sábado, 8 de dezembro de 2012

1.590 – NÃO ACREDITO EM COMEDOR DE FEIJÃO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 12 2012 e música;

Existe alguém por aí
Conversando heresia
Inventando o que fazer
Que o dia doze é o dia
Do mundo se acabar
Conforme sua profecia.

Segundo o raciocínio                                                                                                                                                                                De esta gente profeta
Dois mil doze em dezembro
Que o tempo se completa
Pra o mundo se acabar
È o que esta gente decreta.

Assim falou Jesus Cristo
Não devemos acreditar
Nestas falsas profecias
Que alguém possa inventar
Só o pai sabe quando
O mundo vai acabar.

Que o mundo vai acabar
Nós sabemos de antemão
Quando vai acontecer
Os homens não saberão
Isto é assunto de Deus
Não pra comedor de feijão.

Por muitas e muitas vezes
Profetas enganadores
Que dizem saber das coisas
São de Deus informadores
Já extinguiram o mundo
Por causa destes horrores.

Se estes caras sabem
Quando o mundo vai acabar
Eles também devem saber
Como deve evitar
Ou só sabem pregar medo
Com mentira tão vulgar.

Nem mesmo o apocalipse
Do evangelista João
Sobre ano, dia e hora
Ele não faz revelação
Por isto não acredito
Em comedor de feijão.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.589 – TUDO ACABA NO SOL QUENTE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 12 2012 e música;


É triste olhar pra o campo
Ver a terra ressecada
Sem a luz do pirilampo
E a selva desfolhada.

A seca torrando o sertão
Não há mais neve na serra
A chuva não cai no chão
Pra poder molhar a terra.

Nuvem branca não tem água
Nos açudes a deságua
Feita pelo sol ardente.

A falta da chuva no chão
Desertifica o sertão
Tudo acaba no sol quente..


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.588 – COM DESPREZO E FALSIDADE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 12 2012 e música;


A mulher que tanto amo
Já não gosta mais de mim
A dama a quem aclamo
Está querendo ver meu fim.

Ela disse em juramento
Ser minha eternamente
No altar em casamento
Jurou ser minha somente.

Na alegria na dor
Na tristeza no amor
De me dá felicidade.

Perdeu a sua ternura
Depois que quebrou a jura
Com desprezo e falsidade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.587 – DESAPARECE SOBRE A AMPLIDÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 08 12 2012 e música;


Sempre que vejo aquela mulher
Sinto remorsos no meu coração
Não sei quem é ela nem de onde veio
Só sei que ela chamou-me atenção.

Tenho buscado saber quem é ela
Ela sonega se identificar
Com olhos distantes sempre fugindo
Sobre sua vida recusa falar.

Inda é jovem e muito bonita
Em teu semblante enorme tristeza
Palavras doce saem de sua boca
Seu visual denuncia pobreza.

Ela me olha com muito carinho
Querendo da minha vida saber
Desejando muitas felicidades
Sai chorando ao Senhor agradecer.

Parece que algo muito especial
Que desconheço ou não tou lembrado
Que somente ela é a sabedora
Que ocorreu entre nós no passado.

Com uma mão alisa meus cabelos
Com a outra aperta minha mão
Soluça forte respira profundo
As suas lágrimas ensopam o chão.

Já procurei entre muitas pessoas
Obter informações sobre ela
Ela é estranha, ninguém a conhece.
O que faz onde vive nada tenho dela.

Tentando buscar saber quem é ela
Botei detetive foi tudo em vão
Segui os seus passos nada consegui
Pois desaparece sobre A amplidão.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.586 – QUAL O HOMEM QUE DIZ NÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 12 2012 e Letra;


Qual o homem que não gosta
De uma mulher cheirosa
Qual homem que não aposta
No amor duma dengosa.

Qual o homem que não quer
Um amor sincero e puro
Uma bonita mulher
Pra namorar no escuro.

Pois homem nenhum reclama
De ter que levar pra cama
Uma linda mulher formosa

Qual o homem que diz não
Quando o seu coração
Ama uma Mulher dengosa.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.585 – OUTRO NO SEU CORAÇÃO MORA

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra; 04 12 2012 e música;


Quando vejo uma mulher
Falar mal do seu marido
É sinal que ela está
Namorando escondido.

Pois quando a mulher tem
Amor pelo companheiro
Defende em todo sentido
O seu amor verdadeiro.

Quando a mulher começa                                                                                                                                                                        Achar seu marido feio
Com certeza está botando
Seu homem pra escanteio.

Quando diz que o seu marido
Já não está mais com nada
Não tem mais tesão por ele
Ela tem outro na parada.

Quando diz que não o ama
E quer dele se separar
Sempre fica aborrecida
Ela tem outro pra amar.

Que acha seu homem fedido
E não quer conversa com ele
Que não lhe dá mais atenção
Ela, bota chifre nele.

Quando a mulher se alegra
Quando ele faz viagem
É porque ela tem outro
Para fazer sacanagem.

Quando em briga sem sentido
Manda seu marido embora
Quando ele chega ela sai
Outro no seu coração mora.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 1 de dezembro de 2012

1.584 – INDA É MINHA ADORADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 01 12 2012 e música;

Ninguém pode imaginar
O quanto tenho sofrido
Por cegamente amar
Um  amor falso e fingido.

A mulher que tanto amei
Gostou doutro e foi embora
Todo amor que lhe dei
Achou pouco e jogou fora.

Agora vivo sozinho
Sem amor e sem carinho
Da mulher por mim amada.

Mesmo nos braço de outro
Dormindo ao lado doutro
Inda é minha adorada.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.