Autor; Erivaldo Alencar.
Letra; 27 08 2003 e música; 03 05 2004.
Fiquei ontem estarrecido
Ao ver no centro da cidade
Um pai agredindo seu filho
Meu Deus quanta barbaridade.
Aberturando, sufocando.
Com ímpeto de ironia
Com o seu relógio de pulso
No seu corpo, ele batia.
Pedi-lhe pra que não batesse
O agressor me respondeu
Lhe bato sempre qu’eu quiser
O menino é filho meu.
Ó pai monstro sem coração
Não se faz isto com ninguém
Quanto mais com seu próprio filho
Quem diz amar e querer bem.
Ele só tem quatro aninhos
Não tem forças para lutar
Veja alguém do teu tamanho
Para contigo se defrontar,
Esta é a educação Que pra seu filho você dar
Marcas da violência, Ele.
Para sempre vai carregar.
Pai selvagem e arrogante
Não deve assim castiga-lo
Se não ama teu próprio filho
E quem por certo vai amá-lo.
O pai não é só o que gera.
Mas o que dar boa criação
Ele é sangue do teu sangue
Dê carinho e proteção.
Francisco Erivaldo Pereira Alencar.
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