segunda-feira, 8 de março de 2021

2.714 - QUADRÃO DESMANTELADO II.

 

Autor: Erivaldo Alencar:

 

Letra: 06 03 2021 e música:

 

 

O dia está findando

E a noite está chegando

Logo vai escurecer

Depois de um dia pesado

Vou a deus agradecer

Por tudo terminar bem

Louvo a deus e digo amém

No quadrão desmantelado.

 

Como poeta fiel

Pego caneta e papel

E começo escrever

Um poema bem rimado

Provando que sei fazer

Poesia popular

Para o leitor agradar

No quadrão desmantelado.

 

Por algum tempo bolei

Este estilo criei

E faço apresentação

Do novo estilo criado

Eu tenho a sensação

Que esse estilo vai pegar

Vou começar divulgar

No quadrão desmantelado

 

Sou poeta escritor

Versejando eu sou doutor

Com caneta e papel

Sou poeta tarimbado

Eu sou doutor sem anel

Mas sei fazer poesia

Faço e dou garantia

No quadrão desmantelado.

 

Não sou cantor repentista

Sou poeta poemista

Cordelista brasileiro

Em todo o mundo aprovado

Sou filho de violeiro

Acessado em todo mundo

Meu conhecer é profundo

No quadrão desmantelado.

 

Também sou genealogista

Palestrante ativista

Exímio pesquisador

Colecionador prendado

Hagiologista, escritor

Não sei cantar nem tocar

Mas gosto de versejar

No quadrão desmantelado.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

 

2.713 - NA LAMA SEM ENDEREÇO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 06 03 2021 e música:

 

 

Eu preciso te dizer

O porquê d’eu chorar tanto

Eu vou te fazer saber

Qual a razão do meu pranto.

 

Desde quando me deixou

Minha vida não tem sentido

Felicidade acabou

Vivo no mundo perdido.

 

Eu perdi meu endereço

Sinto-me ser um tropeço

Na vida de quem eu amo.

 

Padecer é o que mereço

Na lama sem endereço

Sem saber como me chamo.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.712 - QUADRÃO DESMANTELADO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 06 03 2021 e música do Quadrão.

 

 

Não queira saber quem sou

De onde venho onde vou

Se estou mal ou estou bem

Não estou preocupado

Tentei buscar no além

Consolo para meu choro

Só encontrei desaforo

No quadrão desmantelado.

 

Não tenho felicidade

Perdi minha dignidade

Sou um cara sem futuro

Por este mundo jogado

Meu viver é tão escuro

Sem amor sem esperança

Vivo fazendo lambança

No quadrão desmantelado.

 

Já tentei me arrumar

Sem a ninguém maltratar

Mas só causei sofrimento

Por todos sou odiado

Sou um cara violento

Só tenho causado danos

Inútil entre humanos

No quadrão desmantelado.

 

 

Não confio em mais ninguém

Distanciei-me do bem

Sou um cara intolerante

Pelo povão enojado

Além de ignorante

Individuo sem pudor

Péssimo semeador

No quadrão desmantelado.

 

Rogo a Deus pra me ajudar

Pra poder me controlar

Há não mais fazer besteira

E me tornar respeitado

Eu tenho a vida inteira

Para buscar viver bem

Fazendo o que me convém

No quadrão desmantelado.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 7 de março de 2021

2.711 - RESPEITAR O ANIMAL.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 03 03 2021 e música:

 

 

Fico triste quando vejo

Bicho no chão estirado

Que por alto-motoristas

Foi morto atropelado

Por desrespeitar a vida

Ou por falta de cuidado.

 

Meu peito fica apertado

Meu coração dolorido

Meu ego fica arrasado

O meu espírito ferido

Por eu não poder salvar

O animal desprotegido.

 

Eu vivo desiludido

Meio a tanta violência

Motorista e motoqueiros

Dirigir com imprudência

No volante ou no guidão

Trabalha sem consciência.

 

Devido sua imprudência

Eles são atropelados

Por pessoas irresponsáveis

São nas ruas abandonados

Por gente sem coração

São mortos envenenados.

 

Tantos outros machucados

Por humanos delinqüentes

Por maltratar animais

Só sendo loucos ou doentes

Que satisfazem seu ego

Maltratando os inocentes.

 

Estas pessoas doentes

Sem amor aos animais

Terão que serem punidos

Por seus atos  marginais

Quem maltrata indefesos

São monstros excumunais.

 

 

 

 

Ter amor aos animais

É a Deus obedecer

Eles são criações de Deus

Com direito ao bem viver

Deus nos deu a incumbência

Aos animais proteger.

 

Todos temos o dever

Cuidar bem dos animais

Aos gatos e aos cachorros

Nossos amigos leais

Eles dependem de nós

E judiá-los jamais.

 

Os que dizem racionais

Com raríssimas exceções

Não vou generalizar

Mas me dão preocupações

A violência há animais

Entristece os corações.

 

Causam-me decepções

Ver animais maltratados

Cavalo, burro, jumentos

Chicoteados, esporados

E os passarinhos serem

Brutalmente apedrejados.

 

Animais são capturados

E vendido a criadores

Passam fome e passam sede

Em mãos de maus produtores

E perversamente mortos

Por terríveis caçadores.

 

Deles eu sou defensor

E aqui eu faço um pedido

Protejam os animais

Tendo o cuidado devido

De estimação ou não

O mantenha protegido.

 

Ter o cuidado devido

Com o ser irracional

Deus atribuiu ao homem

Esse trabalho racional

Temos por obrigação

Respeita o animal

2.710 - COMECEI ESCREVER.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 02 03 2021 e música:

 

 

A noite já está chegando

Já começa escurecer

E o céu está nublando

Ameaçando chover.

 

Há pouco tempo cheguei

Do trabalho ganha pão

Na cadeira me sentei

Pra assistir televisão.

 

Sou poeta escritor

Liguei meu computador

E não pude me conter.

 

Ouvindo o som do trovão

Usei minha inspiração.

E comecei escrever

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.709 - DAQUI NÃO VOU SAIR.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 02 03 2021 e música:

 

 

Eu estou na avenida

Olhando o povo passar

Que está sendo poluída

Com um carro a fumaçar.

 

Um cara acende um cigarro

Solta fumaça no ar

Outro cheio de catarro

Não para de escarrar.

 

Na manhã dum novo dia

Em frente a sorveteria

Esperando o dono abrir.

 

Ontem a noite choveu bem

Agora chove também

Mas daqui não vou sair.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.708 - O PÃO NOSSO DE CADA DIA

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 28 02 2021 E MÚSICA:

 

 

O mundo não é só meu

E não é só seu também

O mundo que Deus me deu

Deus a todos que lhe convém.

 

Deus criou espaço e terra

E encheu-a de viventes

Criou planície, mar e serra

E seres inteligentes.

 

Noite fria e sol quente

Deu-nos tudo de presente

Pra de tudo bem cuidar.

 

Crescei e multiplicai

Dominai e cultivai

O Pão nosso de cada dia.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.