quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

2.104 - SEM COPIAR DE NINGUÉM.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 19 01 2017 e música;



Não nasci pra ser covarde
Nem pra fazer molecagem
Luto sem fazer alarde
E odeio sacanagem.

Vivo pra fazer o bem
Sem pensar em recompensa
Sempre faço o que convém
Sem fugir da minha crença.

Sou poeta escritor
Faço versos com amor
Pois versejar me faz bem.

Minha mente se renova
Eu escrevo e dou a prova
Sem copiar de ninguém.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.103 - A UNIÃO FAZ A FORÇA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 19 01 2017 e música;


A união faz a força
Trabalho faz o progresso
Unidos somamos forças
Para sair do recesso.

Acabamos as picuinhas
Desunião só destrói
Vamos todos dar as mãos
Só com amor se constrói.

Briga não nos interessa
Temos juntos que buscar
Paz em cada coração
Pra Deus nos abençoar.

Cada um veja seu eu
Aqui ninguém é perfeito
Não custa muito tentar
Corrigir nosso defeito.

Buscar coletivamente
É mais fácil de achar
Tudo que nos interessa
Sem um ao outro difamar.

Vamos juntos construir
Não aumentar o dilema
A união faz a força
Pra resolver o problema.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

2.102 - O MAL POR SI SE DESTRÓI.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 17 01 2017 e música:


Que adianta nascer
E viver a vida inteira
Fazendo tudo errado
Com outros na bandalheira

Ter um coração maldoso
Mau caráter irracional
Passar uma vida inteira
Só pensando em fazer mal.

Ser dopado pelo ódio
Não saber fazer favor
Ser um sujeito inútil
Desprovido de amor

Infestado pela inveja
Venenoso inconsequente
Um déspota violento
Neurótico imprudente.

Gente que se porta assim
Que já não é mais criança
Não é digno de respeito
Nem merece confiança.

De pessoas desse tipo
O mundo está lotado
Em todo canto que se vai
Um destes é encontrado.

Não adianta conselho
Pois nada iram mudar
Pois o pau que nasce torto
Não há como desentortar.

Quem vive de fazer mal
Com o tempo se corrói
Um provérbio assim diz
O mal por si se destrói.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.101 - RECORRO A SANTA TRINDADE.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 17 01 2017 e música:


Cinco anos se passaram
De secas no meu sertão
O novo ano chegou
Com a mesma sequidão
Apenas trouxe neblinas
Sem dar pra molhar o chão.

Como sempre o meu sertão
Zona rural e cidade
Quase que não há mais água
Sofremos barbaridade
Criação passando fome
É grande a calamidade.

Digo com sinceridade
Não dar mais pra aguentar
Animais são quem mais sofrem
Por ter onde buscar
Os suprimentos e águas
Pra da fome se livrar.

Esta seca de lascar
Roubou nossa liberdade
Animais com fome e sede
É uma calamidade
Nós não agüentamos mais
Tamanha infelicidade.

Recorro a Santa trindade
Compadecei-vos de nós
A seca está tão comprida
Porém não nos deixem a sós
Pra vencermos esta seca
Nós precisamos de vós.

Senhor salva a todos nós
Sinto-me desesperado
Aproveita manda chuva
Enquanto o céu tá nublado
Fazer água com abundância
E deixar o chão molhado.

O céu tá muito nublado
Tenha de nós piedade
Manda chuva com abundância
Suplico por caridade
Pra nos livrar desta seca
Recorro a Santa Trindade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

2.100 - O ASSASSINO DE GATOS.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 05 01 2017 e música:


Eu vi no meu facebook
Uma cena revoltante
De um monstro violento
Estúpido ignorante
Um demônio em pessoa
Um perverso arrogante.

Tal assassino cruel
Teve a brutalidade
De poder postar seu crime
Feito com barbaridade
Contra seres incapazes
De fazer qualquer maldade.

O cara que falo tem
Com sangue alma manchada
Matou de forma cruel
Rindo e dando gargalhada
Vários gatos indefesos
Uma chacina planejada.

O monstro teve a coragem
Na internet postar
Exibindo com insultos
Pra quem quiser comentar
Só sendo o pior dos monstros
Pra tanto gato matar.

É terrível a gente ver
Tanto bicho assassinado
Por um cara sangue frio
Louco desequilibrado
Todo castigo é pouco
Pra este amaldiçoado.

Ele se ente um herói
Por este crime praticar
Mas o Criador não dorme
Também não vai perdoar
Pelo que fez com os gatos
Logo o vai castigar.

Não vai poder se esconder
Nas cidades nem nos matos
Vai pagar com correção
Todos os seus disparatos
Deus vai punir com justiça
O assassino de gatos.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

2.099 - ME REVOLTO QUANDO VEJO.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 03 01 2017 e música;


Me revolto quando vejo
Um animalzinho morrendo
Sem eu poder fazer nada
Da vida se desfazendo
Mais uma vida que vai
Um gato que estou perdendo.

Na minha humilde chupana
Eu crio vários gatinhos
Pra mim todos são iguais
Pra gozar dos meus carinhos
Eu faço que for possível
Pra cuidar bem dos bichinhos.

Além dos gatos de casa
Eu também dou alimento
Os dos vizinhos e de ruas
Os dou ração a contento
Os gatos abandonados
Levo pro meu aposento.

Quando eu vou pela rua
Pra meu picolé vender
Os bichos que me acompanham
Eu me sinto no dever
Dar ração suficiente
Pra os que quiser comer.

Mas me sinto revoltado
Com a morte traiçoeira
Que vai destruindo vidas
Por toda terra inteira
Leva vidas trás tristezas
Inda se diz justiceira.

Um gatinho que peguei
Abandonado no mato
O levei com muito amor
Libertando do maustrato
Alimentei dei conforto
E proteção e bom trato.

Dum momento para outro
O gatinho adoeceu
Remédio não fez efeito
E sem eu querer morreu
Sua morte prematura

Meu peito entristeceu.

Parecia está melhor
Que ia sobreviver
Mas a morte traiçoeira
Não tardou aparecer
De forma inexplicável
Fez o meu gato morrer.

Que adianta criar
Animal de estimação
Pra ver sofrer e morrer
Por algo sem coração
A morte matou meu gato
Sem dar uma explicação.

Não me importa o que pensam
Nem o que andam dizendo
Tenho amor aos animais
Não quero os ver sofrendo
Me revolto quando vejo
Um animalzinho morrendo.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

2.098 - TERMINOU EM BRINCADEIRA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 02 01 2017 e música:

Ainda tenho lembrança
De uma manhã fagueira
Não lembro porque motivo
Ocorreu esta asneira
Só sei que foi engraçado
Terminou em brincadeira.

Minha tia tava presente
Mas ainda não entendo
Porque que o meu irmão
De casa saiu correndo
Passou por uma janela
Num desespero estupendo.

Eu ia chegando a casa
Quando ouvi sem querer
Minha mãe tava brigando
Tudo que pude entender
Nervosa pegou o chicote
Pra no meu irmão bater.

Minha mãe tentou pegá-lo
Mas ele não foi alcançado
Gritou zangada pra mim
Pegue logo este safado
Mas sem saber o porquê
Eu corri atordoado.

Fui correndo atrás dele
Pegar não foi meu querer
Pois jamais que eu iria
Minha mãe desobedecer
Na verdade o que eu queria
O meu irmão proteger.

Meu irmão corria muito
Dando voltas no terreiro
E eu pego, mas não pego,
Correndo muito ligeiro
Disfarcei o quanto pude
Porque nisso sou veleiro.

A minha mãe era forte
Não agüentou a carreira
Cansada se pôs a rir
Comentou, isto besteira.
A surra do meu irmão
Terminou em brincadeira.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.