Autor; Erivaldo Alencar.
Letra; 19 08 2003 e música; 03 05 2004.
Me pergunta como vivo
A resposta vai ser dada
É duro se responder
Senhor eu vivo do nada.
Sem trabalho sem emprego
Sem nada para fazer
Sem crédito sem auxílio
Nada tenho pra comer.
Eu vivo a revelia
Sem direito sem razão
A esmo na incerteza
Numa pobreza do cão.
Eu não pego no alheio
Prefiro morrer de fome
Mas cada dia que passa
A miséria me consome.
Assim vive tanta gente
Pela vida mendigando
Mau trapilho ao relento
Vou a vida vegetando.
Através de gerações
A miséria é herdada
E se nada não for feito
Vou sempre viver do nada.
Francisco Erivaldo Pereira Alencar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário