sábado, 13 de outubro de 2018

2.356 - SEM QUE EU POSSA EVITAR.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 13  10 2018 e música:


Enquanto o sol brilha forte
Eu vou indo pro trabalho
Vento sopra sul a norte
Vou com pressa não me empalho.

A poluição sonora
Perturba minha audição
Suor  que cai nos meus olhos
Diminui minha visão.

Eu tento me disfarçar
Sem a ninguém demonstrar
Que estou a me sufocar.

Por este sol inclemente
Que queima a pele da gente
Sem que eu  possa evitar

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

2.355 - BRANDE O MEU CORAÇÃO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 31 09 2018 e música:


Quero fazer deste dia
Um dia de louvação
Com muita fé alegria
Pra ter a santa bênção.

Louvado seja Jesus
Na glória da eternidade
Caminho, verdade e luz
Vida, amor e santidade.

Bendito é o Senhor
Filho de Deus salvador
Dos meus pecados o perdão.

O rei dos reis e pastor
Mestre dos mestres e Senhor
Brande o meu coração.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.354 - É ESTE O MUNDO QUE EU QUERO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra; 22 09 2018 e música:


Quero um mundo mais digno
Sem fome sem violência
Sem a face do maligno
Sem despeita nem prepotência.

Eu quero um mundo com paz
Com bonança e amor
Que o povo seja capaz
Viver feliz com humor.

Com saúde e educação
Sem lixo nem poluição
Que o desprezo seja zero

Livre da corrupção
Sem falsidade sem ladrão
É este o mundo que eu quero.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

2.353 - VERSEJAR MELHOR REMÉDIO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 22 09 2018 e música:


As dores que sinto agora
Estou pra não aguentar
Pra mandar a dor embora
Eu começo a versejar.

Doe demais daqui e dali
Doe sim em todo lugar
Mas a dor que doe aqui
Impede-me de eu andar.

São dores tão doloridas
Que estão no meu eu perdidas
Só faz aumentar meu tédio.

Eu tenho sofrido horrores
Pra aliviar minhas dores
Versejar melhor remédio.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar

sábado, 22 de setembro de 2018

2.352 - NEM NO PEITO TENHO PAZ


Autor: Erivaldo Alencar.


30 08 2018 e música:


Minha vida sem você
É uma vida mal vivida
Sabe muito bem porque
Minha vida foi destruída.

Dei-lhe todo meu amor
Não soubeste aproveitar
Usou teu charme sedutor
Pra poder me enganar.

Soubeste fingir tão bem
Escondeu o mal que tem
Perceber não fui capaz.

Você é meu amargor
Nem com a lição da dor
Nem no peito tenho paz.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.351 - POETA DE ACOPIARA.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 10 04 2018 e música:


Sou filho de Acopiara
Cidade bonita e rara
Onde o progresso não para
No meu Ceará querido
Nesta terra do artista
Do cantador repentista
Do poeta cordelista
Do matuto destemido.

Eu sou poeta escritor
Cordelista e trovador
Sou filho de cantador
E político brasileiro.
Sertanejo pé rachado
Pelo sol quente queimado
Com a seca acostumado
Da fazenda Comboeiro.

Eu venho lá da pobreza
Que sonha com a riqueza
Amante da natureza
Defensor dos animais
Eu sou protetor da vida
Amo minha terra querida
Minha alma é protegida
Por todos meus ancestrais.

Busco a sorte com bravura
Integro a literatura
Sou um homem da cultura
Defensor da minha terra
Pra todo mundo saber
Sem vergonha de dizer
Aos onze aprendi a ler
Só no verso faço guerra.

De Deus tenho a proteção
Com a caneta na mão
Busco na inspiração
Fazer poesia cara
Deus no mundo me botou
Dom poético me dotou
Por isto que hoje sou
Poeta de Acopiara.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.350 - SAUDADES DO MEU SERTÃO.


Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 10 04 2018 e música:


Eu sou de origem simples
Da família Alencar
Nasci em Acopiara
Ceará é meu lugar
Sou poeta brasileiro
E nasci para versar.

Eu não aprendi tocar
Mas tenho um bom violão
Também possuo um teclado
Mas uso a inspiração
Para fazer poesias
Com a caneta na mão.

Eu nasci lá no sertão
Hoje moro na cidade
Deixei meu sertão querido
Pra buscar felicidade
Pra chegar onde estou
Eu sofri barbaridade.

Ainda tenho saudade
Do meu velho pé de serra
Da neve que derramava
Água preá molhar a terra
Dos parentes e amigos
Saudade no peito encerra.

Da enxada que limpa a terra
Da foice e da roçadeira
Tiziu pulando no toco
Do roço da capoeira
Doa riacho e rio cheios
Do ronco da cachoeira.

Do caminho e da pedreira
E da poeira do chão
Do gotejar da biqueira
Da chuva e do trovão
Sou feliz, mas inda guardo,
Saudades do meu sertão.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.