terça-feira, 29 de maio de 2012

1.322 – É DE VERDADE.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 26 01 2011 e música; 28 02 2011.


Sou o homem mais feliz
Que vive sobre a terra
O homem que assim diz
Fala a verdade e não erra.

Jamais preciso fingir
Nem mentir sem precisão
Não tou aumentando nada
Que sente meu coração

Eu não estou inventando
Muito menos aumentando
Digo com sinceridade.    
                                                                                                                                                                                                               Nossa amizade é bendita
Nossa paixão é bonita
Nosso amor é verdade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.321 – GLÓRIA JESUS.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra e música; 26 01 2011.


Agora dou, glória Jesus.
Glória Jesus, por me perdoar.
Agora dou. glória Jesus.
Glória Jesus, por me salvar.

Por muito tempo vivi
Sem saber o que fazia
Vivia de festa em festa
Com cachaça e orgia.

Eu só pensava em mim
Fazia a minha vontade
Sem compromisso com nada
Fui rei da futilidade.

Agora dou, glória Jesus.
Glória Jesus, por me perdoar.
Agora dou, glória Jesus.
Glória Jesus, por me salvar,

Não aceitava conselho
Achava-me superior
Era o dono da razão
Um sujeito sem amor.

Trabalhar jamais pensar
Um cara inveterado
Desordeiro ao extremo
Quimicamente viciado

Agora dou, glória Jesus.
Glória Jesus, por me perdoar.
Agora dou, glória Jesus,
Gloria Jesus, por me salvar.

Num certo dia bendito
Um alguém me apareceu
Puxando-me pelos braços
Uma nova visão me deu.

Mostrou-me o Deus da verdade
Cravou no peito a luz
Tirou-me da perdição
E me levou pra Jesus

Agora dou, glória Jesus.
Glória Jesus, por me perdoar.
Agora dou, glória Jesus.
Glória Jesus, por me salvar.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.320 – SEM TER PREOCUPAÇÃO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 24 01 2011 e música; 27 01 2011.


È muito gostoso a gente
Se encontrar no sertão
Deitado numa cama quente
Ouvindo o som do trovão

Em um cobertor enrolado
Abraçado a companheira
Chuva molhando o telhado
no barulho da biqueira

Ver o relâmpago cortar
Pelos flechais clarear
Rompendo a escuridão

Feliz da vida se sentir
Fechar os olhos e dormir
Sem ter preocupação.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.319 – MATUTO DE VALOR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 24 01 2011 e música; 27 01 2011.


Eu sou um homem da roça
Nasci no interior
Comigo não há quem possa
Sou cidadão de valor

Orgulho em ser matuto
Matuto do pé rachado
Da terra eu colho o fruto
De tudo que for plantado.

Nordestino destemido
Embora não conhecido
Sou heroi desbravador

Pra mim não é sacrifício
Pra cumprir com o ofício
De Matuto de Valor


Francisco erivaldo Pereira Alencar.

1.318 – ATÉ DA SOMBRA TEM MEDO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 01 2011 e música; 27 01 2011.


Quem ama mulher casada
Põe sua vida em sacrifício
Tem sua paz arruinada
Sua vida é um desperdício.

Com medo do seu rival
Só ama a escondida
Em qualquer dia e local
Poderá perder a vida.

Até da sombra tem medo
Anda de ponta de dedo
Para ninguém perceber

Não pode ouvir um estalido
Que pensa ser o marido
Da mulher que o faz sofrer.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.317 – NO ALTO DAQUELE SERRA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 23 01 2011 e música; 27 01 2011.


No alto daquela serra
Tem um pé de aroeira
Da copa que a encerra
Da pra ver a terra inteira.

Lá também tem uma fonte
De belas águas cristalinas
Guardada ao horizonte
Se banham lindas meninas.

Tem uma casa em ruína                                                                                                                                                                           Que mora uma menina                                                                                                                                                                                                      Filha duma valentona

Homem que lá aparecer
A velha bota pra correr
Pra filha ficar solteirona.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.316 – CANTADA EM VERSO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 20 01 2011 e música; 27 01 2011.


Ó lua dos namorados
A rainha do universo
Por poetas apaixonados
Tu és cantada em verso.

Vigilantes dos amantes
Companheira de serenata
Os teus raios prateados
Prateiam a verde mata

Com meiguice e doçura
Esbanjando formosura
Você dita o compaço

Quando o vento dá o açoite
A dançarina da noite
Esnobe-se no espaço.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.