Autor: Erivaldo Alencar.
Letra: 20 04 202.
Hei vento que vare a terra
Vou te fazer um pedido
Diga pra o mundo inteiro
Que nele ando perdido
Eu preciso com urgência
De me tornar conhecido.
Vivo nele esquecido
Por isso quero um favor
Sou um homem da cultura
Da terra do lavrador
No mundo da poesia
Sou poeta escritor.
Repentista trovador
Poemista, cordelista,
Gosto muito do que faço
Considero-me artista
Preciso muito de apoio
Pra ter o que há em vista.
Sou poeta otimista
Falo com sinceridade
Nada é fácil pra mim
Enfrento dificuldade
Eu corro atrás do sucesso
E passo necessidade.
Para o bem da verdade
Sou poeta sem cartaz
Sou pobre sem condição
Vinte e sete anos faz
Que escrevo poesias
Inda me sinto incapaz.
Meu coração não tem paz
Vivo em maio a turbulência
Eu não sou poeta fraco
Disto tenho consciência
Minha inspiração é fértil
Não escrevo indecência.
Primo pela persistência
Não sou de desvanecer
Busco com amor e garra
Em tudo que vou fazer
Os desafios são tantos
Que não consigo vencer.
Francisco Erivaldo Pereira
Alencar.
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