sábado, 24 de outubro de 2015

1.901 - VIVE COM OS PÉS NA COVA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 24 10 2015 e música:



Quem ama mulher casada
Não tem sossego na vida
Vive correndo perigo
De ter a vida perdida
Vive com os pés na cova
E num beco sem saída.

A mulher casada quando
Bota chifre no marido
Sem temer as conseqüências
Faz outro ser iludido
Pra limpar a pele diz
Não gosto de enxerido.

Dei um de conquistador
E passei por este risco
Fingindo não haver nada
Fui conquistador arisco
Todo cuidado é pouco
Para não virar petisco.

Pra todo lugar que vai
Ele só anda assustado
Pra onde quer que se vire
Ver o oposto de lado
Se ela conversa com outro
Ele fica enciumado.

Não pode dormir direito
Pensando no bem querer
Mas não esconde o medo
A qualquer hora morrer
Muda de rua e caminho
Pra o oposto não lhe ver.

Amor com mulher casada
Todo dia se renova
Em cada dia que passa
Submete-se nova prova
Quem ama mulher casada
Vive com os pés na cova.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.900 - QUERO UMA VIDA MELHOR.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra: 24 10 2015 e música:


Quero uma vida melhor
Mas não estou conseguindo
Cada dia está pior
Mas continuo persistindo.

Eu busco por toda parte
Melhorar situação
Nem mesmo fazendo arte
Não chegou minha vez então.

O mundo é muito grande
Minha busca se expande
Pois pretendo ser maior.

Chega de viver pobreza
Luto e tenho certeza
Quero uma vida melhor.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

1.899 - UM PEBA NO CAMINHO.

Autor: Erivaldo Alencar;

Letra: 23 10 2015 e música:


Quando eu era menino
Vi um peba no caminho
Ele andava sozinho
Eu com cara de assassino
Ele correu devagar
E eu tentei lhe pegar
Mas o bicho foi esperto
Vendo que seria o fim
Parou e virou pra mim
Com medo nem cheguei perto.

Ele correu novamente
Correndo fui atrás dele
Com medo de tocar nele
O deixei ir bem na frente
Ele temendo maus tratos
Já foi entrando nos matos
De mim se distanciou
A noite já foi chegando
E eu não mais enxergando
Não sei que rumo tomou.

Eu fui pra casa ligeiro
Para o meu pai contei
Que eu só não o peguei
Por que ele foi veleiro
Papai disse vamos agora
Pegar ele sem demora
Para comer no jantar
Com tanta escuridão
Nem com um facho na mão
Não foi possível o achar.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.898 - POESIAS SEM GRAÇA.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 23 10 2015 e música:


Eu parei pra escrever
Só poesias sem graça
Pra ver se desta maneira
O tempo ligeiro passa.

Se o tempo passa ou não passa
Pelo tempo vou passando
Com poesias sem graça
Não sei se estou agradando.

Se tem graça ou não tem graça
Engraçado eu não acho
Quando um octogenário
Dizer que é muito macho.

Um homem transar com outro
O que mais que ele quer
Diga-me que graça tem
Mulher transar com m mulher.

Um político daqui
Cidadão de arrochar nó
Em um discurso falou
Estava com um ovo só.

Escrevi estas besteiras
O tempo quase não passa
De hoje por diante não faço
Mais poesias sem graça.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

1.897 - GATOS NOVOS JOGADOS NO MATO.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 22 10 2015 e música:

Ontem à noite deparei
Com um crime ambiental
Provocado por alguém
Contra a vida animal
Não pode ter coração
Alguém tão irracional.

Alguém levou uns gatinhos
Nas margens do rio jogou
Porém não sei quantos foram
Que este alguém levou
Quando passei estava escuro
Nem sei quem o praticou.

Só vi um gatinho preto
Bem as margens da estrada
Outros miavam no mato
Ali naquela baixada
Eu não os levei por que
Minha casa já está lotada.

Eu já crio vinte gatos
E não posso pegar mais
Eu já faço o impossível
Pra com estes animais
Mas os gatinhos que tenho
Não jogo fora jamais.

Alguém que age assim
Um crime tá cometendo
Contra a vida animal
Castigo tá merecendo
Poderá ser processado
Se o juiz ficar sabendo.

Se você cria uma fêmea
Proteja seu animal
Pra ela não produzir
Há uma forma legal
Vá a clínica e aplique
Anticoncepcional.

Peço encarecidamente
Não cometa estes maus trato
Eles precisam de nós
Vamos zelar nosso gato
É mui triste ver os gatos
Novos jogados no mato



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.896 - HÁ SE EU TIVESSE O PODER.

Autor: Erivaldo Alencar.

Letra: 22 10 2015 e música:


Há se eu tivesse o poder
De fazer chover na terra
Eu faria isto agora
Para molhar baixo e serra
Acabaria a miséria
Sem brigar nem fazer guerra.

Mandaria chuva forte
Para os açudes encher
Os riachos transbordarem
Fazer o sol se esconder
Sem causar inundações
Nem fazer alguém sofrer.

Eu mandaria à seca
Direto para o inferno
E trocaria a miséria
Por fartura e bom inverno
Pra nunca mais faltar chuva
Falava com o Pai eterno.

Todos os rios e riachos
Os faria caudalosos
Não permitia verões
Nem temporais assombrosos
Chovia nas horas certas
Sem relâmpagos perigosos.

Mantia o pasto verde
Pra o gado se alimentar
Pois nem fome e nem sede
Os deixaria passar
Há se eu tivesse o poder
Faria o tempo mudar.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.895 - A CRISE.

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra: 22 10 2015 e música:


A situação é crítica
O povo não tem dinheiro
A crise tá afetando
Ao meu povo brasileiro
Está dando o que falar
Até lá no estrangeiro.

Vejo que o país inteiro
Está em má situação
Todos reclamam da crise
 Mas ninguém faz nada não
Pra amenizar esta praga
Que corrompe a nação.

A cidade e o sertão
Passa por necessidade
Os governantes não têm
Sequer a capacidade
Tomar a iniciativa
Por fim a calamidade.

O que vejo na verdade
Um país desgovernado
Tem ladrões por toda parte
Que é quem se acha roubado
O povo vive miséria
E o comércio está quebrado.

Não estou acostumado
Com esta situação
Com políticos brigando
Sem mover nenhuma ação
Lutando pelo poder
E afundando a nação.

Por isto chamo atenção
Aos administradores
Presidente da república
Deputados e senadores
Pra poder por fim a crise
E aos seus causadores.

Não há articuladores
Que de uma forma viril
Unidos discutam fórmulas
Com coração varonil
Pra o mais urgente possível
Salvar o nosso Brasil.



Francisco Erivaldo Pereira Alencar.