quarta-feira, 10 de outubro de 2012

1.556– NÃO HÁ RECUPERAÇÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 10 2012 E MÚSICA;


Amigos vejam aquele
Homem caído na calçada
Foi cidadão de prestígio
Hoje ele não é nada.

Por causa duma morena
Que amou e quis muito bem
Flagelou seu coração
E a dignidade também.

Sua vida arruinou
Logo que ele descobriu
Que com seu melhor amigo
O seu amor lhe traiu.

Daquele dia por diante
Jamais teve paz na vida
Seu peito foi mutilado
E sua alma foi ferida.

Largou todos os seus pertences
Desprezou a própria vida
Enlouqueceu duma vez
Entregou-se a bebida.

Ele chora sem parar
Sempre chamando por ela
É de cortar coração
Quando fala o nome dela.

Perdeu a noção da vida
E se esqueceu de si
Não vive vegeta a vida
Perambulando por ai.

Só vive de bar em bar
Sua cama é o chão
Sem ela voltar pra ele
Não há recuperação


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

1.555 – TENHO COMPROMISSO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 06 10 2012 e música;


Não adianta insistir
E nem falar abusado
Não queira me convencer
Porque não sou obrigado
Pois abuso eu não tolero
E só voto em quem eu quero
Eu já sou compromissado.

Meu voto não é secreto
É livre e definido
Eu não voto em segredo
Nem também voto escondido
Não tenho medo algum
Voto eu só tenho um
Já está comprometido.

Não venha com arrodeio
Dizer que devo fazer.
Voto espontaneamente
Sem recompensa receber
Voto é igual a ciscos
Não eleição há dois riscos
De ganhar e de perder.

Sou atento as propostas
Feita pelo candidato
Não atento a fantasia
De político insensato
Voto com cidadania
Contra a demagogia
Sem praticar desacato.

O voto é uma arma
Que nos deixa protegido                                                                                                                                                                   Contra político corrupto
Desonesto e bandido
Com perícia e sutileza
Uso em minha defesa
Porque tenho compromisso.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

1.554 – PERDÃO DOS PECADOS.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 05 10 2012 e música;


Ó Deus todo poderoso
Dai-me força e coragem
Pra em seu nome glorioso
Levar atua mensagem.

Que por todos os lugares
Eu leve a paz e amor
Por terra, água e ares.
Eu leve a cura da dor.

Por Jesus de Nazaré
Eu possa levar mais fé
A todos necessitados.

Q’eu leve a misericórdia
A ordem e concórdia
E o perdão dos pecados.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.553 – AMEI E NÃO FUI AMADO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 05 10 2012 e música;


Um dia amei um alguém
Que muito me fez sofrer
Invés de me fazer bem
Quase que me fez morrer.

Eu a amei com fulgor
E ela me enganava
Fingia me dar amor
E o tolo acreditava.

Este alguém se coração
Encheu-me de ilusão
De um amor envenenado.

Causou-me tantos martírios
Entre sonhos e delírios
Amei e não fui amado.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

1.552 – ISTO NÃO SE FAZ COM GENTE.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 10 2012 e música;


Você não sabe quando doi
A dor de um falso amor
Suporta tamanha dor.
Nem o mais forte heroi

A falsidade que fez
Não existe explicação
Nem mesmo você, talvez.
Sobrevive a traição..

Não há como esquecer
Amor que me fez perder
Sem motivo aparente.

Pois fingir como fingiu
Destruir com destruiu
Isto não se faz com gente


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

1.551 – SINTO RAIVA DE VOCÊ

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 10 2012 e música;


Mulher ingrata e fingida
Estou com raiva de você
E não se faça de vítima
Sabe muito bem por que

Você jamais deu motivo
Para te chamar de querida
Pois tudo que você fez
Foi destruir minha vida.

Favor, não me procurar.
Nem bilhete escrever
Nem também telefonar
Para de se oferecer.

Não adianta insistir
Pra ti não vou mais voltar
Toda raiva que me fez
Você vai ter que pagar.

Você pra mim não é nada
Nem merece meu respeito
Pois de agora por diante
Vou lhe tratar com despeito.

Você me deixa nervoso
Simplesmente em te ver
Invés de sentir amor                                                                                                                                                                            Sinto raiva de você.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

1.550 – O SÍTIO QUE EU NASCI VIROU DESERTO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 01 10 2012 e música;

Ai quanta saudade tenho
Do meu tempo de criança
Das coisas boas que passei
Ainda guardo na lembrança.

Da velha casa de taipa
Nem sinais existem mais
Somente o juazeiro                                                                                                                                                                                 Ainda ouve meus ais.  

E o meu pé de cajarana
Tristonho e desfolhado
São os últimos vestígios
Da minha vida no passado.

Os meus pais e os meus avós
Foram pra eternidade
Dos meus tios e padrinhos
Hoje só resta saudade.

Muitas estradas também
Estão no esquecimento
Não há mais o Cavalo Branco
A burra nem o jumento.

O prado também se foi
Cavalos não correm mais
Chiqueiros também se foram
Acabou-se os currais.

Hoje não se ouve mais
O aboio do vaqueiro
Mão tem mais vaca leiteira
E nem touro mandingueiro.

Não se brinca mais de roda
Do trisca nem do pião
Nem as mulheres de hoje
Descascam milho no pilão;

Já não há mais São Gonçalo
Nem a festa de São João
Asa Branca foi embora
Também se foi o carão.

O açude que foi nosso
Sequer posso chegar perto
O sítio que eu nasci
Hoje virou um deserto

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.