terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

535 – POETA DESCONHECIDO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 11 2004 e musica; 05 07 2006.


No dom de fazer poesia
Eu muito tenho escrevido
Em mais de quinhentas canções
Nenhum assunto foi esquecido
Seis anos no mundo poético
Ainda sou desconhecido.

Adoro fazer poesias
Eu faço com seriedade
Nítida sem pornografia
Provo minha capacidade
Minha inspiração é fértil
Escrevo com facilidade.

Eu sou franco e realista
Defendo meu ponto de vista
Sou um poeta escritor
Admiro o repentista
Mesmo sem tocar instrumento
Me considero um artista.

Descrevi a vida do pobre
O amor, a felicidade.
A criança abandonada
A tristeza, a falsidade.
A riqueza, a violência.
E a religiosidade.

Descrevi o homem do campo
E a vida lá no sertão
As belezas da natureza
E a chuva que cai no chão
A miséria e o flagelo
A seca e a inundação.

Não tive oportunidade
Para lançar os meus trabalhos
Tenho sido injustiçado
Tenho que sair deste encalho
Pra sair do anonimato
Vou procurar menor atalho.

Vou sair do anonimato
Para me tornar conhecido
No mundo da literatura
Ver o meu nome discutido
No futuro serei famoso
E por todos reconhecido.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

534 – NOSSO INTERCESSOR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e musica; 17 11 2004.


Jesus Cristo filho de Deus
O altíssimo salvador
Caminho, verdade e vida.
Cordeiro de Deus, redentor.
O unigênito do pai
Louvado seja o Senhor.

O rei dos reis e luz das luzes
Jesus misericordioso
Jesus Cristo é o Senhor
Santos dos santos, glorioso.
Teu é o reino, o poder.
O Cristo todo poderoso.

Cristo o espelho do mundo.
O filho de Deus verdadeiro
O enviado de Deus pai
Irmão, amigo, companheiro.
Com tua bondade infinita
Proteja o povo brasileiro.

Jesus é luta é vitória
É a salvação, é amor.
É o bom fruto da videira
É o perdão do pecador
Fogo, vida, esperança.
E o nosso Intercessor.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

533 – É A MINHA PROFISSÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e musica; 16 11 2004.


Vendo picolé na rua
Pra minha vida ganhar
Trabalho todos os dias
Sem nenhum dia faltar
Pois é o meu ganha pão
Enfrentando o calorão
Sem direito reclamar.

Eu ofereço nos carros
Alguém finge que não ver
Insisto mas não tem jeito
Parece não entender
Viram a cara de lado
Sem jeito envergonhado
Eu fico pra não viver.

É que eu não sou ninguém
Ninguém me ouve falar
Se minha voz não sai
Ninguém vai me escutar
Já estou ficando rouco
Pra vender pra gente mouco
A gente tem que gritar.

Vendedor de picolé
Também é um cidadão
Também merece respeito
E mais consideração
Trabalhar com dignidade
Servir a sociedade
É a minha profissão.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

532 – O AMOR CEGA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e musica; 11 11 2004;


Dizem que o amor cega
Eu ceguei por te amar
Todo amor que lhe dei
Não soube aproveitar.

Não via em ti defeito
Só via tua virtude
Só mesmo estando cego
Alguém por ti se ilude.

Depois de muito sofrer
Felizmente acordei
Hoje sou muito feliz
Longe de quem mui amei.

Não deve me maltratar
Foi você quem quis assim
Sempre te fiz o melhor
Sempre me achou ruim.

Procure se corrigir
Orgulho não vale nada
Tua beleza acabou
É por todos desprezada.

Fica falando de mim
Pra todo mundo que passa
Você ver os meus defeitos
Mas não ver tua desgraça.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

531 – MEU CHAPÉU ATROPELOU

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e musica; 10 11 2004.


Eu estava trabalhando
Chapéu de palha usando
E muito tava ventando
E meu chapéu derrubou
De pressa fui me virando
Mas eu só fiquei olhando
Um carro ali passando
Meu chapéu atropelou.

Se alguém tivesse passando
Tinha sido atropelado
Motorista mais cuidado
Se tiver na direção
Algo surge de repente
Tens ser mais previdente
Evite o acidente
Não mate o seu Irmão.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

530 – NÃO INSISTA POR FAVOR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e musica; 08 11 2004.


Bom dia ó meu amor
Estou apenas passando
Eu passei a noite fora
Agora que tou voltando
Mas não vou entrar em casa
Enquanto tiver brigando.

E não me pergunte nada
Não vou dar satisfação
E não queira insistir
Pois não tem explicação
Pois eu vou viver a vida
Que manda meu coração.

Me conhecia muito bem
Quando se casou comigo
Não me venha com desculpas
Conhecia bem o artigo
Jamais queira me prender
Nem forçar viver contigo.

Prefiro ficar na rua
Que ouvir você brigar
Na rua tem o qu’eu quero
Melhor é se conformar
Brigando não vai dá jeito
Nem me privar e brincar.

Não ta te faltando nada
Disto sou conhecedor
Lhe dou tudo que tu queres
Só não vou fazer amor
Enquanto tiver brigando
Não insista, por favor..


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

529 – VIDA BOA É NO SERTÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e musica; 07 11 2004.


Mas quando chove no sertão
A vida aqui é muito melhor
O sertanejo tem fartura
Ninguém jamais vive a-toa.

Pra que viver lá na cidade
Se no sertão é bem melhor
Viver junto a natureza
Não se tem riqueza maior.

Aqui vivo mito feliz
Com a família do meu lado
Não existe dificuldades
Vivo a vida a meu agrado.

O céu daqui é mais azul
Se tem muito mais liberdade
Não é preciso correria
Como a vida na cidade.

O sertanejo tem de tudo
Nosso céu é mais estrelado
A lua é bem mais bonita
O dia mais iluminado.

Os campos são bem mais floridos
Não existe poluição
A vida é bem mais feliz
Quando se vive no sertão.

Nasci junto a natureza
Sertanejo de coração
Até quem vive na cidade
Faz piqueniques no sertão

Adoro meu sertão querido
Orgulho em ser sertanejo
Eu grito de peito aberto
Outra vida melhor não vejo.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.