sábado, 4 de agosto de 2012

1.513 – VAMOS EVITAR INCÊNDIOS

        Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 08 2012 e música;


Meu amigo sertanejo
Eu te peço (por favor)
Que seja mais cuidadoso
Pra evitar o dissabor
De queimar nossa floresta
Num incêndio destruidor.

Nesta época do ano
O mato tá ressecado
Pela escassez da chuva
O mato fica esturricado
Facilitando incêndio
Na baixa e no cerrado.

Por um descuido qualquer
Grande incêndio pode haver
Ponta de cigarro acesa
Mesmo sem a gente querer
Jogada no mato pode
Um incêndio cometer.

Peço ao ambientalista
E ao turista também
Quando visitar a flora
Pra procurar zelar bem
A natureza é a maior
Riqueza que a gente tem.

Nesta época de calor
A temperatura aumenta
A umidade do ar
Do planeta se ausenta
As nuvens se vão embora
O som muito mais esquenta.

Quando for queimar o lixo
Tirado do seu quintal
Quando for queimar a broca
Cuidado nunca faz mal
Fazer acero bem feito
Pra não queimar o matagal.
    
        Quando for tirar abelhas
        Por favor, tenha cuidado.
        Não deixar se alastrar
        O fogo por ti usado
        Na saída verifique
        Se o fogo foi apagado.
        
        Também precisa cuidado
        Quando você for caçar
        Usando fachos acesos
        Para brasas não soltar
        Todo cuidado é pouco
        Pra mata não incendiar.

        Pois incêndios criminosos
        Muito tem acontecidos
        Por pessoas descuidadas
        A elas faço pedidos
        Não incendei nossas matas
Sem ela estamos perdidos

Preservar a natureza
Nunca será por de mais
Pra salvar as nossas vidas
Salvemos os vegetais
Na floresta há milhares
De espécies de animais.

Cuidemos enquanto há tempo
Para salvar nossa flora                                                        
Do fogo destruidor
Que ao planeta devora
Vamos evitar incêndios
Pois o momento é agora.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

1.512 – NÃO PRECISA TUDO ISSO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 08 2012 e música;


Hoje na minha cidade
Foi dia movimentado
Dia de pouca verdade
E discurso inflamado.

De políticos na rua
Em campanha eleitoral
Minha audição seminua
Quase foi pro escambal.

Devido tanta zoada
Tou de cabeça inchada
Por causa do reboliço.

Pra que tanta aberração
Pra se ganhar eleição
Não precisa tudo isso.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.511 – SEM NADA PODER FAZER

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 08 2012 e música;


Meu juízo tá fervendo
Diabete alterada
A cabeça tá doendo
A pressão descontrolada.

A minha hérnia de disco
Quase não me deixa andar
Num olho caiu um cisco
Não me deixa enxergar.

Tá doendo em meus braços
E as pernas em pedaços
Nunca param de doer

Também me acho gripado
Passei a tarde deitado
Sem nada poder fazer.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.510 – ADEUS MEU SERTÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 08 2012 e música;


Eu estou partindo
Buscando outra terra
O meu pé de serra
Tenho que deixar
Vou buscar recursos
Pra sobreviver
Quando enriquecer
Eu torno a voltar.

A seca tá grande
Eu vou sem dinheiro
Como aventureiro
Depois das montanhas
Deixando a família
Jogado ao relento
Vou ganhar sustento
Em terras estranhas.

Deixo minha terra
Tão seca, mas boa.
Disposto a garoa
Nas terras do sul
Eu deixo o sertão
Pra lá na cidade
Chorar de saudade                                                                                                                                                                                   Do meu céu azul.

Em terras alheias
Eu vou trabalhar
Pra logo ganhar
Minha liberdade
Num futuro próximo
Eu quero voltar
De novo morar
Nesta comunidade.

Adeus meu sertão
Meu berço querido
Estou decidido
Ao mundo conhecer
Vou mas logo volto
Pra rever meu povo
E aqui de novo
Voltarei viver.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

1509 – QUEM NÃO BEBE MORRE TAMBÉM

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 08 2012 e música;


Infelizmente meu amigo
Gosta muito de beber
Quem quiser um inimigo
Tente lhe repreender.

Só necessita dizer
Deixe de beber cachaça
Enfurecido a tremer
Já vai fazendo arruaça.

E diz de cabeça tonta
Eu bebo por minha conta
E não devo a ninguém

Eu quero morrer bebendo
Querendo ou não querendo
Quem não bebe morre também.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.508 – PINGUÇO DEPRAVADO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 08 2012 e música.

Não há coisa mais nojenta
Que pinguço depravado
Acha-se o melhor de todos
E só fala alterado
Não tem respeito por ninguém
Além disto é revoltado.

Implica com todo mundo
Mexe com tudo que ver
Seu lar uma imundice
Diz muitas mulheres ter
Que é bonito e gostoso
Não se cansa de dizer.

Não quer acordo com banho
Anda sujo esmolambado
Um pé calçado outro descalço
O cabelo arrepiado
Se uma mulher passa perto
Ele fica apresentado.

Se ver alguém que não gosta
Ele já dá um escarro
Cambaleando na rua
Tropeça e cai no barro
Espuma igual cão doido
Roupa suja de catarro.

Espoja-se pelo chão
Feito porco no lameiro
Bodeja igual a bode
Fede igual pai de chiqueiro
Faz grugru igual peru
Rodando pelo terreiro.

Faz careta igual macaco
Quebrando Coco-catolé
E grita igual galinha
Com medo de jacaré
As quedas diz que na bola
Foi bem melhor que Pelé.

Fala que é valentão
Exige ser respeitado
Que é rico, vira o bolso.
Não tem um tostão furado
Não há coisa mais nojenta
Que pinguço depravado.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

1.507 – O PLANETA ESTÁ CHEIO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 01 08 2012. E música;


O planeta está cheio
De pessoas sem respeito
Que se diz ser gente boa
E se acha o mais direito
Ver o defeito dos outros
Não ver seu próprio defeito.

Só elas se acham o máximo
Cumpridoras  do dever
Que não faz nada errado
E se acham com poder
De fazer tudo que quer
Conforme seu bel-prazer.

Bota apelido em tudo
Trata mal seu semelhante
Diz palavras sem decoros
Além de ser arrogante
Menos preza o seu próximo
De forma deselegante.

Não respeita os mais velhos
Nem as crianças também
Com as senhoras casadas
Respeito elas não tem
Infelizmente esta gente
Não faz o bem a ninguém.

Diz pilherias com as moças
Que todas são raparigas
Chama os casados de cornos
Fuxicando faz intrigas
Só fala com ignorância
Vivem de promover brigas.

Não respeitam autoridades
Dos políticos falam mal                                                                                                                                                                             Fazem gestos obscenos
Sem escolher o local
O planeta está cheio
Desta gente imoral.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.