domingo, 12 de agosto de 2012

1.520 – EU PERDI ESTA PARADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 12 08 2012 e música;


Meus amigos me reclamam
Eu não posso dizer nada
Meus amigos têm razão
Eu perdi esta parada.

A mulher quem tanto amo
Nunca teve amor sincero
Pela traição que ela fez
Chorando me desespero.

Eu confiei cegamente
No amor que demonstrava
Mas era tudo mentira
Pois ela não me amava.

No momento oportuno
Ela se mandou com outro
O amor que ela queria
Foi buscar nos braços doutro.

Levado por desespero
Foi correndo atrás dela
Imaginava que jamais
Podia viver sem ela.

Busquei de todas as formas
Seu amor reconquistar
Foi inútil meu esforço
Tentar em fazer voltar.

De joelhos eu roguei
Pra que voltasse pra mim
Sem ouviu as minhas preces
Ela decretou meu fim.

Ao lado de outro homem
Pra ela eu não sou nada
Como dizem meus amigos
Eu perdi esta parada.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

1.519 – EU NÃO GOSTO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012 e música;


Eu não gosto de xereta
E nem de bajulador
Nem de cara picareta
E nem de deflorador.

Não gosto de intrometido
Que entra em conversa alheia
Nem de cara enxerido
Nem de quem faz cara feia.

Não gosto de apresentado
Nem de cara depravado
Descortês e mentiroso

Sem respeito, pilherento
Presunçoso, violento
Sonegador, preguiçoso.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.518 – SINGELOS, MAS FEITOS DE CORAÇÃO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012 e música;


Eu não sou mais que ninguém
Nem jamais pretendo ser
Quero apenas ser alguém
Que possam me conhecer.

Sou poeta escritor
Gosto fazer poesia
Escrevo com muito amor
Sem usar pornografia.

Escrevo pra agradar
Se caso desagradar
Não é de má intenção.

Os meus versos são singelos
Mas são bonitos e belos
E feito de coração.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.517 – IVARD MORRE EM ACIDENTE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012  e música;


Ontem aqui nesta cidade
Um acidente traiçoeiro
Carro em alta velocidade
Matou o nosso companheiro.

Vicente Ivard Ivo de Oliveira
Homem honesto trabalhador
Que desta terra hospitaleira
Foi político, vereador.

Por ser político sensato.
Foi novamente candidato
Na esperança de se eleger.

Vereador de Acopiara
Sem saber que a morte marcara
O dia pra ele morrer.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.516 – NOVO DIA.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012 e música;


Quando eu olho no campo
Vejo a mata enfolhada
Os olhos do pirilampo
Faz a selva iluminada.

Sapinho alegre cantando
Lá no buraco da estrada
Pássaros anunciando
O romper da madrugada.

Galo canta no poleiro
Juriti no marmeleiro
O inambu com alegria.

No pau verde a cauã
Na lagoa o jaçanã
Anuncia novo dia.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.515 – CONVIVÊNCIA INSUPORTÁVEL

Autor; Erivaldo Alencar.
Letra; 10 08 2012 e música;


Pois aqui na minha casa
Tá uma bagunça danada
Eu não aguento mais
Em ouvir tanta zoada.

A minha mulher não para
Um minuto sem brigar
Sempre a mesma ladainha
Não dá mais pra suportar.

Vivo de cabeça inchada
De ouvir tanto desaforo
Tenho que bancar durão
Se vacilar Levi couro.

Palavrões de todo tipo
Roga praga a toda hora
Se a coisa não melhorar
Eu terei de ir embora.

Diz que não me ama mais
Tirou-me da sua vida
Minha presença  dá nojo
Suas vida tá destruída.

Manda-me para o inferno
Que eu nunca lhe dei nada
Que vivo as suas custas
Minha moral tá acabada.

Me chama de vagabundo
Que meu trabalho não presta
Que eu não sirvo pra nada
E a mim, ela detesta.

Viver com tou vivendo
É muito desagradável
Assim nossa convivência
Tornou-se insuportável.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

1.514– QUE NÃO ME FALTE NADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 09 08 2012 e música;

                                                                                                                                                                 Se alguém me perguntar
O que mais quero na vida
Sem jamais titubear
Responderei em seguida.

Quero a bênção de Deus
Pra me fazer vencedor
Viver ao lado dos meus
Com carinho e muito amor.

Quero um milhão de amigos
Livre de todos perigos
Ter a vida iluminada.

Quero mostrar meu talento
E de Deus o acalento
E que não me falte nada


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.