domingo, 18 de janeiro de 2026

3.418 - CARROSSEL DE POESIAS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 15 01 2026.

 

 

Sou poeta escritor

Que adora escrever

A poesia sensata

Cm inspiração e prazer

Que faz da literatura

Obrigação e dever.

 

Escrevo pro leitor ler

Em todas as partes do mundo

Minha poesia simples

Traz sentimento profundo

Para que todos conheçam

Ao mundo todo difundo.

 

Meu versar é oriundo

Dar-me muita alegria

Quanto mais sou acessado

Bem mais me dará harmonia

Sinto-me incentivado

Pra escrever poesia.

 

Tanto faz noite ou dia

Parado ou caminhando

Não importa o lugar

Se deitado ou trabalhando

No sol quente ou na sombra

Se estou indo ou voltando.

 

Só sei que estou chegando

E não pretendo sair

Pra escrever poesias

E nela me divertir

Extravasar meus anseios

Sem medo de ir e vir.

 

Jamais eu vu desistir

Pois falo o que bem quero

Viajando em meus sonhos

Intromissão não tolero

De alcançar o sucesso

Na vida o que espero.

 

Eu jamais me desespero

Pois tudo são alegrias

Enfrento os desafios

Sem temor nem ironias

Assim vou de carona no

Carrossel de poesias.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.417 - É DEVER E OBRIGAÇÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 14 01 2026.

 

 

Eu busco vida melhor

E minha comunidade

Enfrentando desafios

Em nossa sociedade

Entre crentes e incrédulos

Sem ter medo da verdade.

 

Sem ter medo da verdade

Lanço-me de corpo e alma

Fazendo prevalecer

A prudência e a calma

Sem crísticas destrutivas

Pra ter minha alma salva.

 

Pra ter minha alma salva

Exercerei o amor

Por onde que eu passar

Levar a paz do Senhor

E praticar a justiça

Com afeto e humor.

 

Com afeto e humo

Pregar somente a verdade

Fazer bem sem ver a quem

Com responsabilidade

Com Jesus no coração

Buscar a eternidade.

 

Buscar a eternidade

Ser crente no Criador

Amar a meu semelhante

Com respeito e pudor

Reconhecer a Jesus

Meu legítimo salvador.

 

Meu legítimo salvador

Não me apossar do alheio

Tomar o que é dos outros

Além de crime é feio

Opinar pelo diálogo

Sem ódio, nem arrodeio.

 

Sem ódio, nem arrodeio,

Fazer a minha vontade

Ajudando a quem precisa

Com respeito e honestidade

Sempre defendendo a vida

Com bravura e humildade.

 

 

Com bravura e humildade

Natureza defender

Lutar pela harmonia

Ao o humilde proteger

Levar alegria a todos

Sem a ninguém ofender.

 

Sem a ninguém ofender

Nem machucar o irmão

Ouvir pra fazer ouvir

E sem discriminação

Reconhecer minhas faltas

É dever e obrigação.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

domingo, 11 de janeiro de 2026

3.416 - FAREI O QUE CONVIER.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra:  11 01 202.

 

 

A tua felicidade

Faz-me ser feliz também

Aquilo que lhe faz mal

Pra eu também não convém

O que é bom pra você

Para mim faz muito bem.

 

Todo amor que você tem

Logo vai me pertencer

Preciso muito de ti

Para comigo viver

Carrega-te e meus braços

E em meu peio te prender.

 

Não aguento mais viver

Sem você perto de mim

Sei que tu não imaginas

Ser rum viver assim.

O desamor que tu tens

Logo chegara a fim.

 

O teu desprezo por mim

Um dia será vencido

Eu darei tempo ao tempo

Não vou esperar perdido

Um dia vai entender

E me chamar de querido.

 

Logo serei teu marido

E você minha mulher

Eu farei tua vontade

E você o que eu quiser

Para ter você comigo

Farei o que convier.

 

 

 

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.415 - VIVO EM OUTRO MUNDO.

 

Autor: Erivaldo Alencar

 

Letra: 04 1 2026.

 

 

Você não gosta de mim

Todos podem perceber

Você não me tem amor

Nem e preciso dizer.

 

Você não tem coração

Isto é realidade

Teu olhar desconfiado

Denuncia falsidade.

 

Você finge que me ama

Mas isto não é  verdade

Você quer brincar comigo

Manchar mina dignidade.

 

Andas dizendo a todos

Que não sou seu benquerer

O que você quer na vida

É só me fazer sofrer.

 

Você me chama de bobo

Que só quer gozar comigo

Que eu sou um Zé ninguém

Não me quer nem como amigo.

 

Você me chama de mula

Mas mula aqui e você

Se você inda não sabe

Eu vou te dizer por que.

 

Enquanto zombas de mm

Eu finjo acreditar

Tenho propósitos na vida

Sequer pode imaginar.

 

Tenho coração no peito

 M sentimento profundo

Você pra mim não é gente

Pois vivo em outro mundo.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

 

domingo, 4 de janeiro de 2026

3.414 - A POESIA CORRE EM MINHAS VEIAS.

 

Autor: Erivaldo Alencar

 

Letra: 04 01 202.

 

 

Tenho orgulho em dizer

Sou poeta escritor

O meu pai foi violeiro

Repentista Cantador

Na profissão do repente

Ele provou ter valor.

 

Ele provou ter valor

E versando sou artista

Na poesia escrita

Sou poeta poemista

No mundo da poesia

Sou poeta cordelista.

 

Sou poeta cordelista

Sou também pesquisador

Biógrafo respeitado

Poeta improvisador

Amo aquilo que faço

Versando eu sou doutor.

 

Versando eu sou doutor

Tenho fértil inspiração

Eu tenho autodomínio

Versejo com atenção

A poesia me faz bem

E alegra meu coração.

 

E alegra meu coração

Os meus versos são rimados

Eu os faço com esmero

Também são metrificados

Sem fugir da oratória

Meus versos são caprichados.

 

Meus versos são caprichados

Não uso palavras feias

Não denigro, não difamo

Não falo de vidas alheias

Sou de tradições poéticas

Poesia corre nas veias.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

3.413 - PARA TUDO TEM UM SI

 

AUTOR: Erivaldo Alencar

 

Letra: 01 01 2026

 

 

Se eu quero ou não quero

Porque deixo de querer

Se eu vejo ou não vejo

Ao sou obrigado ver

Se entendo ou não entender

Não me obrigo a entender.

 

Se eu canto ou não cantor

Pra cantar não tenho dom

Se escrevo ou não escrevo

Escrever eu acho bom

Se eu sei tocar ou não

Eu não sei nem dar o tom.

 

Se sou maior ou menor

Não sou eu quem vai saber

Se sou melhor ou pior

O povo quem vai dizer

Se conheço ou não conheço

Não pretendo conhecer.

 

Se eu jogo ou não jogo

Não jogo porque não quero

Se sou sincero ou não

Obrigo-me ser sincero

Se sou prudente o não

Garanto que não tolero.

 

Se eu sou besta ou não

Eu estou abestalhado

Se desafio ou não

Sinto-me desafiado

Se faço compras ou não

Nas compras eu sou lesado.

 

Se eu saio ou não saio

Eu não vou sair daqui

Se eu fico ou não fico

Eu não vou sair pra ali

Querendo ou não querendo

Para tudo tem um si.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.412 - NAVEGANDO PELOS HORIZONTES DA POESIA

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 28 12 2-25.

 

 

Muito cedo fui pra roça

Com cinco anos de idade

Para ajudar os meus pais

Sustentar minha irmandade

Na lida de campo e roça

Em nossa propriedade.

 

Diante da dificuldade

Lá no sitio me criei

Sem escola sem professor

Pouquíssimo estudei

A faculdade foi a roça

Foi nela que me formei.

 

Mesmo assim e preparei

Para te vida melhor

Nos horizontes da vida

Conhecimento maior

Cheguei aonde cheguei

Sem pensamento menor.

 

Sei que não sou o maior

Mas trabalho sem cessar

Pra me tornar conhecido

Sem a ninguém derrubar

Com esforço e humildade

Onde quero vou chegar.

 

Quando ao sucesso chegar

Eu não me transformarei

Não machucarei ninguém

Simples continuarei

Seri amigo de todos

Prometo e cumprirei.

 

Prometo que buscarei

Ajudar como puder

Repassarei meu saber

Para aquele que quiser

Se lançar na poesia

Conforme me convier.

 

Não sou poeta qualquer

Amo fazer poesia

Busco fazer com esmero

Versejo com alegria

Sou sincero no que faço

Faço e dou garantia.

 

Digo sem demagogia

Escrever me dar prazer

Minha poesia é simples

Escrevo pro povo ler

Rimado, metrificado,

Fácil de se entender

 

Faço do verso o lazer

A qualquer hora do dia

Parado ou caminhando

Ou em minha moradia

Pois vou viajando pelos

Horizontes da poesia.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar