quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

542 – SEM VER O TEMPO PASSAR

Autor; Erivaldo Alencar;

Letra; 19 12 2004 e musica; 17 07 2006.


Hoje à noite vou sair
Por aí a passear
Sozinho ou com alguém
Que queira me namorar.

Pode ser loira, morena.
Não importa raça, cor.
Quero uma linda garota
Que me dê muito Amor.

Só quero felicidade
Com quem me dê atenção
Esquecer os meus problemas
Dá adeus a solidão.

Enlouquecer de amor
Sentir meu peito pulsar
Dormitar nos braços dela
Não ver o tempo passar.

Vou fazer alguém feliz
E ser mui feliz também
Preciso ver as pessoas
E conversar com alguém.

Tenho que sair agora
Não posso mais demorar
Vou fazer alguma coisa
Sem ver o tempo passar.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

541 – HOJE SÓ RESTA SAUDADE

Autor; Erivaldo Alencar,

Letra; 13 12 2004 e musica; 17 07 2006.

Inda guardo com saudade
Quando eu era criança
Minha primeira idade
Não sai da minha lembrança
Fui criado no sistema
O amor era o lema
Pelos meus pais bem cuidado
Era só felicidade
Não conhecia maldade
Por todos fui mui amado.

No tempo da meninice
Eu tinha mais liberdade
Mas agora na velhice
Somente resta saudade
Pode se parecer rude
Me lembrar da juventude
Lá casa dos meus pais
Na flor da minha idade
Curti minha mocidade
Tempo que não volta mais.

Lembro minhas travessuras
Que quando jovem fazia
De felizes aventuras
Tudo era alegria
No tempo que eu fui moço
Meu viver foi um colosso
Era só felicidade
A idade avançou
O bom tempo acabou
Hoje só resta saudade.

No velho tempo passado
Tinha mais disposição
E vivia sossegado
Lá no meu velho sertão
Ia pra onde queria
Os meus pais não impedia
De fazer minha vontade
Hoje tou velho cansado
E da vida no passado
Hoje só resta saudade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

540 – A PREGUIÇA AUMENTA MAIS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 09 12 2004 e musica; 17 07 2006.


O que está acontecendo
Com a nossa população
Que já não quer mais trabalhar
Pra com suor ganhar o pão.

O povo de antigamente
Muito cedo se levantava
Trabalhava de sol a sol
Nem aos domingos descansava.

Hoje é muito diferente
Se dorme até meio dia
Inda levanta com sono
Indisposto com rebeldia.

Os velhos não trabalham mais
Porque estão aposentados
Enquanto os mais novos vivem
Nos pais e avós encostados.

O pouco que inda trabalha
É pra si e o vagabundo
Muitos preferem o alheio
Num trabalho surjo imundo.

Muitos preferem esmolar
Ou o crime organizado
Mas aquele que não faz nada
Alega ser discriminado.

Já muitos preferem à seca.
Para receber o bolsão
Que trabalhar honestamente
E com suor ganhar seu pão.

Não estou generalizando
Mas a preguiça ta demais
Pois cada dia que se passa
A preguiça aumenta mais.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

539 – VOU BEBER ATÉ CAIR NO CHÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 07 12 2004 e musica; 16 12 2006.


Vou entrar na bebedeira
Ninguém vai me impedir
Vou beber a noite inteira
Até no chão eu cair.

Eu estou apaixonado
Por uma linda mulher
Eu faço tudo por ela
A danada não me quer.

Meu amor é profundo
Todos podem perceber
Sem um amor desta mulher
Sei que vou enlouquecer.

Vou entrar na bebedeira
Ninguém vai me impedir
Vou beber a noite inteira
Até no chão eu cair.

Já não sei mais o que faço
Pra ganhar o amor rela
Ela é tudo para mim
Eu não sei viver sem ela.

Já que ela não me quer
Não há outra solução
A não ser beber cachaça
Curtir minha solidão.

Vou entrar na bebedeira
Ninguém vai me impedir
Vou beber a noite inteira
Até no chão eu cair.

Garçom traz outra cachaça
Pois todas eu vou beber
Hoje vou encher a cara
A tenho que esquecer.

A mulher da minha vida
De mim jamais quer saber
Eu faço tudo por ela
Ela só me faz sofrer.

Vou entrar na bebedeira
Ninguém vai me impedir
Vou beber a noite inteira
Até no chão eu cair.



Frâncico Erivaldo Pereira Alencar.

538 – ORGULHO BESTA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 12 2004 e musica; 16 07 2006.

Pare com este orgulho besta
Um dia ele vai acabar
Não pense que é maior que os outros
Nem queira os outros humilhar
Quem pensa ser o maior de todos
Menor de todos há de ficar
Lembre que somos todos irmãos
Temos um ao outro respeitar.

Pra você pobre não tem valor
Pra Ele não dá menor atenção
Com o teu nariz arrebitado
Tu mal consegue pisar no chão
Você não tem o menor respeito
Não tem o outro como irmão
O mundo foi feito pra todos
Recebe a todos sem distinção.

A tua condição financeira
A posição que você detém
E o meio em que você vive
A liderança que você tem
A formação que você colou
A tudo de bom que lhe convém
Mas isto não lhe dá o direito
Para você machucar alguém.

Você não queira crescer na vida
Fazendo teu irmão derrotado
Trabalhe, cresça honestamente.
Respeite para ser respeitado
Assim diz a Bíblia Sagrada
Quem se exalta é humilhado
Quem se humilha é exaltado
Pois o mundo pune o errado.

O mundo foi feito por Deus pai
E nos entregou sem distinção
Mandou seu filho Jesus a terra
Na cruz morreu por nosso perdão
Procure imitar a Jesus
Para não cair na perdição
Desfrute bem o que Deus lhe deu
Jamais faça descriminação.

Deixe o egoísmo pra lá
E se liberte da alvareza
Ajude ao necessitado
Abrace o Irmão da pobreza
Quem dá ao pobre empresta a Deus
Identifique tua grandeza
Abra teu coração para deus
Agradeça por lhe dá riqueza.

Ame teu irmão como si mesmo
Dê tudo de si por teu irmão
Abrace e perdoe teu inimigo
Aperte com carinho sua mão
Não finja não ver e em ouvir
Use a tua educação
Porque este teu orgulho besta
Vai te levar a destruição.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

537 – NÃO LHE DIREI

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 27 11 2004 e musica; 05 07 2006.


Você não é promotor
Nem juiz nem delegado
Eu não sou réu para ser
Por você interrogado.

Pare de fazer perguntas
De mim não vai saber nada
Minha boca é um túmulo
Permanecerá fechada.

Não me pergunte nada
Pois nada lhe direi
Mesmo qu’eu saiba tudo
Tudo te negarei.

Não interesso saber
Dos problemas de alguém
Vendo finjo que não vejo
E nem digo pra ninguém.

Você pergunta demais
Mas nada vou lhe dizer
De fofoca em fofoca
De tudo se faz saber.

Não me pergunte nada
Pois nada lhe direi
Mesmo qu’eu saiba tudo
Tudo te negarei.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

536 – DOU GRAÇAS A DEUS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 26 11 2004 e musica; 05 07 2006.


Dou graças a Deus por estar
Outra vez em casa comigo
Dou graças a deus por eu ver
A saúde de volta contigo.

Numa sala de cirurgia
Eu quase vi você morrer
Sem que’eu podesse fazer nada
Tive medo de lhe perder.

Nos momentos de aflições
Nosso Deus se compadeceu
Não olhou para meus pecados
E o meu pedido atendeu.

Dou graças a deus por estar
Outra vez em casa comigo
Dou graças a deus por eu ver
A saúde de volta contigo;

Eu dou graças ao nosso Deus
Por curar tua enfermidade
Devolveu ao nosso convívio
Para nossa felicidade.

Você está recuperada
Do mal que foi acometida
Portando dê graças a Deus
Pelo resto da tua vida.

Dou graças a Deus por estar
Outra vez em casa comigo
Dou graças a Deus por eu ver
A saúde de volta contigo.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.