Autor; Erivaldo Alencar.
Letra e Música; 21 07 1999.
Sertão querido
Que me viu nascer
Só lhe deixo um dia
No dia quando morrer.
Sou filho do sertão
Foi aqui que nasci
Por toda vida vivi
Curtindo sua beleza
Adoro ver as águas
Correrem no riacho
Nadar de rio abaixo
Brincar na correnteza.
Sertão querido
Que me viu nascer
Só lhe deixo um dia
No dia quando morrer.
No sertão se ouve
A passarada cantar
O vaqueiro aboiar
Com o gado no curral
O galo canta alegre
No alto do Poleiro
O cachorro trigueiro
Late bravo no quintal.
Sertão querido
Que me viu nascer
Só lhe deixo um dia
No dia quando morrer.
Suavemente sopra
O vento Aracati
O sol que brilha aqui
Brilha com mais clareza
A lua deslumbrante
Externa sua candura
E as flores com ternura
Perfumam a natureza.
Sertão querido
Que me viu nascer
Só lhe deixo um dia
No dia quando morrer.
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