segunda-feira, 26 de março de 2018

2.295 - TENHO ORGULHO DE SER.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 18 03 2018 e música:


Eu nasci pra ser poeta
E tenho orgulho de ser
Todos podem perceber
Poesia me completa
Eu a carrego comigo
Vem desde do tempo antigo
Só paro quando morrer
Pois não sou nenhum pateta
Eu nasci pra ser poeta
E tenho orgulho de ser.

Sou um privilegiado
Por Deus me dar este dom
Fazer poesia é bom
Pra isto tenho cuidado
De geração em geração
Que já virou tradição
A arte de escrever
Busco fazê-la concreta
Eu nasci pra ser poeta
E tenho orgulho de ser.

Uso oração singela
Mas meu verso é rimado
Simples mas metrificado
Poesia é arte bela
Ramo da literatura
O poeta se aventura
Poetizando com prazer
O mau da alma deleta
Eu nasci pra ser poeta
E tenho orgulho de ser.

Eu faço da poesia
Meu mundo no universo
Respeito meu adverso
E a uso por terapia
No campo da diversidade
Rimo com simplicidade
O que por aí eu ver
Pois nada não me afeta
Eu nasci pra ser poeta
E tenho orgulho de ser.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.294 - PARA QUE, QUE EU NASCI.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 18 03 2018 e música:


Tenho tentado descobrir
Para que que eu nasci
Té quando vou insistir
Pois inda não consegui.

Enquanto o tempo não passa
Tento buscar a verdade
Mas a morte me ameaça
Aumentando minha idade.

Quanto mais tento saber
Nasci pra o que fazer
E ainda não descobri.

Sei que antes de morrer
Alguém irá me dizer
Para que que eu nasci.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.293 - DESNORTEADO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 17 03 2018 e música:


Eu estou desnorteado
Não sei que rumo tomar
Eu não sei se vou em rente
Ou se eu devo voltar
Estou confuso porque
Não posso ir nem ficar.

Eu me sinto um ser inerte
Andando sem rumo certo
Igual estrela vagante
Num universo deserto
Quanto mais ando não sei
Se estou mais longe ou mais perto.

Tenho pela frente um mundo
Com todas portas fechadas
Nenhuma janela se abre
Pois todas foram lacradas
Tento buscar uma estrada
Mas se encontram bloqueadas.

Olho pra mim e não me vejo
Por não ser nada na vida
Tento buscar um atalho
Numa estrada sem saída
Cada conquista que alcanço
Mais uma luta perdida.

Pra ser vivo e não viver
Me deixa preocupado
Quero fazer mas não posso
Preciso ser ajudado
O querer e não poder
Me deixa desnorteado.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 15 de março de 2018

2.292 - UCHOÃO ESTÁ MORRENDO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 15 03 2018 e música:


Vejam bem este aviso
Uchoão está morrendo
Embora contra a vontade
Está desaparecendo.

Cenário de grandes jogos
Arrebatou multidões
Atletas fazendo gols
Alegrando corações.

Sua história começou
Em setenta e sete o ano
Nem as conquistas alcançadas
O livrou o abandono.

Ninguém em Acopiara
O conhece como eu
De corpo, alma e coração,
Sabe como ele nasceu.

Duzentos por cento e cinquenta
Metros sua a área ativa
Doada exclusivamente
Para a prática desportiva.

Ali é pra ser construído
Um grande pólo esportivo
Com campos, quadras e pistas,
Pra manter o povo ativo.

Não sou contra a construção
Destas casas populares
Sou a favor que elas sejam
Feitas em outros lugares.

Naquelas terras vermelhas
De tão elevado chão
Dediquei-me ao desporto
De corpo, alma e coração.

Sou a favor do progresso
Sem prejudicar ninguém
É preciso construir
Sem destruir o que tem.

Temos que salvar com urgência
A quem está perecendo
Não há mais tempo a perder
Uchoão está morrendo.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 5 de março de 2018

2.291 - DE QUEM É A CULPA.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 05 03 2018 E MÚSICA:


O povo não aguenta mais
Com tanta esculhambação
Pra onde a gente se vira
Dar de cara com ladrão.

Nas lojas comerciais
Propagandas enganosas
Com promessas de descontos
E promoções mentirosas.

Infelizmente na rua
Não se tem mais segurança
De tanto ser assaltado
Já perdi a confiança.

Em casa não tou seguro
Nem com a porta fechada
Se eu saio quando volto
Encontro a casa arrombada.

Pra se viver hoje em dia
Tem que ser muito ativo
Se a gente vai pro trabalho
Não sabe se volta vivo.

Mas quando a polícia prende
Justiça solta ligeiro
Dizendo que a culpa é
Do político brasileiro.

Os bancos tomam o dinheiro
Cobrando taxa indevida
O aumento do salário
Um desrespeito a vida.

Jogam daqui e dali
Sempre inventando desculpa
Por tudo isto e muito mais
Digam de quem é a culpa.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.290 - TEU REINADO ACABOU.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 05 03 2018 e música:


Eu já não aguento mais
Viver assim com você
Pra poder brigar comigo
Tu sempre tens o porquê

Vale-se de todos meios
Pra poder me humilhar
Não sei onde arranja tanto
Coisas pra poder brigar.

Você vive tão nervosa
E pensa que tem poder
De fazer tudo que quer
E os outros te obedecer.

Você não mede as palavras
Nem importa as conseqüências
Quer manipular a todos
Impondo suas exigências.

Você se acha a chefona
De todos a superiora
Pra você ninguém não presta
Da verdade é detentora.

Vou te dar um ultimato
Ditar o que ninguém ditou
Saiba que a partir de agora
O teu reinado acabou.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 4 de março de 2018

2.289 - SEM O CALOR DOS TEUS ABRAÇOS.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 02 03 2018 e música:

Venha morena venha
Correndo pros meus braços
Eu não consigo viver
Sem o calor dos teus abraços.

Não sei o que vi em ti
Pra assim me apaixonar
Até parece feitiço
Que você mandou botar.

Vivo no mundo perdido
Sem saber o que fazer
Pra trazer-te pros meus braços
E nunca mais te perder.

Venha morena venha
Correndo pros meus braços
Eu não consigo viver
Sem o calor dos teus abraços.

Sem motivo aparente
Você se afastou de mim
Volte logo meu amor
Viver sem ti é ruim.

Seu desprezo me arrasa
Sua ausência me atormenta
Somente com tua volta
Meu coração acalenta.

Venha morena venha
Correndo pros meus braços
Eu não consigo viver
Sem o calor dos teus abraços.

Com você longe de mim
A vida não tem sentido
Quantos apelos te fiz
Você não me deu ouvido.

Mais outro apelo te faço
Me escute por favor
Não sei viver sem você
Volte logo meu amor.

Venha morena venha
Correndo pros meus braços
Eu não consigo viver
Sem o calor dos teus abraços.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.