domingo, 17 de setembro de 2017

2.246 - PRA DIZER QUE VOU FAZER.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra; 17 09 2017 E MÚSICA:


Eu estou preocupado
Com esta situação
O caso requer cuidado
Seguido de atenção.

Daqui não quero ir embora
Nem morrer e nem matar
Mas pelo que vejo agora
Não posso ir nem ficar.

Daqui não quero mudar
No caso de aqui ficar
Corro riscos de morrer.

Já não tenho mais sossego
Tenho em Deus meu apego
Pra dizer que vou fazer.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 16 de setembro de 2017

2.245 - POBRE SÓ VIVE DE SONHOS.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 16 09 2017 e música:


Concordem ou não concordem
Cheguei um conclusão
Pobre só vive de sonhos
Afogado na ilusão
De um dia ser feliz
Mas este pobre infeliz
Leva uma vida de cão.

Tem um ditado que diz
Pobre vive de teimoso
Eu concordo plenamente
Vive por ser corajoso
Diz que estar bom sem estar
O seu lazer é sonhar
Inda se sente vaidoso.

Sonha comprar carro novo
Para poder passear
Nem sequer um jumentinho
Pobre não pode comprar
Mesmo andando a pé
Ele não perde a fé
De um dia poder comprar.

Pois trabalha a vida inteira
Sem perder uma semana
Tenta economizar
Pra comprar uma choupana
Mas o dinheiro não dar
Terá de se conformar
Com a pobreza tirana.

Sonha de fazer passeios
Pra visitar um parente
Conhecer terras estranhas
Um amigo que está ausente
Nada pra o pobre dar certo
Nem em sonhos anda perto
Ter uma vida descente.

Tem sonhos mirabolantes
Pensando em vida melhor
Trabalha economiza
Pra ter um lucro maior
Mas o que ganha é pouco
Em tempo de ficar louco

Ver a vida ficar pior.

Ele sonha ardentemente
Comprar um computador
Pra navegar na internet
Ser cidadão e senhor
Como água no riacho
Vai tudo de água abaixo
Pois pobre não tem valor.

Sonha em comprar uma moto
Pra fazer suas viagens
De compra uma fazenda
Para encher de pastagens
Comprar boiadas de gado
Mas de tanto ter sonhado
Sua vida é ver miragens.

Se o cara é escritor
Tenta um livro imprimir
Se vale das editoras
E por mis que persistir
O livreiro aventureiro
Se não possuir dinheiro
Jamais irá conseguir.

Sonha em comprar rouba boa
Bom relógio bom sapato
Comprar um óculo descente
Pagar as contas no trato
Há muitos sonhos Medonhos
Pobre só vive de sonhos
E sonhar é um barato.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

2.244 - OITENTA E SETE DE NASCIMENTO.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 12 09 2017 e música:


Doze de setembro de trinta o ano
São oitenta e sete de nascimento
Por determinação do soberano
Uma estrela brilhou no firmamento.

Doze de setembro de dezessete
É a data do teu aniversário
De nascimento são oitenta e sete
É folha marcada no calendário.

Queríamos tanto comemorar
Mas infelizmente isto não vai dar
Pois não contamos com a tua presença.

Mamãe querida na eternidade
Teus filhos desejam felicidade
Em conformidade com a nossa crença.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

2.243 - ISTO PROVA QUE ESTOU VIVO.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 11 09 2017 e música:


Se alguém fala mal de mim
Sem conhecer minha vida
Dizendo que sou ruim
Tenho a vida destruída.

Não importa o que fala
Nem o que pensa de mim
Sou assim ninguém me cala
Nem há como me dar fim.

É pessoa invejosa
Maligna impiedosa
De espírito negativo.

Se alguém fala de mim
Eu não vou achar ruim
Pois prova que estou vivo.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sábado, 9 de setembro de 2017

2.242 - AGREDIRAM UMA MORENA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 09 09 2017 e música:


Liguei meu computador
Deparei com triste sena
Vagabundos sem pudor
Agredindo uma morena.

Um grupo de vagabundos
A uma jovem dominaram
Os criminosos imundos
Lhe bateram e judiaram

Pelos cabelos puxaram
Soquearam empurraram
Foi horrível aquela sena.

Com seus instintos maldosos
Um grupo de criminosos
Agrediram uma morena.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

2.241 - OITO ANOS DE SAUDADE.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 05 09 2017 e música:

Oito anos se passaram
Que o senhor foi embora
Naquela triste tardinha
Ainda lembro a hora
Dia cinco de setembro
È como se fosse agora.

Do ano dois mil e nove
Eu jamais pude esquecer
Sem poder me despedir
Antes do senhor morrer
Mas trago lembranças vivas
Esquecer não vou poder.

Com quase oitenta um
Anos de idade faleceu
Até parece que foi ontem
O dia em que você morreu
Pode crer no que te digo
Nenhum de nós te esqueceu.

Sentimos muito a tua falta
E dos conselhos que nos dava
Dos erros que cometíamos
Com prazer nos perdoava
Nos desencontros da vida
Você nos orientava.

Gostaríamos que você
Estivesse aqui com a gente
Mas isto não é possível
Não pode ser diferente
Você se encontra no céu
Junto ao deus Onipotente.

Oito anos nos separam
De podermos conversar
Papai, eu e meus irmãos
Precisamos te encontrar
Sabemos que do céu nos ouve
Mas não pode nos falar.

O tempo passou tão rápido
E nós mudamos de idade
Você do céu roga a Deus
Por nossa felicidade
Sem você já se passaram
Oito anos de saudade.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.240 - DAFNY SORAYA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 04 09 2017 e música:


Em versos eu vou narrar
Com muita simplicidade
A história duma criança
Oito anos de idade
Mora no alto sertão
Na Vila Belo então
Bem distante da cidade.

Dafny Soraya é
Uma criança extrovertida
Muito alegre e amorosa
E por todos mui querida
Sempre está sorridente
Menina inteligente
Afetuosa e divertida.

Sebastião Vitor dos Santos
Seu querido genitor
Gerismar Siebra Ferreira
Sua mãe a quem tem amor
Uma menina educada
Graciosa e abençoada
Por Jesus o Salvador.

Esta princesa amável
Nascida no Hospital
Geral Suzana Gurgel
Do Vale foi seu natal
Cearense do interior
A terra do lavrador
É seu berço natural.

No dia dez de outubro
Dois mil e nove nasceu
Foi ela o maior tesouro
Que sua mãe concebeu
Esta menina querida
Maior presente em vida
Que sua mãe recebeu.

Uma menina muito simples
De personalidade cara
Uma criança saudável
De uma beleza rara
Atenciosa e sapeca
A mais perfeita boneca
Que nasceu em Acopiara

Gosta muito de dançar
E de fazer amizade
O seu robe é brincar
De viver em sociedade
Menina criteriosa
Cheia de vida e prosa
Uma amiga de verdade.

É persistente e charmosa
De cabelos cacheados
Tem olhos aconchegantes
E os dentes prateados
Teu sorriso uma doçura
Sua meiguice e candura
Nos deixa lisonjeados.

Minha nega é uma mulata
Que eu amo e quero bem
Uma criança virtuosa
E espirituosa também
É um amor de criança
Traz no peito a esperança
De uma vida gloriosa.

Nesta data tão festiva
Rogo ao Deus Criador
A paz e a felicidade
E um futuro promissor
Jesus vai te abençoar
São os votos de Idevamar
Para você com muito amor.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar