quarta-feira, 14 de novembro de 2012

1.576 – NO NOVO DIA ACORDAR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 11 2012 e música;


A noite está chegando
Já começa escurecer
Vento suave soprando
As luzes vão acender.

As estrelas vão brilhar
Afastando a escuridão
A lua vai clarear
Por toda imensidão.

Logo quando anoitecer
A cidade adormecer
O silêncio vai reinar.

Se nada não intervir
Na esperança vou dormir
No novo dia acordar.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.575 – A PEDRA ATRAVESSADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 11 2012 e música;


Lá na pedra atravessada
No Riacho do Fechado
Dentro da mata fechada
Num lugar bem isolado.

Bom pra se fazer turismo
Com a família e amigos
Lá não existe abismo
Que ofereça perigos.

Acima uma represa
Abaixo uma beleza
De poço pra se banhar.

Conhecida na região
Lá não há poluição
Lugar bom pra descansar.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.574 – QUEM QUE VAI NOS SOCORRER.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 11 2012 e música;


O sol está muito quente
Cadê a chuva que não vem
O calor está ardente
Nem nuvem no céu não tem

Os açudes estão secando
O precioso vai faltar
O pasto tá acabando
E não há onde buscar.

Sem água para beber
Sem pasto para comer
A criação vai morrer.

Quando aqui falta inverno
Nordeste vira inferno
Quem que vai nos socorrer.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.573 – PERANTE A LEI É CRIME JUDIAR DOS ANIMAIS

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 11 2012 e música;


Eu não sei como há gente
Com coração tão perverso
Judia dos animais
Eu vou contar neste verso
Esta gente deveria
Ser banida do universo.

Como se tem a coragem
De maltratar um gatinho
Com chute e ponta pé
Pisotear o bichinho
Estrangular e dar murros
No pobre animalzinho.

Judiar dos cachorrinhos
Animais de estimação
Não dá água pra beber
Nem boa alimentação
Judia dando pauladas
Até matar o seu cão.

Há tanta gente perversa
Que vive fazendo o mal
Pega os bichos pelas pernas
Joga fora do quintal
Muitas vezes dá veneno
Pra matar o animal.

Também jogam água quente
No pobre animalzinho
Faz tudo que é maltrato
Invés de lhe dar carinho
Esfregam em suas fezes
Depois queimam seu focinho.

Puxa-os pelas orelhas
E o rabo até arrancar
Também quebram suas patas
Para puder completar
Também furam os seus olhos
Pra nunca mais enxergar.

Se o animal adoece
Recursos não vai buscar
Lá com o veterinário
Pra seu animal curar
Ao invés de tratar dele
Eles preferem matar.

Aonde estão as ONGs
De proteção animal
E as leis deste país
Pra punir a quem faz mal
Aos animais indefesos
Desta gente irracional.

Tem que haver punições
Para estes anormais
Sem direito a defensor
Em cadeia e tribunais
Perante a Lei é crime
Judiar dos animais.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.572 – COM SUA CHAMA ARDENTE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 11 2012 e música;


Eu formei uma viagem
Para a cidade vizinha
Observando a paisagem
Vi coisas que não convinha.

Sem esperar deparei
Com um incêndio criminoso
Mui revoltado fiquei
Com o fogo furioso.

Mato adentro avançando
Impiedosamente queimando
O que tinha pela frente.

O fumaceiro cobrindo
E o fogo consumindo
Com sua chama ardente.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.571 – ESTÃO DESTRUINDO A VIDA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 14 11 2012 e música;


É muito triste irmão
Ver as margens das estradas
Tamanha destruição
Causada pelas queimadas.

Por incêndios criminosos
Ver a mata destruída
Monstros inescrupulosos
Estão destruindo a vida.

Pois cada planta queimada
É uma vida ceifada
Do nosso planeta terra

Igualmente os vegetais
Também morre os animais
Da água planície e serra.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

1.570 – NÃO SOU NADA PRA VOCÊ

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 13 11 2012 e música;


Você diz pra seus amigos
Que jamais gostou de mim
Que não represento nada
E que só quer ver meu fim.

Que sou um pobre trapilho
Estrupício sem valor
Que seria imbecil
Se me desse o seu amor.

Diz também que eu não sirvo
De marido pra ninguém
Que meu mundo é tão pequeno
Não mereço ter um bem.

Se eu tivesse vergonha
De ti me distanciava
Reconhecia meu mundo
E nem pra você olhava.

Que não mereço você
Nem sequer por um segundo
Não tenho prestígio algum
E diz que sou vagabundo.

Nem pra fazer seus mandados                                                                                                                                                           Não tenho capacidade
Que eu não passo de um
Um verme sem utilidade.

Diga o que bem quiser
Jamais vai me afetar
Tu és da sociedade
Um dia lá vou chegar.

Entendo sua franqueza
Em dizer isto por que
Você não serve pra mim
Nem sou nada pra você.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.