Autor: Erivaldo Alencar.
Letra: 21 04 2026.
Da minha vida no passado
Guardo no peito a saudade
Da minha vida no presente
Estou vivendo a vontade
Da minha vida no futuro
Levo pra posteridade.
Digo com sinceridade
Da morte não tenho medo
O que faço o que não faço
Guardo no peito o segredo
Descrevo em meus poemas
O meu eterno degredo.
Minha vida é um enredo
Da parte da existência
Os desafios são tantos
Provo minha resistência
Sempre buscando a paz
Fugindo da violência.
Eu digo com consciência
Sou cara batalhador
Ganho com suor do rosto
Sou homem trabalhador
Comigo não há moleza
Que faço, faço com amor.
Sou poeta escritor
Eu sei escrever e ler
Escrevo com mui cuidado
E não só por escrever
Faço os meus desabafos
Da forma que entender.
Escrever pro povo ler
Sem a ninguém denegrir
Faço do verso o lazer
Buscando me divertir
Os meus versos saudáveis
Sem o amor destruir.
Jamais tento poluir
A mente dos meus leitores
Eu faço o que for possível
Com a intenção de
construir
Tô sempre criando sonhos
Tentando evoluir.
Jamais irei desistir
De ornar realidade
Todos os sonhos que tenho
Na minha mentalidade.
Sem pisotear ninguém
Mas com mui dignidade.
Francisco Erivaldo Pereira
Alencar.
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