terça-feira, 2 de julho de 2024

3.246 - ATÉ VOLTAR PRA SEU NINHO.

 


Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 02 07 2024.

 

 

Canta, canta passarinho

No galho do arvoredo

De repouso no seu ninho

Tu despertas muito cedo.

 

Despede da companheira

Bate suas asas e sai

Em missão aventureira

Pra campina você vai.

 

Sem saber se vai voltar

Vai a campina buscar

O comer pro filhotinho.

 

Tristonho ou com alegrias

Assim foi todos os dias

Até voltar pra seu ninho.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

 

3.245 - MENINA DOS OLHOS VERDES.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 02 07 2024.

 

 

Menina dos olhos verdes

Do cabelo cacheado

Não imagina que sou

Por você apaixonado

No dia que não te vejo

Fico desorientado.

 

Por ti sou alucinado

De todo meu coração

Vivo somente pra ti

Você é minha paixão

Única mulher que quero

Tu és minha salvação.

 

Nunca te darei razão

Para um dia me deixar

Enquanto vida tiver

Somente a ti hei de amar

Tu és a deusa dos meus sonhos

Pra sempre vou te adorar.

 

Muito amor prometo dar

Conforto e muito mais

Sempre te serei fiel

Pensar em trair jamais

Por mais amor que lhe tenho

Sei que não será demais.

 

Saiba que te amo demais

Isto não posso negar

Todos ver no meu semblante

Nem é preciso f alar

Dizes que vai me deixar

Mesmo que tu me desprezes

 

Nem que você me despreze

Pra sempre hei de te amar.

Dar vontade de chorar

Quando não está presente

Fico triste quando tu

Te amarei eternamente.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.244 - SEREMOS FELIZES SIM.

 

SEREMOS FELIZES SIM.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 02 07 2024.

 

 

Sei que não interessa pra você

O que penso ou deixo de pensar

Pois o que penso eu penso por que

Que eu jamais deixarei de te amar.

 

O meu amor por ti é tão sincero

A monto de a ti me doar por completo

O mesmo de ti é que eu espero

Que amemos um ao outro com afeto.

 

Tenho dúvidas se é isto que quer

Ser minha rainha, minha mulher

Ou apenas queres zombar de mim.

 

Quão tantas vezes eu fico a pensar

Meu único pecado é te amar

Amando-nos seremos felizes sim.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.243 - DANDO VIVAS A SÃO JOÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 24 06 2024.

 

 

Hoje é noite de São João

A festa vai começar

O arrasta-pé no salão

Até o dia clarear.

 

A fogueira está queimando

É mui grande animação

O povo todo cantando

Dando vivas a São João.

 

É bonita a brincadeira

Povo pulando a fogueira

Soltando bomba e rojão.

 

Rem pamonha e milho assado

Tem mulher pra todo lado

Dando vivas a São João.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 30 de junho de 2024

3.242 - O POVO É QUEM VAI DIZER

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra; 30 06 2024.

 

 

Sou poeta acopiarense

Da terra do lavrador

Cearense cabeça chata

Nascido no interior

Na fazenda Comboeiro

E filho de cantador.

 

Sou poeta escritor

Escrevo pro povo ler

Não sou melhor que ninguém

Más versejo com prazer

Minha poesia é polida

Meu lazer é escrever.

 

Faço da escrito dever

Não poetizo com desdém

Minha inspiração é fértil

Escrevo o que me convém

Com o dom da poesia

Não escandalizo ninguém.

 

Poetizar me faz bem

Isto não posso negar

Foi Deus quem deu-me este dom

Preciso saber usar

Com amor no coração

Sem a ninguém difamar.

 

Sempre procuro ajudar

A todos meus companheiros

Desejo que todos cresçam

No Brasil e estrangeiros

Que Deus abençoe a todos

Poetas e violeiros.

 

Em não ser um dos primeiros

Não me faz desvanecer

Que mais me satisfaz é

Ver um parceiro crescer

Se sou bom poeta ou não

O povo é que vai dizer.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.241 - MÁS NADA DE AMEAÇA.

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 30 06 2024.

 

 

Eu não quero arruaça

E nem também discursão

Jamais aceito ameaça

Nem também provocação.

 

Sou cidadão brasileiro

Nascido no interior

Civilizado e ordeiro

Do meu dever cumpridor.

 

Por meus fui bem criado

Do tipo a moda antiga

Sem escola educado

Sem desavença e intriga.

 

Muito cedo fui pra roça

Torne-me agricultor

Morando numa palhoça

Crente em Nosso Senhor.

 

Eu tive infância pacata

Lidei com a criação

Correndo na verde mata

Descalço de pés no chão

 

Sou da paz e do amor

Desconjuro a violência

Tenho respeito e pudor

Calma e muita prudência.

 

Eu reprovo a mentira

Sou amigo da verdade

A injúria me dar ira

Sou membro da sociedade.

 

Trabalho pra bem viver

Pois de Deus tenho a graça

Tenho o dom de escrever

Más nada de ameaça.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 23 de junho de 2024

3.240 - NOS MEUS TREZENTOS DE VIDA

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra; 23 06 2024.

 

 

‘Nos meus trezentos de vida

Eu estarei bem velhinho

Curtindo a minha velhice

Com amor e com carinho

Do passado só lembranças

Vou seguindo meu caminho.

 

Vivendo aqui no meu ninho

Pelo o povo visitado

Querendo informações

Da minha vida passada

Por tudo que tenho feito

Eu serei ovacionado.

 

Por todo o meu legado

Eu serei reconhecido

Sendo por uns criticado

E por outros aplaudido

De uma forma ou de outra

Jamais serei esquecido.

 

Meu acervo protegido

Por toda humanidade

Bem guardado em arquivos

Por toda posteridade

Inda terei mais cem anos

Pra ir pra eternidade.

 

Pra lá na eternidade

Eternamente viver

Junto aos anjos no céu

Aos poetas defender

Suplicando a Jeová

Aos poetas proteger.

 

Enquanto aqui viver

De todos serei amigo

Não difamarei ninguém

Respeitarei inimigo

Sou fiel a humildade

Na poesia me abrigo.

 

Não brigo nem me intrigo

Sempre pregarei amor

Sempre estarei ao lado

Do poeta escritor

Buscando compartilhar

Sua alegria e a dor.

 

 Sempre escrevi com amor

E sem escandalizar

Busco de todas maneiras

O meu leitor agradar

Minha maior satisfação

Em versos me expressar.

 

Tenho buscado ajudar

De acordo com a condição

Se ainda não fiz muito

Aqui eu peço perdão

Garanto continuar

Lhes dando toda atenção.

 

Tenho amor no coração

E jamais vou esquecer

A toda classe artística

Meu dever é defender

Também por eu ser artista

Não vou fugir meu dever.

 

Não é bastante dizer

É necessário provar

Aos poetas escritores

Tenho tentado ajudar

Mesmo depois do pós Morte

Eu irei continuar.

 

Vou sonhos realizar

Vencendo dificuldades

Aqueles que procurarme-me

Em disponibilidades

Estarei sempre presente

Em todas localidades.

 

Em meios as diversidades

Terei autorização

Do nosso Deus Jeová

A sua santa benção

Pra realizar os sonhos

De quem só teve ilusão.

 

Eu tive decepção

Em parte da minha vida

Sonhos não realizados

E promessa não cumprida

Vezes não compreendido

E minha voz suprimida.

 

A minha terra prometida

Eu jamais pude chegar

Más continuarei na luta

E quando a ela alcançar

Agradecerei ao Mestre

Feliz nela vou morar.