Autor; Erivaldo Alencar.
Letra e música; 15 07 2009.
Ontem fui dormir muito tarde
Depois dum dia pesado
Pra desfazer meu cansaço
Em nada preocupado
Depois da noite de sono
Cinco horas acordei
Como inda estava cedo
Do leito não levantei
Adormeci novamente
E logo comecei sonhar
Um sonho tão esquisito
E difícil de contar
Sonhei queu tava trabalhando
Num lugar desconhecido
Entre os meus companheiros
Havia dois conhecidos
Não recordo que trabalho
Um tanto quanto pesado
Após passar alguns dias
Já fomos logo chamados
Pra irmos ao escritório
Com o outro eu fui levado
Meu irmão infelizmente
Tinha sido dispensado
Na ida pro escritório
Tinha algo anormal
Uma enorme escada
Quase que na vertical
Eu venci o obstáculo
Mas esqueci o crachá
Meu chefe me fez voltar
Para o crachá buscar
Voltei para o vestiário
Descendo a mesma escada
Chegando lá percebi
Que a blusa tava avessada
Vesti a blusa direito
Botei o crachá no peito
Também calcei os sapatos
Pensei que tava no jeito
Ao sair eu percebi
Que sem as meias estava
Rapidamente voltei
As meias nos pés calçava
Percebi a calça frouxa
Quase caindo no chão
Com muita dificuldade
Coloquei o cinturão
Então fui pro escritório
E num salão mais a frente
Duas moças me levaram
Pra falar com gerente
Mas quando eu cheguei lá
O mesmo tinha saído
Logo fomos procurá-lo
Pra queu fosse atendido
O encontramos na praça
De aviãozinho chegando
Vão logo pro escritório
Já foi logo ordenando
Voltemos pro escritório
Mas antes de chegar lá
Atravessei um riacho
Que deu pras coxas molhar
Em seguida uma ponte
Num grande rio cruzava
Com tanta fúria as águas
Sobre a mesma transbordava
A ponte era estreita
Igual uma passarela
Transbordada pelas águas
Logo eu passei por ela
Dali fui ao escritório
As moças foram com eu
De nada tenho lembrança
Do que lá aconteceu
Eu só sei que eu voltei
Pra passar à mesma ponte
Por sobre suas varandas
Passava águas de monte
Confesso que tive medo
Ao vê-la toda alagada
Fiz do medo à coragem
Atravessei a danada
Depois de atravessá-la
Vitorioso falei
Realizei o meu sonho
E do sono acordei
Francisco Erivaldo Pereira Alencar.
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