Autor: Erivaldo Alencar.
Letra: 24 07 2026.
Eu muito de avisei
Sem ser uma mulher
centrada
O mundo dar muitas voltas
É tortuosa a estrada
Tivesse muito cuidado
Pra não cair em cilada.
Pensei esta preparada
Enganei-me completamente
Você não quis me ouvir
Dizia ser competente
Era uma mulher capaz
E das outras diferente.
Chamava-me de doente
Um sujeito abestalhado
Guardasse os meus
conselhos
Para ser por eu usado
Tu eras dona de si
Não queria meu cuidado.
Fiquei despreocupado
Fiz de contas entender
Não precisava de mim
Sabia o que fazer
Tu não eras mais criança
Sabia se defender.
Deixei o tempo correr
Sem jamais interferir
Era dona do nariz
Que não ia sucumbir
Sendo uma mulher de fibra
Jamais iria cair.
Eu tentei te prevenir
Pois tenho experiência
O mundo é uma escola
Disto tenho consciência
São muitos os desafios
Vence-los só com prudência.
Nadinha de violência
Muita calma e atenção
Domine o seu instinto
Ou o seu coração
Cuidado muito cuidado
Pra não ter decepção.
Tu pises firmes no chão
Cuide pra não tropeçar
Ande com muito cuidado
Pra não desequilibrar
Pois cair e muito fácil
Difícil é levantar.
Pois não vai se enfezar
Com o conselho que dou
Tu não és dono do mundo
Ele você não ganhou
O mundo é todo nosso
Jeová quem nos doou.
O mundo não acabou
Nem você está perdida
Dos erros que cometestes
Diz está arrependida
Por tudo sair errado
Você se sente ferida.
Viveu a vida iludida
Levando vida anormal
Fazendo o que queria
Aos outros fazendo mal
Humilhando se exaltando
Pra você não tinha igual.
O castigo ê normal
Está sofrendo eu sei
Tá pagando o que fizestes
Muitos conselhos lhe dei
Errastes porque quizestes
Eu bem que te avisei
Francisco Erivaldo Pereira
Alencar
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