domingo, 16 de agosto de 2026

3.500 - TRÊS MIL QUINHENTOS POEMAS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 16 -8 2026.

 

 

No dia dez de setembro

Noventa e oito o ano

Quando no seio político

Passei por um desengano

Lá no polo de lazer

Recorri ao Soberano.

 

Eu presidente da Liga

Naquela ocasião

Fui à casa do Prefeito

Buscar uma solução

Recursos para o esporte

Mas tive decepção.

 

O prefeito da cidade

Muito mal me recebeu

Sem sequer dar atenção

Ele machucou meu eu

Disse-me um não na cara

Negou o que prometeu.

 

Muito triste e sem jeito

Sai decepcionado

Às onze horas do dia

Sai desorientado

Sob ao sol causticante

Com raiva envergonhado.

 

Eu conduzia comigo

Uma caneta e papel

Ao sol quente lá no polo

Naquele instante cruel

Eu pensei como largar

Do que eu era fiel.

 

Então eu pedi a Deus

Algo para eu fazer

Pra sair do futebol

Sem que eu fosse sofrer

Sem manchar nem denegrir

E não me comprometer.

 

Que o que eu fosse fazer

Eu faria com bom trato

Se fosse pra ter sucesso

De um jeito insensato

Disse a Deus que preferia

Ficar no anonimato.

 

 

De repente eu senti

Um enorme apagão

Esqueci todas canções

-Mostrou-me a solução

Vou escrever poesias

Feiras com inspiração.

 

Peguei caneta e papel

Ali mesmo no sol quente

Comecei a escrever

Que veio em minha mente

Fiz o primeiro poema

Na profissão do repente.

 

Mas eu não sei o por que

Com inspiração e prosa

O motivo de o título

Ser (Mulher Pretensiosa)

Eu sou grato a Deus por

Esta arte majestosa.

 

Até hoje respeitei

O compromisso que fiz

Ao começar escrever

Deixei de ser infeliz

Escrevendo poesias

Sou um poeta feliz.

 

Em toda a trajetória

De poeta publiquei

Quarenta e dois bons livros

De poesias lancei

Noventa e nove cordéis

Ao mundo disseminei.

 

No meu blog poesias

Erivaldo Alencar

Noventa e seis países

Já puderam acessar

Sou muito grato a todos

Em o meu blog entrar.

 

Desde quando comecei

Eu descrevi muitos temas

Sem distorcer a verdade

Sem jamais causar dilemas

Com este eu escrevi

Três mil e quinhentos poemas.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

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