domingo, 12 de maio de 2019

2.484 - NÃO GOSTO COMPRAR A CREDIARISTAS.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 12 05 2019 e música:


Sinceramente não gosto
Comprar a crediarista
São bons pra vender fiado
Ruim pra vender a vista
Que vendem de porta em porta
Um comércio otimista.

Tem alguns muito insistentes
Tem outros mais moderados
Que andam de rua afora
Levando fardos pesados
Enfrentando chuva e sol
Das suas casas ausentados.

Com propagandas acirradas
Das produções a vender                  
São os melhores do mundo
Faz o consumidor ver
Buscam de todas as maneiras
Ao cliente convencer.

O preço é exorbitante
Longo prazo pra pagar
Mostram as facilidades
Pra gente poder comprar
Mas o problema quando
Na hora que vem cobrar.

Quando chegam pra cobrar
Que não se tem o dinheiro
Tem alguns mais diplomatas
Tem outro que é carniceiro
Quer receber de qualquer jeito
Só recebe por inteiro.

Alguns são maus cobradores
Valentões e egoístas
Faz ameaças aos clientes
Com atos e ações racistas
Por isto é que eu não gosto
De comprar a crediaristas


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.483 - PEGAMOS FILA PRA TUDO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 12 05 2019 emúsica:


Pegamos fila pra tudo
No mundo em que vivemos
Não adianta reclamar
Pois o consolo que temos
Vamos sempre pegar filas
Mesmo que nós não queremos.

Para ser o primogênito
Na fila fui colocado
A primeira que peguei
Foi pra que eu fosse gerado
Peguei fila pra nascer
Fila até pra ser criado.

Depois da primeira fila
Não há mais como parar
Há de concordar comigo
Tem fila pra namorar
Pra pedir em casamento
Pra noivar e se casar.

Há fila na padaria
Pra se comprar o pãozinho
Fila pra comprar o leite
Pra tomar o cafezinho
Até pra ir para a roça
Se faz fila no caminho.

Tem fila pra ir ao médico
Na clínica se receitar
Pra preencher uma ficha
Portaria hospitalar.
Também pegamos a fila
Pra na triagem passar.

Até pra ser internado
Num leito de hospital
Pros procedimentos médicos
Ela também é normal
Em toda partes do mundo
A fila é o grande mal.

Também há fila em farmácias
Temos que obedecer
Até pra andar nas ruas
A gente tem que sofrer
Em palestras e comícios
Não há pra onde correr.



Também há fila na loja
Bodega e mercearia
Nos bancos a fila é grande
Garagem e estribaria
Até para ser roubado
Tem-se fila todo dia.

Também enfrentamos filas
Para beber e comer
Filas no salão de festas
Para chorar e gemer
Fila pra ser sepultado
Adoecer e morrer.

A fila estar nos transportes
No estádio de futebol
Há fila entre as estrela
Pro nascer e o pôr do sol
Para os ventos e tempestades
Pro relâmpago caracol.

Também há fila pra águas
Nos canos e correntezas
Pro nascimento das plantas
Até pra se ter tristezas
Há fila pro animais
Nas virtudes e nas fraquezas.

A fila também existe
Para ser cego e mudo
Para o rico e para o pobre
Para o grande e o miúdo
Em todo globo terrestre
Pegamos filas pra tudo.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar

2.482 - NÃO CONFIO EM PROMESSA.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 12 05 2019 emúsica:


Não adianta insistir
Porque não vou mudar não
Suas promessas não convencem
Já tomei a decisão
Porque não sou eleitor
De véspera de eleição.

Numa eleição passada
Muitas coisas prometeu
Votamos todos em ti
Mas quando se elegeu.
Você mudou idéias
Das promessas se esqueceu.

Outra eleição está chegando
Você volta aparecer
Pedindo os nossos votos
Novamente a prometer
Para depois de eleito
Novamente se esquecer.

Nossa memória é curta
Mas inda não esqueci
Tuas promessas em vão
Tão engasgadas aqui
O que prometes aqui
Tu as esqueces ali.

Como pessoa tu és
Um ilustre cidadão
Como político tu és
Um descarado ladrão
Não vou mais em tuas promessas
Tua máscara caiu no chão.

Se inda quer ser meu amigo
Por favor, jamais me peça.
A estrada é por ali
Toma ela e sai depressa
Sou eleitor consciente
E não confio em promessa.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.481 - O MANTO AZUL SOBRE A SERRA.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 12 05 2019 e música:


Bem longe ao horizonte
Identifico minha terra
Bem atrás daquele monte
O manto azul sobre a serra.

Pois de onde estou no momento
Fica bem ali ao sul
Representa um monumento
Coberto com manto azul.

Ó Serra do Comboeiro
Ouça este brasileiro
Que no seu peito encerra.

Lembranças do seu passado
Onde nasceu e foi criado
Sobre o manto azul da serra.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.480 - SOU APENAS VENDEDOR DE PICOLÉ.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 12 05 2019 e música:


Sou vendedor de picolé
Vivo nas ruas a trabalhar
Com muito amor e fé
Pra meu dinheiro ganhar.

Eu gosto de trabalhar
Só não gosto do que faço
Eu odeio preguiçar
Preguiça só traz fracasso.

Não sou melhor que ninguém
A todos atendo bem
Pra vender sei como é.

De vezes já falei dezenas
No trabalho sou apenas
Vendedor de picolé.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

2.479 - O MANTO AZUL COBRE A SERRA.


Autor: Erivaldo Alencar.

 Letra: 10 05 2019 e música:


O céu está se nublando
O sol continua quente
Um vento frio soprando
Massageia o corpo da gente.

Enquanto a chuva não vem
Vou trabalhando com fé
Nas ruas buscando alguém
Pra vir comprar picolé.

Quando as nuvens se afastam
Raios solares se arrastam
Varrendo a face da terra.

Céu limita o horizonte
Eco responde no monte
O manto azul cobre a serra.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.478 - TENHA JUÍZO MULHER.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 10 05 2019 emúsica:


Não sei mais o que fazer
Com a tua indecisão
Horas diz que vai embora
Outras horas diz que não
Com toda esta incerteza
Faz sofrer meu coração.

É preciso definir
Que decisão vai tomar
Diz que não vive sem eu
Que nunca vai me deixar
Depois volta atrás e diz
Viver comigo não dar.

Você reclama de tudo
Do que faço e que não faço
Que eu não sirvo pra nada
Eu só lhe causo embaraço
Sou pedras em sua vida
Motivo do seu fracasso.

Tem horas que você diz
Não dar pra viver sem eu
Sou o seu anjo da guarda
Seu coração é só meu
Sou o bem da sua vida
O amor que Deus te deu.

Sem motivo aparente
Tu fuças muito nervosa
Vai quebrar tudo em casa
E comigo não quer prosa
Sua mania de grandeza
Deixa-lhe chata e teimosa.

Fala mal de todo mundo
Se mete na vida alheia
Não se alegra com nada
Só vive de cara feia
De tanto disse medisse
Estou de cabeça cheia.

Acabe este lenga lenga
Tu tens que se definir
Se vai embora ou fica
Assim não vou resistir
Na decisão que tomar
Eu jamais vou interferir.



Tu me dar dor de cabeça
Por não saber o que quer
Tome a decisão correta
Fazendo o que bem quiser
Pra teu próprio bem te peço
Tenha juízo mulher.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.