sexta-feira, 2 de março de 2012

560 – MULHER MAIOR TESOURO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 25 05 2004 e música; 29 05 2004.


Eu gosto de todas mulheres
Tanto faz feia ou bonita
Importante é ser mulher
Imagem santa e bendita.

Não importa raça nem cor
Qual seja a religião
A mulher é meu ponto fraco
São donas do meu coração.

Sem uma mulher não vivo
Duas inda é bem melhor
Eu quero todas para mim
Vocês que fiquem na pior.

Mas o que seria de mim
Se não existisse mulher
Por isto eu amo a todas
Ficar só, só um besta quer.

Quem que não gosta de mulher
Só se o cara for veado
Mulher é bom eu não resisto
Não é que eu seja tarado.

Mulher é tudo qu’eu quero
Não existe maior riqueza
A mais bela de todas obras
Criada pela natureza.

Inda tem homem que maltrata
Até matam infelizmente
Mulher é o maior tesouro
Que Deus pai nos deu de presente

Mulher foi feita pra se amar
Tê-la consigo quem não quer
Muito obrigado Senhor
Por ter criado a mulher.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 1 de março de 2012

559 – ENTRE QUATRO PAREDES

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e Música; 23 05 2044.


Eu sou infeliz no amor
A minha desgraça não vedes?
A minha vida se restringe
Entre estas quatro paredes.

Ninguém neste mundo sofreu
Mais do que eu tenho sofrido
Meu coração já não suporta
A dor que tem me perseguido

Só você é a causadora
De tudo que eu tou passando
Eu sou refém do teu descaso
Que aos poucos ta me matando.

Não peça pra qu’eu lhe esqueça
Porque não vou lhe atender
Tu és tudo na minha vida
Sem você prefiro morrer.

Eu já nem cuido mais de mim
De ti eu sou prisioneiro
Solidão não larga de mim
Silêncio é meu companheiro.

Entre quatro paredes vivo
Curtindo o meu amargor
Desprezado por quem eu amo
Logo vou morrer de amor.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

558 – CAÍ NO FUNDO DO POÇO E ME COBRIRAM COM LAMA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 15 05 2004 e música; 29 05 2004.


Tudo tava bom pra mim
Quando deixou de dar certo
Meu mundo chegou ao fim
Ganhei miséria por certo
Minha oficina parou
Comércio se acabou
Eu mudei de panorama
Veja minha vida moço
Caí no fundo do poço
E me cobriram com lama.

Tentei arranjar emprego
Entrei como vendedor
Sem vender o meu apego
Trabalhar de catador
Até isto deu errado
Num posto fui empregado
Lá eu perdi minha fama
Foi o maior alvoroço
Caí no fundo do poço
E me cobriram com lama.

Vivo uma crise rara
Todos conhecem meu dilema
Lamentar virar a cara
Não resolve meu problema
Preciso que me ajude                                                                                                                                                                         Evitar isto não pude
Eu não quero faze4r drama
Então me ouça seu moço
Ca[í no fundo do poço
E me cobriram com lama.

Não quero culpar ninguém
A culpa foi toda minha
Também não vejo alguém
Que me dê uma mãozinha
Só palavras não resolve
Ainda mais me envolve
Na miséria que me chama
Aqui mostro meu esboço
Caí no fundo do poço
E me cobriram com lama.

A tempo que minha vida
Anda mui atrapalhada
Parece causa perdida
Tento, não consigo nada.
Nada que faço dar certo
Meu mundo virou deserto
Quem a mim diz que me ama
Me abriu um grande fosso
Caí no fundo do poço
E me cobriram com lama.

Já não sei mais o que faço
Eu estou desmantelado
Na roça sou um fracasso
Não tive bom resultado
A plantação não seu nada
A criação foi dizimada
O mal contra mim faz trama
Me prendem no calabouço
Caí no fundo do poço
E me cobriram com lama.

Quem me conheceu outrora
E me vendo no presente
Não resiste até chpra
Com pena deste vivente
A vida me aprontou
Tudo que me deu tomou
Até a quem mais me ama
Solidão é meu endosso
Caí no fundo do poço
E me cobriram com lama.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

557 – QUERO TEU AMOR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e música; 10 05 2004.

Se me ver chorando
Bêbado Rolando
Não fique zobando
O meu amargor
Só a ti venero
Para ser sincero
Tudo que eu quero
É ter teu amor.

Será que não ver
O meu padecer
Quer me ver morrer
Que voltar pra mim                                                                                                                                                                              Vem logo0 benzinho
Pra o nosso ni9nho
Sem o teu carinho
Será o meu fim.

Você não me preza
Por que me despreza
Até se enfeza
Se falo contigo
Se gosta de mim
Porque faz assim
É muito ruim
Sem, você comigo.

Tu sabes querida
Ti és minha vida
A tua partida
Quase me matou
Se não vir me ver
Sei que vou morrer
Eu quero saber
Porque me deixou.

Não tens compaixão
Do meu coração
Tu és a razão
Do meu padecer
Peço por Favor
Vem logo amor
Curar minha dor
Se não vou morrer.

Volte por favor
Seja como for
Quero teu amor
Todinho pra mim
Se você voltar
Vou te abraçar
Juro te amar
Pra sempre sem fim

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

556 – DOIDA DEMAIS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 09 04 2005 e música; 10 08 2008


Eu procurei por todos os lugares
Uma doida pra com ela casar
Infelizmente encontrei você
Bem mais doida que se possa pensar.

Não há no mundo mais doida que tu
Pior que feijão em água fervente
Tua doidice já não tem mais cura
Nem numa caldeira em chamas ardente.

Você só faz as coisas ao contrário
Em nossa casa é só desmantelo
É desleixada, bruta e sebosa.
Preguiçosa e por nada tem zelo.

Você se agarra com todo mundo
Está sempre mal acompanhada
Se envolve com jogos de azar
Mal vestida e sempre assanhada.

Fuma, dança, vive embriagada
Fofoqueira tem a língua comprida
Fala de tudo reclama de todos
É um estrupício na minha vida.

Com tuas doidices só me faz sofrer
É o motivo de todas meus ais
Eu sempre quis casar com uma doida
Mas você é doida, doida demais.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

554 – AMOR, AMOR, AMOR.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 19 03 2005 e música; 10 08 2008


Amor, amor, amor.
Quero viver contigo
Amor, amor, amor.
Venha morar comigo.

Eu estou apaixonado
Não outra solução
Vem logo morar comigo
Salve o meu coração.

Eu já não suporto mais
Viver nesta solidão
Se você não vier logo
Eu vou morrer de paixão.

Amor, amor, amor.
Quero viver contigo
Amor, amor, amor.
Venha morar comigo.

Feliz o homem que tem
Um grande amor na vida
O amor de minha vida
É você minha querida.

Sem teus carinhos amor                                                                                                                                                                         Não sou nada tou perdido
Amar e não ser amado
A vida não tem sentido.

Amor, amor, amor.
Quero viver contigo
Amor, amor, amor.
Venha morar comigo.

Eu te ao loucamente
Você não ta nem aí
Deixe de ser tão carrasca
 E volte logo pra aqui.

Você sabe qu’eu te quero
Não importa como for
Tudo que quero na aida
É ter você meu amor.

Amor, amor, amor.
Quero viver contigo
Amor, amor, amor.
Venha morar comigo.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

555 – LIBERDADE SEM RESPONSABILIDADE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 25 03 2005 e música; 10 08 2008


Você quer viver comigo
Mas viver em liberdade
E fazer tudo que quer
Sem responsabilidade
Mulher assim não tolero
Saiba que também não quero
Mulher cheia de vontade.

Você só vive bebendo
Cara cheia de cachaça
Também não para em casa
E pra me fazer pirraça
Vai para as casas jogar
Só a noite vai voltar
Como que nada se passa.

Você bebe você fuma
Viciada em jogar
Toma café toda hora
Vai as festas pra dançar
Passa o dia na tevê
Também não faz o comer
A casa sem arrumar.

Você reclama de tudo
A vida é um inferno
Passa o dia brigando
E diz que eu só baderno
Por mais que de ti gostar
Não sei se vou suportar
Meu sofrimento eterno.

Eu faço tudo que quer
Inda me acha ruim                                                                                                                                                                                   Me recusa toda hora
Você não gosta de mim
Nós vivemos em guerrilha
Me machuca, me humilha.
Vai ser mal o nosso fim.

Quando reclamo você
Ameaça ir embora
Mulher não lhe prender.
Aproveite vai agora                                                                                                                                                                               Teu reinado acabou
Se não for sou eu quem vou
Adeus até outra hora.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.