segunda-feira, 21 de outubro de 2013

1.696 – APRENDI

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 21 10 2013 e música;


Aprendi que está em nossas
Mãos o bem estar do mundo
Que o crime e a violência
É causa de dano profundo.

Eu aprendi ouvir o choro
Da criança por alimento
E os moradores de rua
Que clamam por um aposento.

Aprendi a ver poderosos
Na cobiça de mais poder
A amar ao meu inimigo
E mais carinho oferecer.

Aprendi a ver favelados
A sua vida vegetar
Para ter bustos bonitos
Mães aos filhos não amamentar.

Aprendi a ver um mendigo
Pedindo um pedaço de pão
E os abastados negarem
A quem lhe estende a mão.

Aprendi ver o sofrimento
De quem vive na pura pobreza
De ver monstros depredadores
Depredar tão rica natureza.

Aprendi a ver animais
Maltratados no cativeiro
Assaltantes invadirem bancos
E levar todo nosso dinheiro.

Aprendi gemer sem ter dor
Ver bêbado rolar no chão
Ver alguém ser preso enganado
Condenado fugir da prisão.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.695– ESCALADA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 24 09 2013 e música;

A estrada é comprida
Tenho pressa em chegar
A longa ladeira da vida
Eu preciso escalar.

Aos caminhos tortuosos
Jamais devo me curvar
O porque do meu nascer
Tenho que justificar.

Todos tem uma missão
A cumprir aqui na terra
Fazer o bem sem ver a quem
Plantar a paz invés de guerra

Me encontro entre estes
Que doutrinam o amor
Que tenta levar conforto
Para quem sofre de dor.

Ao meu pior inimigo
Eu vou apertar a mão
A criança delinqüente
Vou levar educação.

Ao idoso abandonado
Vou dar maior assistência
Com as pessoas doentes
Eu vou termais paciência

Ao que sofre miséria e fome
Eu vou levar alimento
Aos moradores de ruas
Eu os darei aposento.

Ao alcoólatra viciado
Eu lhe darei tratamento
Aos desmandos e desvios
Tenho que ficar atento.

Tenho que implantar ordens
Extinguir a violência
E punir os criminosos
Com a devida providência

Irei derrotar o mal
Sem jamais temer a nada
Pra fazer tudo que quero
Já preparei a escalada.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

1.694 – UTOPIA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 22 09 2013 e música;


Sempre sonhei com um mundo
Onde houvesse felicidade
Onde o velho moribundo
Fosse assistido de verdade.

Onde as crianças pudessem
Todas livremente brincar
Aonde as plantas florescem
Para puder bons frutos botar.

Aonde houvesse justiça
A doença e a preguiça
Descem o lugar ao fulgor

Onde houvesse bonança
Reinasse e esperança
E nos corações mais amor.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 22 de setembro de 2013

1.693 – EMOÇÕES

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 22 09 2013 e música;


Quem que não tem emoções
Quando alcança uma vitória
Ao ouvir lindas canções
E um contador de história.

As flores em um jardim
A criança adormecer
Pássaros cantando enfim
Ver o dia amanhecer.

Cantador cantar repente
O sol se pôr no poente
O gemido de trovões.

O céu límpido estrelado
Um jogo bem disputado
Enche-nos de emoções.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar. 

1.692 – ROTINA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 22 09 2013 e música;


Todos os dias acordo cedo
Faço as mesmas obrigações
A rotina é o meu degredo
Nada de novas criações.

As mesmas ruas barulhentas
Mesmo trabalho a exercer
As mesmas pessoas atentas
A procura do que fazer.

Hospitais cheios de doentes
A repetição de acidentes
Um faminto a cada esquina

As guerras e revoluções
Desvios, assaltos e ladrões.
É sempre a mesma rotina.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.691 – POLUEM MEU INTERIOR

Autor; Sinto-me no meu interior

Letra; 22 09 2013 e música;


Sinto-me no meu interior
Por uma força dominado
Talvez por falta de amor
O meu instinto confrontado.

Redemoinhos implacáveis
Poluem o meu coração
Pensamentos indesejáveis
Sou levado por tentação.

Revolta, ódio e vingança.
Violência e desconfiança
E um coração sem amor.

Conflito, mágoa e desrespeito
Arrogância, atrito e despeito
Poluem meu interior.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.690 – CANTE

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 22 09 2013 e música;


Cante o clarão da aurora
No nascer dum novo dia
Os pássaros harmoniosos
No arvoredo em cantoria.

Cante o nascer do sol
Com lindos raios dourados
Com brilho incandescente
Horizontes iluminados.

Cante a solidão desfeita
E a presença do amor
Sua cura alcançada
E a dispersão da dor.

Cante a ternura da lua
Com seus raios cor de prata
A chegada do Inverno
O florescer da verde mata.

Também cante o pôr do sol
Ao final de mais um dia
O beijo da sua amada
Que lhe dar tanta alegria.

Cante a vida que Deus deu
O riso e a liberdade
Todos os prodígios divinos
Cante com felicidade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar