Autor; Erivaldo Alencar.
Letra; 12 07 2009 e música; 02 10 2010.
Não quero explicação
Muito menos entender
Porque que há cidadão
Que vive ao mal fazer
Não sou nenhum puritano
Apenas um ser humano
Vivente e pegador
Defensor da natureza
Da vida, maior riqueza,
Dada pelo criador.
Como se tem a coragem
De uma vida tirar
Só mesmo sendo selvagem
Pra ter prazer em matar
Alguns humanos na terra
Vive em promover guerra
Levando destruição
Aos inocentes animais
Devastando vegetais
Sem chance de salvação
Como se tem a coragem
Destruir a própria vida
Eu não sei qual a mensagem
Que nos traz um homicida
Dirigindo carro bomba
Matando e morto tomba
Sem um motivo sequer
Além de deselegante
É ato repudiante
Que só não ver quem não quer
Fico triste quando vejo
Sair na televisão
Não é isto que desejo
Mas presto bem atenção
Com as câmeras filmando
As pessoas se matando
Em discussões tão banais
Homem tem inteligência
Mas por sua imprudência
O faz pior que animais.
Como se tem a coragem
De pegar uma criança
De ensinar-lhe bobagem
E a praticar vingança
Em drogas a viciar
Ensinar roubar matar
E a se prostituir
Fumar beber traficar
Vagabundar estuprar
E a se alto destruir.
Como se tem a coragem
Dos seus pais desrespeitar
Distorcer uma mensagem
Ao invés de ensinar
Duma árvore cortar
Fogo na mata botar
E matar um passarinho
Enganar um inocente
Negar pão a um carente
E falar mal do vizinho
Como se te a coragem
Difamar seu semelhante
Entrar na vagabundagem
Só sendo ignorante
De corromper a verdade
E ter a capacidade
À custa doutros viver
Não perdoar seu irmão Ter ódio no coração
Onde não cabe se meter
Francisco Erivaldo Pereira Alencar.
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