quarta-feira, 9 de abril de 2014

1707 – PELO CONFORTO DA CIDADE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 03 2014 e música;


Não haverá maior riqueza
Que a chuva molhar o chão
Alegra-se a natureza
E engrandece o sertão.

Os pássaros fazem festas
Os animais se divertem
Enverdecem as florestas
As situações se invertem.

Muito feliz faz gracejo
No roçado o sertanejo
Canta de felicidade

Com fartura de montão
Diz não troco meu sertão
Pelo conforto da cidade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1706 – E BUSCAR OUTRA PRA AMAR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 03 2014 e música;


A mulher a quem eu amo
Já no gosta mais de mim
Na sua boca eu não presto
Que sou vagabundo enfim.

Por todo canto que vai
Vive a me difamar
Sou um cara imprestável
Tá sempre a me magoar.

Que eu sou um mentiroso
Somente ela tem razão
Sou um cara sem escrúpulo
E vivo na contramão.

Que quer me ver na pior
Na sarjeta ao relento
Desprezo seja meu guia
Da solidão um detento.

O meu amor me odeia
Se enoja quando me ver
A minha voz a pertuba
Que mais é me esquecer.

Manda qu’eu desapareça
Pois nosso amor se acabou
Que a verdade seja dita
Ela nunca me amou.

Qu’eu seja feliz com outra
E chorar em outro braço
Fui pedra no seu caminho
Que eu a levei ao fracasso.

Não adianta insistir
Nada vou poder mudar
Tudo que me resta agora
E buscar outra pra amar


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1705 – FAZER VIZITAÇAO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra;23 03 2014 e musica;


Neste dia viajei
Pra fazer visitação.
Na capital Fortaleza
Em Messejana a região.
No hospital do mesmo nome
Pra visitar um irmão.

Que a quase dois meses
Encontra-se internado
Por um câncer nos pulmões
O meu irmão foi tomado
Devido a enfermidade
Esta de nos afastado.

As nuvens correm nos céus
Em pequena raridade
O sol nervoso escaldante
Esbanja sua claridade
O carro no asfalto corre
Em alta velocidade.

As oito e vinte e cinco
Saimos de Acopiara
O motorista liga o carro
Pra viajar se prepara
Subindo e descendo rampas
So com o corpo e a cara.

O carro corre veloz
E o vento sopra forte
O sol queimando a pele
Deus nos abençoa com sorte
Para percorrer estradas
No sentido sul a norte.

O motorista exerce
A velocidade capaz
O carro pra frente
A mata corre pra traz
Devido as trepidações
O vento barulho faz.

Ja passamos de Mombaça
Com alegria e carinho
Avisto Mineirolandia
A frente no meu caminho
Depois Quixeramobim
Quixada e Chorozinho.

Antes tem Ibaretama
Horizonte e Pacajus
Itaitinga, Eusebio.
Passar por elas me dispus
Na capital chegaremos
Na companhia de Jesus.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 13 de março de 2014

1.704 – DIREITO E DEVER DA CRIANÇA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 12 03 2014 e música;


Eu peço muita atenção
Em tudo que vou descrever
Vou descrever a criança
O seu direito e dever
O trabalho infantil
Educação e lazer.

O que reza o Estatuto
Da criança e do adolescente
Encontra-se redigido
Na Constituição regente
A quem esqueceu vou lembrar
A quem não sabe faço ciente.

Perante a Lei a criança
Tem o direito de brincar
Tanto faz ser pobre ou nobre
Tem direito a estudar
E só depois de crescer
É que deve trabalhar.

Tem direito a ser feliz
Diz a Constituição
Gratuitamente receber
Uma boa educação
Acesso a bibliotecas
E uma boa alimentação.

Direito ao desenvolvimento
Físico e também mental
Estrutural e psíquico
Moral e espiritual
Liberdade de expressão
E uma vida normal.

Direito a praticar esportes
O lazer e a diversão
Saúde gratuitamente
Escolher sua religião
A cultura e a um lar
Opinar e dar sugestão.

Direito de ser protegida
De todo tipo de violência
Opressão e exploração
Crueldade e indecência
Do trabalho infantil
Abusos e inconsciência.

Tem direito a preservação
Da sua integridade
Ser tratado com carinho
Respeito da sociedade
Ser protegida do vício
Da droga e marginalidade.

Direito ao aprendizado
E a profissionalização
Ao convívio com amigos
Da mesma idade e região
Mas a criança também tem
Dever e obrigação.

A criança tem o dever
E algumas regras a cumprir
Obedecer a seus pais
A escola todos os dias ir
Praticar os bons costumes
E os bens públicos não destruir.

Respeitar todas as pessoas
Seja qual for à idade
Jamais inventar mentiras
Sempre falar a verdade
Nunca praticar o bullying
E sempre buscar amizade.

Respeitar a natureza
E a memória dos ancestrais
Não poluir o ambiente
Proteger os animais
Evitar o desperdício
Zelar pelos vegetais.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

1.703 – ALGUNS ADÁGIOS POPULARES

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 22 01 2014 e música;


Citarei neste poema
Alguns adágios conhecidos
Como ditos populares
Soam bem em nossos ouvidos.

Existem muitas pessoas
Em suas manifestações
Recorrem aos adágios
Pra melhores explicações.

Pra encaixar na poesia
Fiz algumas alterações
Quanto aos significados
São de vocês as traduções.

Pois nem todos são corretos
Mas merecem serem citados
Como poeta, vou trazê-los.
Nos próximos versos rimados.

Pois o pau que nasce torto
Não tem jeito morre torto
Porém o baiano burro
Garanto que nasceu morto.

Vai se o anel fica o dedo
Mato a cobra mostro pau
Não mau que não traz o bem
Nem o bem que não traz o mau.

Quem com muitas pedras bole
Uma escapole e cai na cabeça
Não há esquecido que não lembre
Nem lembrado que não esqueça.

Aí é onde a porca torce
O rabo se não for bicó
Pois tudo que sobe, desce.
Corda sem ponta não dar nó.

Aquele que diz que não mente
Está mentindo sem querer.
Uma andorinha sozinha
Não faz verão nem chover.

Questão de gosto não se discute
Quem tem ciúmes quer bem.
Quem quer vai quem não quer manda.
Fazei o bem sem ver a quem.

Ver um cisco nos olho dos outros
E não ver uma trave nos seus.
Nem tudo que entra sai
Quem dar os pobres empresta a Deus.

Criança que não chora não mama
Quem tem boca vai a Roma.
Sempre caberá mais um
Quando se usa Rexona.

Dinheiro em mão de pobre
É igual capim pegando fogo.
Quem tem medo de perder
Nunca deve entrar no jogo.

Aquele que diz o que quiser
Vai ter de ouvir o que não quer.
E quem tem medo de ser corno
Não deve arranjar mulher.

Quem não arrisca não petisca
A dor ensina gemer
As formigas criam asas
Quando querem se perder

Porém quem não pode com pote
Não deve pegar na ródia
A voz do povo é a voz de Deus
E quem ama não judia.

Pois o gato escaldado
Até de água fria tem medo
Pobre não vive, vegeta.
Para deus não há segredo.

Não queira brincar com fogo
Pra depois não se queimar.
Donde se tira e não se bota
Cedo ou mais tarde vai secar.

O melhor medicamento
Pra cavalo velho é capim novo
Filho de gato, gatinho é.
Já estar na boca do povo.

Quem planta o mau colhe o mau
Quem planta o bem colhe o bem.
Quem muito fala muito erra.
Dormiu na estação, perdeu o trem.

É melhor um pássaro na mão
Do que dois pássaros voando.
Aquele que tudo quer
Sem nada termina ficando.

Diz-me com quem tu andas
Que te direi quem tu és.
Quando terminar o banho
Lembre-se de lavar os pés.

Água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura.
Namorar viúva é bom
Mulher casada é loucura

É grande igual coração de mãe
Onde há fumaça há fogo
Nadou, nadou e morreu na praia.
Onde há bola tem jogo.

Uma mãe é para três filhos
Três filhos não é pra uma mãe só.
Tudo de mais é veneno
Ele fechou o paletó.

O pouco com Deus é muito.
O muito sem Deus Não é nada.
O pobre só vai pra frente
Quando leva uma topada.

O pior cego não é o cego
Mas aquele que não quer enxergar.
Dinheiro não traz felicidade
Mas bem que pode ajudar.

A mentira tem pernas curtas
No começo ela prevalece
Mas quando a verdade chega
A mentira desaparece.

Se ficar o bicho come
E se correr o bicho pega.
Todos dizem que a sorte é cega
E que onde ela bate aprega.

É melhor viver sozinho
Do que mau acompanhado.
Jamais haverá segredo
Que nunca seja revelado.

A morte não marca a hora
E nem faz descriminação.
Quando uma porta se fecha
Outras porta se abrirão.

Quanto mais alto for o pau
A queda será muito maior.
Um é pouco, dois é bom,
E três é muito melhor.

O diabo quando não vem
Manda o seu secretário
Pobre só muda de ano
Pobre não tem aniversário.

Melhor perder um minuto na vida
Que perder a vida num minuto.
Enquanto eu fugir de brigas
A minha não bota luto.

Quem guarda comida com fome
Vem o gato faminto e come
Não há comida ruim
Quando se está com fome.

Quem ver a casa dos outros
Esquece de ver sua.
Quem tem o rabo de palha
Não toca fogo no dos outros

O preguiçoso trabalha
Mais do que o trabalhador
O mundo é a escola
E o tempo o professor.

O respeito é muito bom
Eu gosto e conserva os dentes.
Melhor ser pobre e ter saúde
Que ser rico e ser doente.

Brasileiro só fecha a porta
Só depois que ele é roubado.
Sonhar dormindo é bom
Melhor é sonhar acordado.

Não vá baldear a água
Pra depois não ter que beber.
Não bote lenha na fogueira
Para queimado não morrer.

Aquele que com ferro fere
Com ferro será ferido
O prato oferecido
Está podre ou fedido.

A poesia está
Nos ares, terras e mares.
Foi gratificante citar
Alguns adágios populares.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

1.702 – NÃO TEM MAIS CONCSERTO NÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 21 01 2014 e música;


A desordem está grande
O povo perdeu o amor
A violência se expande
A vida perdeu o valor.

A maldade se alastrou
Pouca gente faz o bem
O vandalismo aumentou
Ninguém respeita ninguém.

Ninguém tem mais paciência
A razão e a consciência
Caminham na contramão.

Prostituição falsidade
Por mais tentem a maldade
Não tem mais conserto não.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

1.701 – DESPERTA BRASIL

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 15 01 2014 e música;


Desperta Brasil
Para a realidade
No teu céu azul anil
Verve a liberdade.

Tua fauna e flora
Demonstram sua grandeza
Teu minério aflora
Tua imensa riqueza.

Teu solo produtivo
As armas o distintivo
Do teu povo varonil.

A paz e segurança
São frutos da esperança
Em o desperta Brasil.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.