.528 - NÃO VOU CORRER.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 30 08 2019 e música:


Não tenho pressa na vida
Por isto eu não vou correr
Aquele que corre cansa
Há muito que ouço dizer
Devagar chego onde quero
Não há pressa pra morrer.

A todos faço saber
Que vou viver muitos anos
Muitos já tenho vivido
Sempre defendendo planos
Sei que um dia vou morrer
Preso a estes desenganos.

Meus desejos não são profanos
Mas pura realidade
Fazer o que quero ainda
Não tive a capacidade
É preciso viver muito
Pra fazer minha vontade.

Com toda sinceridade
Meus planos têm sido em vão
Faço tudo pra dar certo
Buscando na contramão
Tudo acontece errado
Té parece maldição.

O que mais quero então
Ajudar a quem precisa
Acabar com a violência
È o que meu coração visa
Querer fazer e não poder
É o mesmo que levar pisa.

A minha dor ameniza
Se faço o bem para alguém
A minha tristeza aumenta
Fazendo o que não convém
Portanto busco ajudar
Sem discriminar ninguém.

Eu também sei muito bem
Qual que é o meu dever
Ao invés de maltratar
Meu dever é proteger
E da maldade humana
Eu busco me defender.



Não estar no meu querer
Compartilhar com a maldade
Eu tenho que combater
Tudo que for crueldade
Mesmo que faça doer
Tenho que levar a verdade.

Não ajo com leviandade
Pois não adoto a mentira
Quando alguém mente pra mim
Meu peito se enche de ira
Meu coração se revolta
Triste minha alma suspira.

Repito não é mentira
O que eu tenho a dizer
Eu tenho que viver muito
Tenho muito o quefazer
Sem pressa vou chegar lá
Por isto não vou correr.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

2.527 - MEU PEITO DILACEROU.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 27 08 2019 e música:


Não há nada neste mundo
Que possa me fazer sorrir
Meu sentimento é profundo
A ponto de me destruir.

O amor que eu tenho por ela
Não soube fazer bom uso
Por tanto acreditar nela
Sofro maus tratos e abuso.

Esta mulher infiel
Com seu coração cruel
Com outro me enganou.

Ela que foi minha um dia
Com a sua covardia
Meu peito dilacerou.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.526 - RESPEITAR E NÂO OS DESTRUIR.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra:29 08 2019 e música:


Que adianta nascer e viver
Sem ter nada pra se preocupar
Viver a vida sem nada fazer
Depois morrer sem algo útil deixar.

Deus deu ao homem a inteligência
E sabedoria pra utilizar
O dom do amor e da consciência
E o mundo composto pra explorar.

Disse Deus quando ao homem entregou
A terra e tudo que nela existe dou
Para fazer bom uso e servir.

Aos animais e ao seu semelhante
Preservar os meus bens a todo instante
Respeitar e não os destruir.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

2.525 - MEUS SONHOS REALIZAR.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 28 08 2019 e música:


Nos meus setenta de vida
Muitas coisas presenciei
Nesta estrada tão comprida
Andei, andei mas não cansei.

Mesmo com toda esta idade
Meus sonhos não realizei
Talvez com a triplicidade
Meus sonhos realizarei.

Vou continuar lutando
Os meus sonhos vou buscando
Com êxito alcançar.

Quero muito e forte sou
Com persistência um dia vou
Meus sonhos realizar.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

2.524 - SOLITÁRIO ESTOU PERDIDO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 25 08 2019 emúsica;


É mais um dia monótono
Que passa em minha vida
Não sei sevou ou se fico
A estrada é tão comprida
O meu desânimo é tanto
Em esta vida sofrida.

Meu mundo é uma avenida
De sofrimento e dor
Busco por todos os lugares
Felicidade e amor
Nesta busca descobri
Que sou mais um sofredor.

Enquanto falam de amor
Eu só vivo por viver
No mundo da infelicidade
O meu destino é sofrer
Sou réu sem advogado
Pra minha causa defender.

Estou em vista de perder
O que mais quero na vida
Sou um desventurado
Pego por pala perdida
Capenga cansado numa
Estrada só com subida.

Esta dor tão dolorida
Machuca meu coração
Igual doença sem cura
Sem ninguém pra dar a mão
Não há por quem se valer
Sem direito a salvação.

Vou indo na contramão
Por ai desiludido
Num deserto sem destino
Por maldades perseguido
Em um mundo desamado
Solitário Estou Perdido.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.


2.523 - SENTADO NA CALÇADA.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 27 08 2019 e música:


Estou sentado na calçada
Da nossa igreja matriz
Com ouvidos bem abertos
Ouvindo o que o povo diz.

Eu estou observando
O que acontece na praça
Com olhos atenciosos
Vendo o que por aqui passa.

Há carros que aqui passam
Em alta velocidade
Oferecendo perigo
A nossa coletividade.

Olho pro comércio e vejo
Que as lojas estão vazias
Sem ter nada pra fazer
Vou fazendo poesias.

O sol está muito quente
O vento está muito forte
Com a temperatura altra
Corremos o risco de morte.

É grande o movimento
De veículos que passa
Acelerando poluindo
Toda praça com fumaça.

Vejo com pressa ou sem pressa
Pessoas indo e voltando
E moradores de ruas
Aos outros perturbando.

Aqui acontece de tudo
Coisas que não levam nada
Sem importar eu assisto
Aqui sentado na calçada.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar