sexta-feira, 10 de agosto de 2012

1.519 – EU NÃO GOSTO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012 e música;


Eu não gosto de xereta
E nem de bajulador
Nem de cara picareta
E nem de deflorador.

Não gosto de intrometido
Que entra em conversa alheia
Nem de cara enxerido
Nem de quem faz cara feia.

Não gosto de apresentado
Nem de cara depravado
Descortês e mentiroso

Sem respeito, pilherento
Presunçoso, violento
Sonegador, preguiçoso.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.518 – SINGELOS, MAS FEITOS DE CORAÇÃO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012 e música;


Eu não sou mais que ninguém
Nem jamais pretendo ser
Quero apenas ser alguém
Que possam me conhecer.

Sou poeta escritor
Gosto fazer poesia
Escrevo com muito amor
Sem usar pornografia.

Escrevo pra agradar
Se caso desagradar
Não é de má intenção.

Os meus versos são singelos
Mas são bonitos e belos
E feito de coração.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.517 – IVARD MORRE EM ACIDENTE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012  e música;


Ontem aqui nesta cidade
Um acidente traiçoeiro
Carro em alta velocidade
Matou o nosso companheiro.

Vicente Ivard Ivo de Oliveira
Homem honesto trabalhador
Que desta terra hospitaleira
Foi político, vereador.

Por ser político sensato.
Foi novamente candidato
Na esperança de se eleger.

Vereador de Acopiara
Sem saber que a morte marcara
O dia pra ele morrer.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.516 – NOVO DIA.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 10 08 2012 e música;


Quando eu olho no campo
Vejo a mata enfolhada
Os olhos do pirilampo
Faz a selva iluminada.

Sapinho alegre cantando
Lá no buraco da estrada
Pássaros anunciando
O romper da madrugada.

Galo canta no poleiro
Juriti no marmeleiro
O inambu com alegria.

No pau verde a cauã
Na lagoa o jaçanã
Anuncia novo dia.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.515 – CONVIVÊNCIA INSUPORTÁVEL

Autor; Erivaldo Alencar.
Letra; 10 08 2012 e música;


Pois aqui na minha casa
Tá uma bagunça danada
Eu não aguento mais
Em ouvir tanta zoada.

A minha mulher não para
Um minuto sem brigar
Sempre a mesma ladainha
Não dá mais pra suportar.

Vivo de cabeça inchada
De ouvir tanto desaforo
Tenho que bancar durão
Se vacilar Levi couro.

Palavrões de todo tipo
Roga praga a toda hora
Se a coisa não melhorar
Eu terei de ir embora.

Diz que não me ama mais
Tirou-me da sua vida
Minha presença  dá nojo
Suas vida tá destruída.

Manda-me para o inferno
Que eu nunca lhe dei nada
Que vivo as suas custas
Minha moral tá acabada.

Me chama de vagabundo
Que meu trabalho não presta
Que eu não sirvo pra nada
E a mim, ela detesta.

Viver com tou vivendo
É muito desagradável
Assim nossa convivência
Tornou-se insuportável.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

1.514– QUE NÃO ME FALTE NADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 09 08 2012 e música;

                                                                                                                                                                 Se alguém me perguntar
O que mais quero na vida
Sem jamais titubear
Responderei em seguida.

Quero a bênção de Deus
Pra me fazer vencedor
Viver ao lado dos meus
Com carinho e muito amor.

Quero um milhão de amigos
Livre de todos perigos
Ter a vida iluminada.

Quero mostrar meu talento
E de Deus o acalento
E que não me falte nada


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 4 de agosto de 2012

1.513 – VAMOS EVITAR INCÊNDIOS

        Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 08 2012 e música;


Meu amigo sertanejo
Eu te peço (por favor)
Que seja mais cuidadoso
Pra evitar o dissabor
De queimar nossa floresta
Num incêndio destruidor.

Nesta época do ano
O mato tá ressecado
Pela escassez da chuva
O mato fica esturricado
Facilitando incêndio
Na baixa e no cerrado.

Por um descuido qualquer
Grande incêndio pode haver
Ponta de cigarro acesa
Mesmo sem a gente querer
Jogada no mato pode
Um incêndio cometer.

Peço ao ambientalista
E ao turista também
Quando visitar a flora
Pra procurar zelar bem
A natureza é a maior
Riqueza que a gente tem.

Nesta época de calor
A temperatura aumenta
A umidade do ar
Do planeta se ausenta
As nuvens se vão embora
O som muito mais esquenta.

Quando for queimar o lixo
Tirado do seu quintal
Quando for queimar a broca
Cuidado nunca faz mal
Fazer acero bem feito
Pra não queimar o matagal.
    
        Quando for tirar abelhas
        Por favor, tenha cuidado.
        Não deixar se alastrar
        O fogo por ti usado
        Na saída verifique
        Se o fogo foi apagado.
        
        Também precisa cuidado
        Quando você for caçar
        Usando fachos acesos
        Para brasas não soltar
        Todo cuidado é pouco
        Pra mata não incendiar.

        Pois incêndios criminosos
        Muito tem acontecidos
        Por pessoas descuidadas
        A elas faço pedidos
        Não incendei nossas matas
Sem ela estamos perdidos

Preservar a natureza
Nunca será por de mais
Pra salvar as nossas vidas
Salvemos os vegetais
Na floresta há milhares
De espécies de animais.

Cuidemos enquanto há tempo
Para salvar nossa flora                                                        
Do fogo destruidor
Que ao planeta devora
Vamos evitar incêndios
Pois o momento é agora.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.