domingo, 27 de setembro de 2026

3.508 - A TODOS IMPATRIOTAS

 

Autor: Erivaldo Alencar

 

Letra; 17 09 2026.

 

 

Não gosto de confusões

Intrigas nem de lorotas

Ha certos alguém que querem

Nos fazer de idiotas

Vamos salvar o Brasil

De alguns impatriotas.

 

Não são meras anedotas

Pra fazer4 o povo rir

Nem contos da carochinha

Que nos fazem divertis

São traidores que querem

Nosso Brasil destruir.

 

Eles não vão conseguir

Em nos fazer dependentes

De países estrangeiros

Somos fortes e valentes

O Brasil e soberano

Nós somos independentes.

 

O que querem estas gentes

Entregar nossa nação

Com toda nossa riqueza

Sem dó e sem compaixão

Sem decência sem escrúpulo

Voltar a escravidão.

 

Vamos todos dizer não

Pra esta gente infiel

Somos um povo unido

Ao nosso pais fiel

Não vamos nos sujeitar

A esta gente cruel.

 

Cumpriremos o papel

De uma nação sadia

Juntos vamos defender

A nossa soberania

Jamais vamos nos curvar

Qual seja a tirania.

 

Isto é apostasia

Não há outro termo a dar

Somos heróis patriotas

Não pudemos fraquejar

Há estes impatriotas

Daqui vamos expulsar.

 

 

Jamais vamos tolerar

Quem nos faze de idiotas

O Brasil é pais livre

Não aceitamos derrotas

Vamos varrer do Brasil

A todos impatriotas.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

3.507 - A DEUS EU PEÇO PERDAO

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra; ’16 07 2026.

 

Sou poeta escritor

E adoro escrever

Minha inspiração é  fértil

Escrever me dar prazer

Minha maior satisfação

Escrever pro povo ler.

 

Tenho orgulho em dizer

Sou poeta escritor

Tenho o dom da poesia

Dado pelo Criador

Na profissão do repente

Provo que tenho valor.

 

No verso eu sou doutor

E poeta nordestino

Eu sou defensor da classe

Poetizar é meu destino

No ramo da poesia

Eu deixei de ser menino.

 

Eu não sou tão pequenino

No ramo da poesia

Tenho domínio poético

Que falo dou garantia

Tenho bom conhecimento

Falo sem demagogia.

 

Eu uso a poesia

Pra fazer minha vontade

Pra resolver meus problemas

Usando a sinceridade

Cultivo a minha crença

Sem impor autoridade.

 

Busco a felicidade

No seio da poesia

Peço a Deus suas bênçãos

Amor e sabedoria

Pra vencer os desafios

Com humor e alegria.

 

Renascer a cada dia

Com muita disposição

Crente que hei de vencer

Qual seja a situação

Por cada erro sentido

A Deus eu peço perdão

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.506 - MULHERES BISBILHOTEIRAS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 11 09 2026.

 

 

La na rua que eu moro

A coisa tá complicada

Mulheres bisbilhoteiras

Levantam de madrugada

Pra falar da vida aleia

Tomam conta da calçada.

 

Cada qual mais animada

Té parece uma peleia

Sem importar consequências

Nem medo de cara feia

Esquecem seus afazeres

Pra falar da vida aleia.

 

O meu Deus que coisa feia

Fica toda mulherada

Bisbilhotando a vida

De quem passa pela estrada

Falar mal da vida aleia

Pra elas não vale nada.

 

Entre riso e gargalhada

Elas mostram saber tudo

Falam de a e de b

Descrevem tudo a miúdo

Eu observo de perto

Busco permanecer mudo.

 

Passo por elas sisudo

Fingindo não escutar

Dou um bom dia pra todas

Quase nem me ver passar

Sequer respondem bom dia

Pois não podem se empalhar.

 

Esta gente é de lascar

Vivem falando besteiras

Criadoras de motivos

Inventam qualquer asneiras

Ninguém escapa daquelas

Mulheres bisbilhoteiras.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

domingo, 6 de setembro de 2026

3.505 - POETEIRO

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 06 9 2026.

 

 

Para fazer poesia

Não ficou pra qualquer um

Versar e dar garantia

Isto ficou para algum

Tem poeta muito bom

Ser poeta é um dom

Dado pelo Criador

Assim sigo meu destino

Tenho este dom divino

Sou poeta escritor

 

Por ai tem muita gente

Que entende poesia

Chega ate fazer repente

Em festa de cantoria

Versar com felicidade

Mas não demonstra vontade

Pra este dom exercer

Verseja por brincadeira

E de forma sorrateira

Faz versos só por fazer.

 

Também existe poeta

Que adora cantoria

Feita da forma correta

Brinca fazer poesia

Mas Não tendo o dom poético

Até se torna patético

Por faltar inspiração

Peleja mas não sai nada

Sem métrica não rimada

Perde-se na oração.

 

Não é bastante querer

É preciso ter o dom

É necessário saber

Pra ser poeta do bom

Muitos usam pabulagem

Somente fazem bobagem

Cobertos de fantasias

E se achando famoso

Torna-se escandaloso

Versejando heresias.

 

Sei que existe parceiro

Sem qualquer concepção

Dizendo ser verdadeiro

Sem a mínima noção

Das normas da poesia

Que se auto elogia

Acha-se ser o primeiro

Sabe tudo em poética

Mas desconhece a métrica

Não passa dum poeteiro

 

Tenho pena dessa gente

Que se diz ser bom poeta

Não sabe fazer repente

Mais parece ser pateta

Sequer sabe que é rima

Sempre se vendo de cima

E narra com ironia

Roubando o direito doutro

Usa o que é dos outros

Como de sua autoria.

 

Sempre se acha o Maior

Na verdade é o menor

Dizendo-se o melhor

Não ver que é o pior

Vai cantando pela praça

Pra sua maior desgraça

É pensar ser o primeiro

O povo lhe faz chacota

O pobre do idiota

Não passa dum poeteiro.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.504 - VAI MEU AGRADECIMENTO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 26 08 2026.

 

 

Eu nasci no Ceará

La no sitio Comboeiro

Cidade Acopiara

Sou Cidadão brasileiro

Orgulho em ser matuto

Nordestino verdadeiro.

 

Sou poeta aventureiro

Aqui do interior

Sou de tradição poética

E filho de cantador

Sou da família Alencar

Sou de origem de valor.

 

Também sou pesquisador

É mui rico meu arquivo

Tenho uma biblioteca

Na casa em que eu vivo

Tenho mais de seis mil livros

Nela permaneço ativo.

 

Pra poetizar eu vivo

Caneta e meu instrumento

Faço da escrita e leitura

Meu maior divertimento

Por estes dons ao meu Deus

Vai meu agradecimento.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.503 - ELES SÃO AGRADECIDOS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 24 08 2026.

 

 

Que estar acontecendo

Com os gatos adoecendo

E muitos deles morrendo

Sem eu poder evitar

Amo muito meus bichinhos

Eu os trato com corinhos

A morte dos meus gatinhos

Estou pra não suportar.

 

Eu fico preocupado

Ao ver um gato gripado

Ou então envenenado

Sem ter uma explicação

Começo a examinar

Um a um a medicar

Tentando a todos salvar

Duma contaminação.

 

Ao ver um gato doente

Trato-o ligeiramente

Pois eles são igualmente

Uma pessoa humana

Precisam ser bem cuidados

Também bem alimentados

E jamais ser maltratados

Por gente tão desumana.

 

Os gatos são carinhosos

São fieis e amorosos

Brincalhões e valorosos

Não devem ser esquecidos

Precisa de bons abrigos

Não são nossos inimigos

Além de serem amigos

Eles são Agradecidos.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.