sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

278 – SÓ PORQUE SOU POBRE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 31 08 2002 e musica; 16 12 2002.


Eu fiz de tudo para não ir embora
Mas não teve jeito, ela se mandou.
Roguei de joelhos, não me atendeu,
Só porque sou pobre ela me deixou.

Sempre me humilhou com frases grosseiras
Que esta não era vida para ela
Que sou muito pobre, não posso lhe dar.
Tudo que precisas e dependo dela.

Nunca reconheceu o que fiz por ela
Mas tudo que ganhei ela jogou fora
Vendeu meus pertenses pra salvar seus vícios
Me jogou na lama, depois foi embora.

De que adianta amar loucamente
Se quem nós amamos, não nos dá valor.
Pobre não tem direito de ser feliz
Só porque sou pobre perdi meu amor.

Se digo que te amo, ela responde.
Amor não enche barriga de ninguém.
Tenho com que sobre viver, não preciso.
De homem para comer o que ela tem.

Com raras exceções, a mulher de hoje.
Só gosta dum homem quando tem riqueza
Enquanto eu tinha, ela me amava.
Fali a perdi, também minha nobreza.

277 – NUNCA MAIS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 18 08 2002 e musica; 26 12 2002;


Desta minha decisão
Jamais voltarei atrás
Que seja feliz com outro
Viver com ti nunca mais.

Nunca mais em minha vida
Quero ver você mulher.
Eu cansei de ser palhaço
Da mulher que não me quer.

Fizestes tudo que q uiz
Você só me humilhou
Com ti nunca fui feliz
Chega pra mim acabou,

Desta minha decisão
Jamais voltarei atrás
Que seja feliz com outro
Viver com ti nunca mais.

Sei que de mulher no mundo
Não só existe você
Prefiro viver sozinho
Que a teu lado sofrer.

Teu erro não tem perdão
Um dia tu vais pagar
Com juros e correção
A dor que me fez passar.

Desta minha decisão
Jamais voltarei atrás
Que seja feliz com outro
Viver com ti nunca mais.

276 – SOMENTE DEUS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 17 08 2002 e musica; 01 01 2003.


Somente Deus meus erros perdoa
Somente Deus cura minha dor
Somente Deus a ele devo minha vida
Somente Deus ouve meu clamor.

Portanto peço ó Jeová
Em nome do seu filho Jesus
Perdão senhor pelos meus pecados
Liberta-me tão pesada cruz.

Eu confio em ti meu s
Que jamais me abandonarás
Nos momentos difíceis da vida
Em teus braços me carregarás.

Em nome do teu filho Jesus
Tu jamais nos abandonarás
Portanto rogo tua bênção
A meu clamor jamais negarás.

275 – MADRUGADA NO SERTÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 05 08 2002 e musica; 01 01 2003.


É lindo levantar de madrugada
E ver o céu límpido estrelado
A lua sorridente no nascente
Prateando o meu sertão amado.

Encho o peito e respiro ar puro
Pois no sertão não há poluição
As árvores em seus murmúrios filtram.
A brisa fria que varre meu sertão.

É saudável quando sinto na pele
A brisa fria meu corpo soprando
Estrelas no alto do firmamento
Raios de luzes nos céus ofuscando.

O galo com seu cântico melódico
Quebra o silêncio da madrugada
É gostoso poder saborear
O som harmônico da passarada.

É lindo ver quando os animais
Do seu leito sedo despertar
No curral o vaqueiro aboiar
Nos açudes as águas a fumar.

Como é lindo o alvorecer
Raios de luzes na imensidão.
Com esmero a natureza
Criou a madrugada no sertão.

274 – QUANDO O POVO FALA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 08 2002 e musica; 01 01 2003.


Gente quando o povo fala
Alguma coisa tem a ver
Ou já está acontecendo
Ou logo vai acontecer.

Eu não tenho nada a ver
Com sua vida rapaz
É que a sua mulher
Ta lhe botando pra trás.

A tua mulher amigo
É uma mulher medonha
Desonesta traidora
Ela perdeu a vergonha.

Gente quando o povo fala
Alguma coisa tem a ver
Ou já está acontecendo
Ou logo vai acontecer.

Alguém veio me contar
Que sua linda mulher
Está saindo com outro
Fazendo tudo que quer.

Ela foi vista na rua
Abraçada por alguém
E levada pro motel
Lhe dando tudo que tem

Gente quando o povo fala
Alguma coisa tem a ver
Ou já está acontecendo
Ou logo vai acontecer.

Ela também aprendeu
Dançar, fumar e beber.
Jogar sinuca e cartas
Somente você não ver.

Eu sei que tu não mereces.
Ser por ela enganado
Acredite se quiser
Mas tu foste avisado.

Gente quando o povo fala
Alguma coisa tem a ver
Ou já está acontecendo
Ou logo vai acontecer.

273 – TÉDIO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 24 07 2002 e musica; 01 01 2003.


Eu não sob aproveitar
Quando ela mais me queria
Tive medo de confessar
Todo amor que eu sentia.

Eu tou muito arrependido
Por minha incapacidade
Hoje sofro amargurado
Por consolo me resta saudade.

Quando eu a vejo na rua
Acompanhada por alguém
Ciúme me fere o peito
Por não ter quem mais quero bem.

Quando lhe proponho amor
Para aumentar o meu Tédio
Me responde que já tem outro
Ela não é o meu remédio.

272 – QUE HORROR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 19 07 2002 e musica; 26 12 2002.


Ó Jesus Cristo que horror
O que passa mundo a fora
Tem misericórdia senhor
Dê um basta nisto agora
É miséria por toda parte
O homem que quer ir a marte
Esquece da vida terrena
As crianças abandonadas
Sem agasalho nas calçadas
Morrem sem que se tenha pena.

Crianças mendigam nas ruas
Buscam um pedaço e pão
Surjas famintas semi-nuas,
Sem escolas de pés no chão
Nas ruas mendigos de montes
Famílias de baixos das pontes
 Expostas a frio e calor
Sem alimento pra comer
Nem água tem para beber
Meu Jesus quanto dissabor.

São tantos os desempregados                                                                                                                                                                                                                     Sempre um emprego buscando                                                                                                                                                                                                    Pelos chefões descriminados
A uma vaga disputando
E os que não são demitidos
Tem seus salários reduzidos
Com a garantia de que
Vão permanecer empregados
Logo depois são dispensados
Sem ter como sobreviver.

Tantas jovens adolescentes
Estão sendo prostituídas
Faz dum trabalho indecente
A forma de ganhar a vida
Outras somente por prazer
Fazem do sexo seu lazer
Furunfam em qualquer lugar
Já outras vagam pelas ruas
De mini-saia quase nuas
Pra sua calcinha mostrar.

Veja o jovem na cidade
Que não quer saber de mulher
Perde a masculinidade
Ser bicha é o que mais quer
Casam com ser do mesmo sexo
O que mais nos deixa perplexo
É mulher transar com mulher
Jovem, casada e solteirona.
Estão virando sapatona
Pra viver como ela quer.

O casamento é desfeito
E os filhos são repartidos
O homem não se dar respeito
Esposas traem seus maridos
Esposas também são traídas
Por outras substituídas
As moças preferem casados
Viúva solta esquipando
Maridos alheios roubando
Que gostam de ser conquistados.

Até parece brincadeira
Nos assaltos a mão armada
Os batedores de carteira
Roubam o povo na calçada
Assaltam banco, carro forte.
Leva grana, deixa a morte,
E ninguém vai pra prisão
Parece ser tudo combinado
Cidadão quando é roubado
Não denuncia o ladrão.

Também a nossa segurança
Deixa muito a desejar
Já perdemos a esperança
Por não ter em quem confiar
Policial não preparado
Alegam na ta bem armado
Pra defender com veemência
Alguns policiais então
Denigrem a corporação
Com desordem e violência.

O político brasileiro
Perdeu a credibilidade
A ganância pelo dinheiro
Lhe tirou a honestidade
No congresso a brigar
Novos impostos a criar
Desviando o nosso dinheiro
Um acusa outro defende
Mas político ninguém prende
Pois é cidadão brasileiro.

Já o Poder Judiciário
Ta uma bagunça danada
Veja lá no presidiário
As Celas tão superlotadas
Com os processos atrasados
Presos deixam de ser julgados
Condenados em liberdade
Culpados eles não condena
E preso que cumpriu a pena                                                                                                                                                            Permanece atrás da grade

Veja a Igreja também
Anda por estrada errada
Dar direito a quem não tem
E fica de porta fechada
Os templos um luxo danado
E cobra um dízimo pesado
Está envolvida em guerra
Os escândalos sexuais
Cada um quer somar mais
Adeptos aqui na terra.

O povo está revoltado
Veja quantas revoluções
O mundo estar agitado
São as nações contra  nações
Em todos lugares da terra
O povo só fala em guerra
Acidentes e banditismo
Drogas e doenças infernizam
Neste mundo que agoniza
Quem manda é o terrorismo.