domingo, 1 de fevereiro de 2026

3.423 - ESTOU PERDENDO O MEU TEMPO?.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 01 02 202.

 

Estou perdendo o meu tempo?

Isto não sei responder

Ligo meu computador

Pra poesia escrever

Não para ganhar dinheiro

Simplesmente por prazer.

 

Faço do verso o lazer

E a minha diversão

Pois ama a poesia

De todo meu coração

Não vivo de poesias

Mas tenho admiração.

 

Não é minha profissão

Dela não ganho o sustento

Versejo com muito amor

Ela serve de alento

A caixa de desabafos

Que me tira do relento.

 

Vivo do meu aposento

E venda de picolé

Enfreno sol e poeira

Mas com muito amor e fé

Na esperança e crente

Em Jesus de Nazaré.

 

Veja a coisa como é

Não muito bem preparado

Até recebo elogios

Que e deixam alegrado

Mas também recebo críticas

Que mancham o me legado

 

Sou um cara conformado

E procuro entender

E de forma educado

Eu tento me defender

E aos que me elogiam

Eu busco agradecer.

 

Eu escrevo com prazer

Expresso alegria e dor

Me liberto do estresse

Readquiro o humor

Estou perdendo o meu tempo?

Por escrever por amor.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.422 - EM SER OU NÃO SER EU NÃO VOU SER.

 

Autor: Erivaldo Alencar

 

Letra: 01 02 2026.

 

 

Pensar ou não pensar não vou pensar

Fazer ou não fazer não vou fazer

Amar ou não amar não vou amar

Dizer ou não dizer não vou dizer.

 

Fingir ou não fingir não vou fingir

Gritar ou não gritar não vou gritar

Sentir ou não sentir não vou sentir

Cantar ou não cantar não vou cantar.

 

Brigar ou não brigar não vou brigar

Correr ou não correr não vou correr

Beijar ou não beijar não vou beijar

Querer ou não querer não vou querer.

 

Mentir ou não mentir não vou mentir

Voltar ou não voltar não vou voltar

Ouvir ou não ouvir não vou ouvir

Brincar ou não brincar não brincar.

 

Caçar ou não caçar não vou caçar

Beber o não beber não vou beber

Bailar ou não bailar não vou bailar

Comer ou não comer não vou comer.

 

Rifar ou não rifar não vou rifar

Crescer ou não crescer não crescer

Jogar ou não jogar não vou jogar

Pois em ser o não ser eu não vou ser.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.421 - PARA ASSIM EU VIVER BEM.

 

Auto: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 01 02 202

 

 

Não interessa quem sou

Nem sequer pra onde vou

Aonde vou não vou dizer

Sou livre independente

Sou apenas um vivente

Que quer tranquilo viver.

 

Minha maneira de ser

Posso até fazer saber

O que penso o que pretendo

A minha vida é minha

Basta não sair da linha

Pra continuar vivendo.

 

Pois o que eu mais pretendo

Viver a vida vivendo

Sem a ninguém perturbar

Sem fazer nada errado

Viver despreocupado

Sem de nada reclamar.

 

Sem a ninguém difamar

Ferir nem desrespeitar

Fazendo aquilo que quero

Voar livre no espaço

Sem ter qualquer embaraço

Buscando o que espero.

 

Desavenças, não tolero,

Pra conquistar o que quero

Acreditar no meu eu

Sem com ninguém discutir

Para que eu possa ir e vir

No muno que Deus me deu.

 

Vivendo como plebeu

Caminhado aqui vai eu

Escrevendo poesias

Narro com simplicidade

Sempre buscando a verdade

Esbanjando alegrias.

 

Após noites, após dias,

Enfrentando calmarias

Em um mundo tenebroso

Enfrentando desafios

Violências e frios

Em um mundo perigoso.

 

 

Sou um cara cauteloso

Como crente fervoroso

Em Jeová, criador.

Com amor no coração

Pregando a salvação

Em Cristo nosso senhor.

 

Da vida sou protetor

Recebendo e dando amor

Fazendo o que me convém

Vivendo em meu degredo

Sem violência nem medo

Para assim eu viver bem.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

 

domingo, 25 de janeiro de 2026

3.420 - NA CURTA ESTRADA DA VIDA.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 25 01 2026.

 

 

Momentos em minha vida

Que me sinto fracassado

São tantos os desafios

Resolver, tenho buscado,

Quando penso ter vencido

Sou pela sorte enganado.

 

Vejo-me desnorteado

Mais uma luta perdida

Busco Daqui e dali

Más a má sorte atrevida

Atravessa em meu caminho

Perturbando minha vida.

 

Na curta estrada da vida

O tempo passa ligeiro

Qualquer que seja o atraso

O prejuízo é certeiro

Na corrida contra ao tempo

Vale quem chega primeiro.

 

Não quero se derradeiro

Tenho muito que correr

Sem cair em desespero

Para corrida vencer

Não posso me atrasar

Caso eu queira vencer.

 

A vontade tem poder

A persistência também

Enquanto vida tiver

E com a fé que se tem

No Mestre da criação

A vitória logo vem.

 

Não discurso com desdém

Más com fé e confiança

Tudo na vida é possível

Com raça e perseverança

Sem perder o equilíbrio

E lutar com esperança.

 

Tenho em Deus a confiança

A coragem de trabalhar

Defender meus interesses

Sem jamais desanimar

Com honestidade e brio

Não se deixar fraquejar.

 

 

Sem se deixar tropeçar

Pelas pedras do caminho

Sem ouvir os maus conselhos

Com fé amo e carinho

Na luta pela vitória

Sei que não estou sozinho.

 

Não importa que espinho

Que eu terei que pisar

Por forte que seja a pedra

Não irá me machucar

Maior que seja a ladeira

Não vai me fazer parar.

 

Vejo a idade aumentar

Ao tempo que só há ida

Não posso mais perder tempo

Pra ganhar esta corrida

Pois o tempo não dar tempo

Na curta estrada da vida.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 18 de janeiro de 2026

3.419 - SOU POETA PERSISTENTE

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 18 01 2026.

 

 

Sou poeta insistente

Persistente e teimoso

Eu jamais desistirei

Daquilo que faz meu gozo

Pois amo tudo que faço

Que faço sou cuidadoso.

 

Eu já sei que sou teimoso

Pra lutar pelo que quero

Primo pela persistência

Desistência não tolero

Não temo aos desafios

Vencer é o que espero.

 

Sou um sujeito sincero

Tenho muito que narrar

Sobre minha persistência

Brevemente vou contar

Que sou e o que quero ser

Um dia vou publicar.

 

A onde quero chegar

Eu sei que vou conseguir

Com dificuldade ou não

Altos degraus, vou subir,

Más subir com segurança

Para não ter que cair.

 

Pois não sou de desistir

Não admito fracasso

Sei que as coisas não fáceis

Tenho enfrentado embaraço

Pra conseguir o que quero

Misturo e faço o traço

 

Sou duro em queda de braço

Pois sou um cara valente

Luto com unhas e dentes

Que vou vencer eu sou crente

Desistência é fraqueza

Sou poeta persistente

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.418 - CARROSSEL DE POESIAS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 15 01 2026.

 

 

Sou poeta escritor

Que adora escrever

A poesia sensata

Cm inspiração e prazer

Que faz da literatura

Obrigação e dever.

 

Escrevo pro leitor ler

Em todas as partes do mundo

Minha poesia simples

Traz sentimento profundo

Para que todos conheçam

Ao mundo todo difundo.

 

Meu versar é oriundo

Dar-me muita alegria

Quanto mais sou acessado

Bem mais me dará harmonia

Sinto-me incentivado

Pra escrever poesia.

 

Tanto faz noite ou dia

Parado ou caminhando

Não importa o lugar

Se deitado ou trabalhando

No sol quente ou na sombra

Se estou indo ou voltando.

 

Só sei que estou chegando

E não pretendo sair

Pra escrever poesias

E nela me divertir

Extravasar meus anseios

Sem medo de ir e vir.

 

Jamais eu vu desistir

Pois falo o que bem quero

Viajando em meus sonhos

Intromissão não tolero

De alcançar o sucesso

Na vida o que espero.

 

Eu jamais me desespero

Pois tudo são alegrias

Enfrento os desafios

Sem temor nem ironias

Assim vou de carona no

Carrossel de poesias.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.417 - É DEVER E OBRIGAÇÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 14 01 2026.

 

 

Eu busco vida melhor

E minha comunidade

Enfrentando desafios

Em nossa sociedade

Entre crentes e incrédulos

Sem ter medo da verdade.

 

Sem ter medo da verdade

Lanço-me de corpo e alma

Fazendo prevalecer

A prudência e a calma

Sem crísticas destrutivas

Pra ter minha alma salva.

 

Pra ter minha alma salva

Exercerei o amor

Por onde que eu passar

Levar a paz do Senhor

E praticar a justiça

Com afeto e humor.

 

Com afeto e humo

Pregar somente a verdade

Fazer bem sem ver a quem

Com responsabilidade

Com Jesus no coração

Buscar a eternidade.

 

Buscar a eternidade

Ser crente no Criador

Amar a meu semelhante

Com respeito e pudor

Reconhecer a Jesus

Meu legítimo salvador.

 

Meu legítimo salvador

Não me apossar do alheio

Tomar o que é dos outros

Além de crime é feio

Opinar pelo diálogo

Sem ódio, nem arrodeio.

 

Sem ódio, nem arrodeio,

Fazer a minha vontade

Ajudando a quem precisa

Com respeito e honestidade

Sempre defendendo a vida

Com bravura e humildade.

 

 

Com bravura e humildade

Natureza defender

Lutar pela harmonia

Ao o humilde proteger

Levar alegria a todos

Sem a ninguém ofender.

 

Sem a ninguém ofender

Nem machucar o irmão

Ouvir pra fazer ouvir

E sem discriminação

Reconhecer minhas faltas

É dever e obrigação.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar