Autor: Erivaldo Alencar.
Letra; 31 10 2026.
Eu não sou nenhum maluco
Para não lhe entender
O que tu pensas que és
E o que pretende ser
Mas jamais vai conseguir
Alcançar o seu querer.
Ouça que tenho a dizer
Pois tenho conhecimento
O teu instinto maligno
E o teu procedimento
Nem tu entendes você
Com seu caráter nojento.
Já é chegado o momento
De suas contas pagar
Todos males que fizestes
Contas você vai prestar
Nem sequer mesmo fingindo
Deles irá se salvar.
Só Deus pra te perdoar
Os erros que cometeu
Erros que nem lembra mais
Que na vida escreveu
Não há borracha que apague
Sequer um dos erros seu.
O Deus Jeová lhe deu
Liberdade de escolha
Seu próprio modo de vida
Que transformou em bolha
Se boa ou m á semente
O que plantastes que
colha.
Igualmente seca folha
Não há pra onde correr
Seu castigo vai chegar
Não há onde se esconder
Comprou seu próprio castigo
Logo há de receber.
Tu haverás de dizer
Que que fiz de tão errado
Você há de pagar tudo
Mesmo sem está lembrado
Mesmo que não reconheça
Tu hás de ser castigado.
Francisco Erivaldo Pereira
Alencar
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