domingo, 23 de dezembro de 2012

1.597 – FELIZ NATAL

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 12 2012 e música;


Esta noite de natal
Não haverá outra igual
Quando todo pessoal
Relembra o nascimento
De Jesus nosso Senhor
Nosso rei e salvador
O perdão do pegador
Vai alegrar o momento.

Eu aproveito o momento
Pra buscar meu alimento
No Senhor do livramento
Para me fortalecer
Junto a ele caminhar
O evangelho divulgar
Sua palavra pregar
A quem quiser conhecer.

Mudar eu tenho tentado
E Deus tem me preparado
E com Cristo ao meu lado
Quero levar esperança
Com justiça e verdade
Transmitindo caridade
Na festa da cristandade
Principalmente a criança.

Se eu pudesse agora
Eu não perdia mais hora
Iria de mundo afora
Levando paz e amor
Rompendo as estruturas
Pregando as escrituras
A todas as criaturas
Para o reino do Senhor.

Se eu pudesse nesse dia
A saúde levaria
Mesa farta alegria
Para todo pessoal
Eu olho pro céu e vejo
Esplendoroso festejo
De coração eu desejo
Pra todos feliz natal.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 22 de dezembro de 2012

1.596 – PARABENS FILHA QUERIDA, PELO TEU ANIVERSÁRIO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 22 12 2012 e música;


Hoje é dia de festa
Observei no calendário
Parabens filha querida
Pelo teu aniversário.

Jesus Cristo te abençoe
Por toda sua existência
Que tu sejas protegida
Pelo Deus da providência.

Que hoje seja um dia
Cheio de felicidade
Ao lado de quem tu amas
Em grande festividade.

Que tua mãe e seus irmãos
Trate-lhe com muito amor
Divirta-se com seus amigos
Sempre na paz do Senhor.

Desejo que neste dia
Para Cristo iluminar 
Tudo de bom que tu queres
Pra mui breve alcançar.

Creio em Deus Jeová
Que irá te proteger
Da maldade deste mundo
Porquanto você viver.

Que o Senhor lhe presenteie
Com muita paz e amor
Que os seus objetivos
Tu conquistes no Senhor.

Vai a luta sem temer
Conquiste o imaginário
Parabens filha querida
Pelo teu aniversário.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.595 – O MUNDO NÃO SE ACABOU

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 21 12 2012 e música;


Se o mundo acabou, não vi.
Se morri, ainda não sei.
Percebo que sobrevivi
A algo que nunca passei.

Os caras que determinaram
Dia e hora do mundo acabar
Falsamente profetizaram
Que não podiam realizar.

Somente Deus pode saber
Quando isto vai acontecer
Foi isto que Jesus falou.

Que foi profetizados por eles
Ao contrário da vontades deles
O mundo não se acabou.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

1.594 – RÁDIOS DIVULGAM NOSSO PROGRESSO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 18 12 2012 e música;


Muita gente anda falando de crise
Sinceramente não isto que parece
Atentamente hoje fiz um reprise
E o que hoje vejo muito me engrandece.

Eu observo enormes casarões
Deixando a nossa cidade mais bela
São sobrados, edifícios e mansões
A nossa cidade cresce sem favela.

Muitas casas e praças são reformadas
Muitas outras ruas foram asfaltadas
Recuperadas também as vias de acesso

Bancos voltam a se estabelecer
Indústria e comércio a florescer
Enquanto os rádios divulgam nosso progresso.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.593 – CHEIA DE AMOR VOLTE A ME FAZER SORRIR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 18 12 2012 e música;

Não adianta dizer que eu te amo
Infelizmente você não acredita
Não adianta dizer que te adoro
Com tudo que faço você se irrita.

Que adianta fazer tudo pra você
Se o que faço você não agradece
Quanto mais eu insisto em você
Muito mais o meu coração padece.

Que adianta chorar a traz de ti
Se  você não liga para o meu chorar
Vive fugindo e jamais quer me ouvir
Nem os meus ais vai fazer você voltar.

A minha vida sem você não tem sentido
Sinto um vazio dentro do meu coração
A minha casa sem você é um deserto
E o meu quarto um mundo de solidão.

Com seu desprezo não consigo mais dormir
E quando durmo eu sonho vendo você
Sorridente jogada nos braços doutro
E aos beijos delirando de prazer.

Por conta disto desperto revoltado
E transtornado pela minha desventura
Até em sonhos tu procuras humilhar
Este infortúnio que vive na amargura.

Já fiz de tudo para de ti esquecer
Felizmente esquecer-te não consigo
O meu destino é amar sem ser amado
Gostar de ti este é meu maior castigo.

Tenho esperança que um dia no futuro
Todo seu orgulho possa por terra cair
Arrependida de todo o mal que me fez
Cheia de amor volte a me fazer sorrir.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

1.592 – ESTE MUNDO TÃO GOSTOSO, PORQUE QUEREM ACABAR.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 11 12 2012 e música;


O mundo é tão gostoso
Porque querem acabar
Com incêndio criminoso
A vida exterminar.

Só gente muito maldosa
Que não tem amor à vida
Faz profecia mentirosa
Sabendo não ser cumprida.

Com guerra e revolução
Assassinato, poluição
Vão a terra dizimar

Patrimônio valioso                                                                                                                                                                               Este mundo tão gostoso
Porque querem acabar?


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 9 de dezembro de 2012

1.591 – AINDA TENHO LEMBRANÇA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 09 12 2012 e música;


Ainda tenho lembrança
Do meu tempo de criança
Tempo bom e de esperança
Que não esqueço jamais
Da minha primeira idade
Até minha mocidade
Eu me sentia a vontade
Junto aos meus queridos pais.

Inda lembro os caminhos
E de todos os vizinhos
Dos alegres passarinhos
Nos galhos do juazeiro
Da rolinha, do nambu.
Do paturi, do jacu.
Das galinhas, do Peru.
Criados lá no terreiro.

Também lembro o periquito
O papagaio, o cebito.
Cancão pássaro bonito
Asa-branca e o gambá.
Na pedreira o mocó
Na pescaria o socó
Na mata o pixoxó
Do bravo Lobo-guará.

Da casa que eu nasci
Onde morei e cresci
Da água que eu bebi
Da roça que eu trabalhei
Do gado que eu campeava
Dos borregos que eu curava
Cabritos que eu chiqueirava
Do mato que eu capinei.

Inda lembro o terreiro
O aboio do vaqueiro
O escuro nevoeiro
Jogando chuva no chão
Relâmpago no nascente
O pôr do sol no poente
Do banho na água corrente
E o gemido do trovão.

De quando o inverno chegava
Das covas que eu cavava
Da semente que semeava
Das plantas que vi nascer.
O milho sair do chão
Da debulha do feijão
Da cata do algodão
Sem aos besouros temer.

Lembro o mel da abelha
A estrela que centelha
Meu avô fazendo telha
Lá na sua olaria
Inda lembro na floresta
Pássaros fazendo festa
Jovens fazendo seresta
E o meu pai cantoria.

Da minha mãe trabalhando
No rio roupas lavando
E dos seus filhos cuidando
Com muita dedicação                                                                                                                                                                              Do meu pai lá no roçado
Trabalhando alugado
Para ganhar um trocado
Pra nossa alimentação.

Do gado que encurralava
Das vacas que desleitava
E do leite que eu tomava
Leite mugido na hora
Das festas de São Gonçalo
Da corrida de cavalo
E do cântico do galo
Cedo ao romper da aurora.

Nunca esqueci, sou franco.
Do velho cavalo branco
E da mulher de tamanco
Da cangalha e da cela
E do macaco soim
Das formigas e cupim
Quando queimei o capim
Da tramela e da cancela.

Da mordida da mutuca
De uma velha caduca
Quando fazia arapuca
Para pegar passarinho
O Canário cantador
O gavião caçador
E do veloz beija-flor
Arquitetando seu ninho

Do banho de cachoeira
Do roço da capoeira                                                                                                                                                                               Do broto da catingueira
Na vinda da primeira chuva
Da raposa galinheira
Do meu pé de aroeira
Da foice e da roçadeira
Que usei sem usar luva.

Da broca que eu fazia
Da amanhecência do dia
Maneiro pau e cantoria
Da noite enluarada
Do o lindo amanhecer
Domingos ao entardecer
E do sol se esconder
Ao fim da sua jornada

Lembro o Vento Aracati
Na mata o Juriti
O valente bem-te-vi
E do tempo de bonança
Do meu berço idolatrado
Do estio prolongado                                                                                                                                                                                 O que vivi no passado
Ainda tenho lembrança.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.