domingo, 16 de setembro de 2012

1.539 – COM PRAZER EU VOU VOTAR.

1.539 – COM PRAZER EU VOU VOTAR.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 16 09 2012 e música;


Com prazer eu vou votar
Este ano na eleição
Pra eleger a prefeito
O candidato do povão.

Ele é filho da terra
Humilde e trabalhador
É culto e generoso
Homem de grande valor.

No dia da eleição
Quando na seção chegar
Com o título de eleitor
Meu voto vou confirmar.

Sem fazer politicagem
Tumulto nem arruaça
Dou meu voto consciente
Sem medo de ameaça.

Além de eleger prefeito
Voto pra vereador
Nesta eleição vou provar
Que meu voto tem valor.

Como cidadão eu tenho
Obrigação de votar
E escolher os políticos                                                                                                                                                               Que vão nos administrar.

Com prazer eu vou votar
É meu dever de eleitor
Votando vou eleger
Prefeito e vereador.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar              

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

1.538 – NÃO BASTA.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 12 09 2012 e música;


O amor quando é grande
O coração se expande
A mulher quando é falsa
Não basta vestir de alça.

Quando se está doente
Não basta ser decadente
Pra ser um bom cantador
Não basta ser rimador.

Cabra pra ser valentão
Não basta fazer confusão
Pra ser trabalhador da roça
Não basta ter uma palhoça.

Para ser um bom vaqueiro
Não basta ser cavaleiro
Para ser um repentista
Não só basta ser artista.

Para ser bom ganhador
Não basta ser jogador
Para ser namorador
Não basta ser paquerador.

Pra ser um bom estudante
Não basta ser postulante
Pra ser um bom motorista
Não basta sair da pista.

Para curar o seu tédio
Não basta usar remédio
Pra ser um bom pagador
Não basta ser devedor.

Pra roubar um companheiro
Não basta ser caloteiro
Pra fazer rima completa
Não só basta ser poeta.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.537 – QUATORZE ANOS DE POESIAS;

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 11 09 2012 e música;


Ontem foi dez de setembro
Dois mil e doze o ano
Orgulhosamente eu lembro
Quando pedi ao soberano.

Algo que fizesse esquecer
O futebol duma vez
Comecei a escrever
Poemas naquele mês.

Desde noventa e oito faço
Poemas sem embaraço
Rimando minhas alegrias

Da vida tou na metade
Sessenta e três de idade
Quatorze de poesias.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

1.536 – AMOR ESTRAGADO

Autor; Erivaldo Alencar

Letra; 11 09 2012 e música;

Fui o pior idiota
Ai me casar com você
Você sabe o porquê
Não é preciso lembrar                                                                                                                                                                Ou será que é preciso
Refrescar sua memória
O amor que fez história
Fosse assim acabar.

Se fazendo de santinha
Por muito tempo enganou
O bobo que te levou
Pra se casar no altar
Como manda o figurino
Você jurou eu jurei
A ti eu me entreguei
Sem nada imaginar.

Que estava me casando
Com uma mulher bandida
Dissimulada fingida
De passado tenebroso
Sem amor no coração
Uma falsa mentirosa
Se fingindo carinhosa
Cujo amor espinhoso.

Não me disse ser casada
Que a outros pertenceu
O bem que me ofereceu
A outros já tinha dado
Ao saber eu confiei
Nas promessas que me fez
Sem saber ser o da vez
De um amor estragado.

Depois de um tempo fora
De ter sofrido na vida
Volta toda arrependida
Para ficar ao meu lado
Mas você perdeu seu tempo
Outra mulher fui buscar
Para ocupar o lugar
De um amor estragado.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.535 – A VIDA NÃO É FEITA SÓ DE TRISTEZAS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 11 09 2012 E MÚSICA;


A vida não é feita só de tristezas
Nem também somente de alegrias
Mas, feita da soma de todas as grandezas.
Sempre na esperança de melhores dias

A vida não é feita só de derrotas
Nem também é feita só de vitórias
Mas, por grandezas somadas em cotas,
Do universos de derrotas e glórias.

Nem sempre os fracos são derrotados
Nem todos os fortes são agraciados
Mas, todos farão jus ao seu galardão.

Vencendo ou perdendo temos que saber
Que só é feliz quem a vida viver
No amor, obediência e retidão


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

1.534 – NÃO HÁ COISA MAIS IRRITANTE.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 06 09 2012 e música;

Não há coisa mais irritante
Que propaganda eleitoral
É uma zoada danada
Do interior a capital
Sai história de todo jeito
E cada um quer ser o tal.

É um teretetê danado                                                                                                                                                                   Propagados em alto som
As propostas são todas boas
E só tem candidato bom
Cada um é melhor que o outro
O outro melhor que bombom.

Este ano todo mundo vota
Sem votar ninguém vai ficar
Votar é direito de todos                                                                                                                                                                         Me obrigam meu voto dar
Pois cachorros e papagaios
Este ano vão ter que votar.

Este ano vamos eleger
O prefeito da nossa cidade
E também os vereadores
Pra dirigir a comunidade
Cidadãos com a ficha limpa
Com total responsabilidade.

Grandes carreatas são feitas
Delas sequer são planejadas
São muitas as discussões e brigas
Parecendo papagaiadas
Sai conversa de todos jeito
Distorcidas e conturbadas.

Muitas pesquisas são forjadas
Pra tentar ganhar o eleitor
Politicagens e ameaças
São feitas ao trabalhador
O eleitor hoje disputado
Na eleição perde seu valor.

No rádio e na televisão
A propaganda é constante
Nos carros e motos de som
A propaganda é intrigante
A propaganda eleitoral
Não há coisa mais irritante

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.533– SECA DESGRAÇADA.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 06 09 2012 E MÚSICA;

Aonde está a cauã
Que não chega pra cantar
Nem o carão da lagoa
Não vem mais anunciar
Quando é que o inverno
No meu sertão vai chegar.

Este ano choveu pouco
Não deu pra molhar a terra
Muitos açudes secaram
De cede o gado berra
Pois na hora da bebida
Até parece uma guerra.

O Anum-preto também
Já não faz mais enxurrada
Quando o tempo se prepara
Já se ouve a trovoada
O vento leva as nuvens
Sem deixar terra molhada.

Já não se ver mais formiga
Se mudando de lugar                                                         
Nem o cupim criar asas
Para na chuva voar
Não se ver mais tanajuras
Do formigueiro levantar.

Até mesmo os animais
Deixaram de escramunçar
Sem chuva o sabiá
Também parou de cantar
E sem água na lagoa
A garça não vai pescar.

Com os serenos que deu.
Sequer deu para plantar
Rios não botaram água
Pra nos poços armazenar
Nem a água da biqueira
Deu pro telhado lavar.

Pois a água na cidade
Tá sendo racionada
Para o sertão a água
Em carro pipa é levada.
O sol tá insuportável
Nesta seca desgraçada.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.