Autor: Erivaldo Alencar.
Letra: 08 02 2026.
Aquele pássaro que voa
No alto do firmamento
Por ter sido abandonado
Curtindo seu sofrimento
Tenta encontrar seu amor
Pra sair deste tormento
Assim também vive eu
Com o meu padecimento.
Aquela ave que canta
Canta para não chorar
Seu amargor, sua dor,
Como ao mundo avisar
A perca do seu benzinho
Que foi não quer mais
voltar
Assim também vive eu
Sem puder me consolar.
Aquela ave tristonha
No galho da laranjeira
Está triste inconsolável
Por perder a companheira
Com saudades do seu par
Sonha com ela a noite
inteira
Assim também vive eu
Por perder minha parceira
Aquela ave que geme
Com o coração traspassado
Por perder sua querida.
Seu peito foi mutilado
Pelo golpe da traição
Teve seu brio frustrado
Assim também sou eu
Por meu amor desprezado
Francisco Erivaldo Pereira
Alencar
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