terça-feira, 3 de junho de 2014

1.725 – PRA ESTA GENTE DIGO NÃO.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 06 2014 e música;


Para muitas pessoas
A vida não tem sentido
Recusam as coisas boas
Fazem o que é proibido.

Maltratam os animais
Degredam a natureza
Devastam os vegetais
Destroem nossa riqueza.

E não respeitam ninguém
Fazem mal invés do bem
Bota a vida em confusão.

Ferem sua dignidade
E distorcem a verdade
Pra esta gente digo não.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.724 – A CONFUSÃO SE ACABOU

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 03 06 2014 e música;


Que multidão é aquela
Reunida La na praça
Gente se afastando dela
Parece haver desgraça.

Ouvi uma discussão
Não sei o que tá havendo
Todos dizem ter razão
Mas não tão se entendendo.

Um sujeito ignorante
Que de forma arrogante
Em alta voz bradou

Fui pra ver o reboliço
Mas alguém diz deixem disso
E a confusão se acabou.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.723 - DIGA SIM

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 06 2014 e música.

Diga sim a justiça
A paz e o amor
E ao livro que contém
A palavra do Senhor.
O puder de ir e vir
E as ordens do Criador.

Diga sim ao trabalho
O ensino da verdade
Saúde e bem estar
De toda humanidade
Virtude e prudência
Civismo e liberdade.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.722 - NÃO

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 02 06 2014 e música;


O vento que vai e vem
Mesmo vento que vem e vai
Lugar que mentira tem
Nenhuma verdade sai

Se quem maltrata não ama
Quem ama não maltratará
Pois quem por justiça clama
Injustiça não fará.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

1.721 – É Preciso Punir

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 27 05 2014 e música;

O momento é chegado
De se tomar providências
Precisa conter os vândalos
Com muito mais exigências
Punir a todos causadores
De badernas e violências.

A Constituição permite
Fazer manifestação.
Pacata e civilizada
Sem fazer destruição
Reivindicar e lutar
É dever do cidadão.

A manifestação de rua
Pela Lei é permitida
Reivindicar dos poderes
Com proposta redigida
Para que o povo tenha
Melhor condição de vida.

Mas o que nós temos visto
No meio das passeadas
Algumas pessoas com armas
E com caras mascaradas
Promovendo vandalismo
Por traz de caras pintadas.

Pessoas que fazem isto
Não são pessoas do bem
Que quebra patrimônio público
Saqueiam o comércio também
São pessoas irresponsáveis
Que não respeitam ninguém.

Quem se esconde atrás de máscara
Não quer ser identificado
Está com medo de que?
Em que se sente culpado
Seja homem mostre a cara
Pra ser responsabilizado.

Pessoa que usa máscara
O que faz não quer assumir
Tem que ser identificado
Sem chance para fugir
A estes vândalos é
Preciso prender e punir.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

terça-feira, 27 de maio de 2014

1.720 – Sei muito Mais Que Você

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 27 05 2014 e música;


Você diz que sabe tudo
Você não tem como provar
Com o seu saber tão miúdo
Quer aos outros humilhar.
Com a tua voz arrogante
E de modo ignorante
Discute sem saber o que
Com sua memória apagada
Você diz que não sei de nada
Mas sei muito mais que você.

Falar mal da vida alheia
É o que você sabe fazer
Não percebe que é coisa feia
Querer aos outros desfazer.
Não sabe o que é política
Mas vive fazendo crítica
Das autoridades porque?
Com tua boca emporcalhada
Você diz que não sei de nada
Mas sei muito mais que você.

Você ver os erros dos outros
Mas seu próprio erro não ver
Seus defeitos diz que são doutros
Não consigo lhe entender
Dobra esta língua de trapo
Não ver tua cara de sapo
Quando tenta me ofender
Fica de bochecha inchada
Quando diz que não sei de nada
Mas sei muito mais que você.

É muito fácil amigo
Bater com a língua no dente
Desmentir-lhe eu me obrigo
Você não está consciente
Desculpe-me em ser sincero
Pois ouvir besteira não quero.
De quem não conhece o saber
Sem altivez com voz cansada
Você diz que não sei de nada
Mas sei muito mais que você.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

1.719 – Não Tem Futuro Promissor

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 26 05 2014 e música;


Aos cinco anos de idade
O meu pai me levou pra roça
Embora longe da cidade
Aquela terra era nossa
Muito pouco eu trabalhava
Aos poucos me acostumava
Com a lida de agricultor
O trabalho não avacalha
A criança que não trabalha
Não tem futuro promissor.

Criança que começa cedo
Aprender a trabalhar
Do trabalho perde o medo
Jamais vai querer roubar.
Trabalhando se desenrola
Não impede de ir escola
Fica homem trabalhador
Não se mistura com canalha
A criança que não trabalha
Não tem futuro promissor.

O trabalho não desonra
E nunca fez mal a ninguém
É trabalhando que tem honra
Pois o trabalho só faz bem.
Ao trabalho fica amoroso
Jamais crescerá preguiçoso
O menino trabalhador
É responsável e não falha
A criança que não trabalha
Não tem futuro promissor.

A criança trabalhadora
Também tem tempo pra brincar
Ou na cidade ou na lavora
Não impede de estudar
Bem cedo aprende um ofício
Sem vagabundagem nem vício
No trabalho será doutor
Pra escalar qualquer muralha
A criança que não trabalha
Não tem futuro promissor.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.