segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

245 – PARQUE CAMARÁ

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e Música; 21 02 2002.


Se preparem vaqueirama
Para o boi derrubar
Pois vai haver vaquejada
Lá no Parque Camará.

Vão vaqueiros de longe e de perto
Pra maior festa da redondeza
Muito gado selvagem no parque
Tanta gente meu Deus que beleza
Tem cachaça, cerveja gelada.
Lindas mulheres tem com certeza.

Se preparem vaqueirama
Para o boi derrubar
Pois vai haver vaquejada
Lá no Parque Camará.

Você deve conhecer também
A maior festa da região
Vai ter forró a noite inteira
Vai ser grande a animação
É o gado caindo na pista
E mulheres caindo no chão.

Se preparem vaqueirama
Para o boi derrubar
Pois vai haver vaquejada
Lá no Parque Camará.

Você não pode deixar de ir
Pra vaquejada do Camará
Você vai se divertir a bessa
De lá não vai mais querer voltar
Lá tem muitas mulheres bonitas
E boi bravo pra se derrubar.

Se preparem vaqueirama
Para o boi derrubar
Pois vai haver vaquejada
Lá no Parque Camará.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

244 – NAS ASAS DO VENTO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e Música; 17 02 2002.


Meu pensamento viaja nas asas do vento
Transportando meu amor até você querida
Cortando espaços nas veredas do destino
Dando provas de quem por ti dar a própria vida

O maior dos sonhos que um homem tem na vida
É ter consigo a mais bela mulher do mundo
Repousar nos braços afetivos e carinhosos
E despertar em delírios de amor profundo.

O mesmo vento que leva a minha mensagem
Trás de volta em dobro impulsos com fervor
Me deixo levar e sem perceber até choro
Como se preso junto ao peito do meu amor.

Se tivesse o poder de me transparecer
Não perdia mais tempo para ir te buscar
Sobre as Asas do vento lhe traria agora
E por todo e sempre no meu Peito guardar.

243 - VEM CONHECER MEU CEARÁ

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 17 02 2002 e Música; 06 03 2002.


Não gaste seu dinheiro à-toa                                                                                                                                                                Escolha antes de viajar
Pegue sua bagagem turista
E vem conhecer meu Ceará.

De navio, automóvel ou avião.
Venha conhecer a terra alencarina
Bronzear a pele na praia ao sol quente
Conhecer o sertão, passear na campina.

De bondinho conheça na Ibiapaba
A misteriosa Gruta de Ubajara
Veja a encantadora Pedra Furada
Banhe-se no Mar de Jericoacoara.

Não gaste seu dinheiro à-toa
Escolha antes de viajar
Pegue sua bagagem turista
E vem conhecer meu Ceará.

Visite Cumbuco e Canoa Quebrada
Frade de Pedra e Praia do Icaraí
Igrejas do Icó, Açude do Orós.
Os velhos palacetes de Aracati.

Lá no horto a estátua do Padre Cícero.
A Capela do Socorro no Juazeiro
Jaguaribe maior rio seco do mundo
Ver de perto tremer a Serra do Pereiro.

Não gaste seu dinheiro à-toa
Escolha antes de viajar
Pegue sua bagagem turista
E vem conhecer meu Ceará.

Visite a Sé Catedral de Fortaleza
No Mercado Central tem muito que comprar
As Praias de Iracema e do Futuro
Vá também ao Teatro José de Alencar.

Açude do Castanhão, Nova Jaguaribara.
Açude Cedro, Monólitos Quixadá.
A Galinha Choca e Cego Aderaldo
Em Assaré o Patativa visitar.

Não gaste seu dinheiro à-toa
Escolha antes de viajar
Pegue sua bagagem turista
E vem conhecer meu Ceará.

Parque arqueológico do Araripe
As belezas naturais de Baturité
Fonte do Caldas e a Pedra do Encosto
A matriz de São Francisco do Canindé.

Conheça as bicas naturais do Ipu
E dezenas de praias ao longo do mar
A capela soterrada de Almofala
Quão riquezas naturais tem meu Ceará.

Não gaste seu dinheiro à-toa
Escolha antes de viajar
Pegue sua bagagem turista
E vem conhecer meu Ceará.

242 - MEXERIQUEIRO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 02 2002 e Música; 17 02 2002.


Mexeriqueiro
Porque é que tu não para
Se não parar de fuxico
Vou quebra a tua cara.

Diz pra mim mexeriqueiro
Tu não tens o que fazer
Vives de casa em casa
Mexericando o que ver.

Procuras o que fazer
Favor me deixar em paz
Você sabe que não sou
Da tua laia rapaz.

Mexeriqueiro
Porque é que tu não para
Se não parar de fuxico
Vou quebrar a tua cara.

Será que não tem vergonha
De viver mexericando
Fica pra desocupado
Vida alheia fuxicando

Sabe que é perigosa
Profissão de mexerico
Termina levando peia
Pra não mais fazer fuxico.

Mexeriqueiro
Porque é que tu não para
Se não parar de fuxico
Vou quebrar a tua cara.

Quanto você ta ganhando
Para de mim fuxicar
Ou queres que eu te pague
Pra não mais mexericar.

Sai desta mexeriqueiro
Se não tu vais se dar mal
Ou para de mexerico
Ou tu vais entrar no pau.

Mexeriqueiro
Porque é que tu não para
Se não parar de fuxico
Vou quebrar a tua cara.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

241 – BEBER NUNCA MAIS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 02 2002 e Música; 26 10 2002.


Toda vez que eu bebia
Sempre ficava transformado
Eu brigava com todo mundo
Só andava embriagado.

Minha casa faltava tudo
Até deixei de trabalhar
Bêbado rolava no chão
Bebia sem querer pagar.

Me xotavam de bar afora
Na rua uma gozação
Sem crédito e sem respeito
Vergonha Eu não tinha não.

Doente fui desenganado
Bebendo ficar bom jamais
Parei pra me reconstruir
Tou salvo beber nunca mais.

240 – CHAMEGO DA MORENA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 02 2002 e Música; 26 10 2002.


Esta noite aqui no baile
Não verei o tempo passar
Com o chamego da morena
Eu também quero chamegar.

Chamega pra cá
Chamega pra lá
Chamega pra lá
Chamega pra cá.

Eita que baile animado
Aqui ninguém fica parado
Se dança só e agarrado
Bom mesmo é o chamegado.

Chamega pra cá
Chamega pra lá
Chamega pra lá
Chamega pra cá.

Se chamega a noite toda
Aqui não se pode parar
Chamega pra cá e pra lá
É bonito tu chamegar.

Chamega pra cá
Chamega pra lá
Chamega pra lá
Chamega pra cá.

No chamego da morena
Saia vai pra lá e pra cá
Mostra o fundo da calcinha
Todos querem a mão passar.

Chamega pra cá
Chamega pra lá
Chamega pra lá
Chamega pra cá.

239 – INFELIZMENTE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 01 02 2002 e Música; 26 10 2002.


Infelizmente mulher tu não és
A mulher que eu gostaria ter
Teus caprichos não me convencem
Pois você não é quem demonstra ser.

Infelizmente eu  não acredito
Em nada do que você me disser
Mente em tudo em que você faz
Tu não serves pra ser minha mulher.

Tu demonstras amor externamente
Por dentro um demônio sanguinário
Infelizmente mulher tu não presta.
Vou sair desta pos não sou otário.

Infelizmente não posso querer
Alguém sem amor e sem compaixão
Vou me libertar enquanto é tempo
Preciso salvar o meu coração.