sábado, 21 de janeiro de 2017

2.107 - BOM DIA ACOPIARA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 21 01 2017 e música;


Bom dia minha Acopiara
No Estado do Ceará
Terra de beleza rara
Deus também mora por cá.

Na amanhecência do dia
As nuvens cortam espaço
Aproveito com alegria
De mandar o meu abraço.

Que o Senhor nos proteja
Dentro o da igreja
Em qualquer situação.

Com muita paz e saúde
Felicidade e a virtude
Dos nossos erros o perdão.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

2.106 - CHOVEU EM ACOPIARA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 20 01 2017 e música:


Choveu em Acopiara
Uma chuva de primeira
Embora não tão intensa
Uma chuva molhadeira
Alegrando a natureza
E a toda nação roceira.

Fora setenta milímetros
De chuva aqui na cidade
Também na zona rural
Choveu com intensidade
Renovando as esperanças
De inverno bom de verdade.

Relâmpago cortou forte
Fazendo a noite animada
O céu sorriu em delírios
Com intensa trovoada
Chuva trovão e relâmpago
Fez medo a gente assombrada.

Acordei depois das onze
Com enormes barulheiras
Os estalidos nas telhas
O barulho das biqueiras
O colchão todo molhado
Com respingos de goteiras.

A terra está molhada
Propícia pra se plantar
Milho feijão e fruteiras
Vamos a semente enterrar
Plantas da primeira chuva
Tem tudo pra prosperar.

Em cinco anos de secas
O chão ficou ressecado
Somente com uma chuva
O solo ficou molhado
Fez à seca ir embora
Do nosso sertão amado.

Prenúncios de bom inverno
Ao sertanejo animara
Temos a fé fervorosa
Que Deus não nos desampara
Somos felizes por que
Choveu em Acopiara.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

2.105 - INIMIGO DOS ANIMAIS.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 19 01 2017 e música;


Digo e não peço desculpas
Das crueldades humanas
Com raríssimas exceções
Quantas ações desumanas
Que quer dominar o mundo
Com atitudes tiranas.

E de maneiras profanas
Faz uso da violência
Pra satisfazer seu ego
Sem piedade e clemência
Judia dos animais
Com rancor e indecência.

Alguém que faz violência
Com estupidez e maustrato
Com o coração odioso
Um ser humano insensato
É monstro imperdoável
Quem judia de um gato.

Quem pega um pobre dum gato
Para jogar no lixão
Ou abandona nas ruas
Sem dar alimentação
É um monstro criminoso
Que não merece perdão.

Devia ir pra prisão
Quem judia dos animais
Sofrer os mesmos maustrato
Que sofre os irracionais
Quem mautrata incapazes
Não deve viver jamais.

É violência demais
Pegar um gato e matar
Chutá-los e dar pancadas
E não o alimentar
Negar água para o bicho
Ferir e o abandonar.

Dar choques e acorrentar
Cuidar com instintos brutais
Ceifar membros furar olhos
Jogá-los nos matagais
É preciso punir os
Inimigo dos animais.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar

2.104 - SEM COPIAR DE NINGUÉM.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 19 01 2017 e música;



Não nasci pra ser covarde
Nem pra fazer molecagem
Luto sem fazer alarde
E odeio sacanagem.

Vivo pra fazer o bem
Sem pensar em recompensa
Sempre faço o que convém
Sem fugir da minha crença.

Sou poeta escritor
Faço versos com amor
Pois versejar me faz bem.

Minha mente se renova
Eu escrevo e dou a prova
Sem copiar de ninguém.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.103 - A UNIÃO FAZ A FORÇA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 19 01 2017 e música;


A união faz a força
Trabalho faz o progresso
Unidos somamos forças
Para sair do recesso.

Acabamos as picuinhas
Desunião só destrói
Vamos todos dar as mãos
Só com amor se constrói.

Briga não nos interessa
Temos juntos que buscar
Paz em cada coração
Pra Deus nos abençoar.

Cada um veja seu eu
Aqui ninguém é perfeito
Não custa muito tentar
Corrigir nosso defeito.

Buscar coletivamente
É mais fácil de achar
Tudo que nos interessa
Sem um ao outro difamar.

Vamos juntos construir
Não aumentar o dilema
A união faz a força
Pra resolver o problema.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

2.102 - O MAL POR SI SE DESTRÓI.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 17 01 2017 e música:


Que adianta nascer
E viver a vida inteira
Fazendo tudo errado
Com outros na bandalheira

Ter um coração maldoso
Mau caráter irracional
Passar uma vida inteira
Só pensando em fazer mal.

Ser dopado pelo ódio
Não saber fazer favor
Ser um sujeito inútil
Desprovido de amor

Infestado pela inveja
Venenoso inconsequente
Um déspota violento
Neurótico imprudente.

Gente que se porta assim
Que já não é mais criança
Não é digno de respeito
Nem merece confiança.

De pessoas desse tipo
O mundo está lotado
Em todo canto que se vai
Um destes é encontrado.

Não adianta conselho
Pois nada iram mudar
Pois o pau que nasce torto
Não há como desentortar.

Quem vive de fazer mal
Com o tempo se corrói
Um provérbio assim diz
O mal por si se destrói.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.101 - RECORRO A SANTA TRINDADE.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 17 01 2017 e música:


Cinco anos se passaram
De secas no meu sertão
O novo ano chegou
Com a mesma sequidão
Apenas trouxe neblinas
Sem dar pra molhar o chão.

Como sempre o meu sertão
Zona rural e cidade
Quase que não há mais água
Sofremos barbaridade
Criação passando fome
É grande a calamidade.

Digo com sinceridade
Não dar mais pra aguentar
Animais são quem mais sofrem
Por ter onde buscar
Os suprimentos e águas
Pra da fome se livrar.

Esta seca de lascar
Roubou nossa liberdade
Animais com fome e sede
É uma calamidade
Nós não agüentamos mais
Tamanha infelicidade.

Recorro a Santa trindade
Compadecei-vos de nós
A seca está tão comprida
Porém não nos deixem a sós
Pra vencermos esta seca
Nós precisamos de vós.

Senhor salva a todos nós
Sinto-me desesperado
Aproveita manda chuva
Enquanto o céu tá nublado
Fazer água com abundância
E deixar o chão molhado.

O céu tá muito nublado
Tenha de nós piedade
Manda chuva com abundância
Suplico por caridade
Pra nos livrar desta seca
Recorro a Santa Trindade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.